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26/abr/2018

Hoje vamos te explicar como funciona e para que serve um ecocardiograma com mapeamento de fluxo a cores.

A ecocardiografia também é conhecida como ecocardiograma com Doppler. É um exame de ultrassom que usa ondas sonoras de alta frequência para reproduzir imagens que permitem analisar todas as estruturas do coração, as válvulas cardíacas e os principais vasos que chegam e saem do coração.



Principais características do ecocardiograma:

  • exame é simples
  • pouco invasivo
  • indolor
  • dura em torno de 20 minutos
  • não necessita de preparo prévio.

O exame apresenta imagens estáticas e em movimento do músculo e das valvas cardíacas, além disso, através do mapeamento de fluxos em cores pela técnica Doppler, é possível identificar a direção e velocidade do fluxo sanguíneo no interior das cavidades cardíacas.



Como o ecocardiograma é feito?

O paciente é deitado de costas, inclinado sobre o lado esquerdo com o peito exposto (nas mulheres é usada uma camisola cirúrgica com abertura frontal). Um transdutor desliza sobre o peito capta as ondas sonoras e forma as imagens, assim as estruturas do coração são analisadas em diferentes posições.  Em alguns momentos são feitas pequenas pressões para facilitar a visualização do órgão e as funcionalidades que devem ser testadas, sem causar dor ou desconforto ao paciente.

Porque o ecocardiograma é solicitado?

O exame é solicitado, pois auxilia para o diagnóstico e acompanhamento de uma série de doenças do coração, tais como:

  • sequelas de infarto;
  • insuficiência cardíaca (coração grande e fraco);
  • anomalias congênitas;
  • sopro e para indicar cirurgia cardíaca.

Também é indicado acompanhar a evolução do coração no seguimento pós-operatório e para avaliar sintomas como:

  • falta de ar;
  • palpitações;
  • cansaço;
  • inchaço;
  • aumento da pressão arterial.

Porque é importante fazer o exame?

Determinados resultados do ecocardiograma podem sugerir uma doença em fase inicial ou até congênita que não tenha se expressado até aquele momento. Um dos principais objetivos do exame é determinar se existem alterações estruturais no coração como hipertrofia aumento do músculo cardíaco.



TIPOS DE ECOCARDIOGRAMAS  QUE REALIZAMOS AQUI NO ICOR:

ECOCARDIOGRAMA TRANSTORÁCICO (ETT)

É um exame não invasivo, indolor e geralmente rápido. Utiliza o ultrassom para visualizar imagens de toda a estrutura do coração, podendo analisar com precisão: a forma, o tamanho das cavidades, a espessura das paredes do coração, a função de contração e de relaxamento, o funcionamento das válvulas cardíacas e os vasos sanguíneos que chegam e saem do coração. Esse ecocardiograma pode ser feito durante a gestação para avaliar o desenvolvimento do coração do bebê.



ECOCARDIOGRAMA TRANSESOFÁGICO (ETE)

É um procedimento semi-invasivo de baixo risco e usado para complementar o ecocardiograma transtorácico. O exame é semelhante à endoscopia, por meio da boca uma sonda é inserida e passa pelo esôfago do paciente para obter as imagens. O exame mostra imagens bastante nítidas do coração, pois a sonda está localizada próxima ao órgão e não existe o bloqueio das ondas sonoras pelos pulmões e ossos da parede torácica. Esta ecografia é feita com uso de sedação e analgesia, por isso, é necessário jejum antes do exame e levar um acompanhante, pois não é permitido dirigir após sua realização.



ECOCARDIOGRAMA SOB ESTRESSE

O ecocardiograma sob estresse é um exame de ultrassom usado para medir a capacidade do coração de se adaptar, a estresse externo, em um ambiente clínico controlado. Esse estresse pode ser reproduzido através de um esforço físico (esteira ergométrica / bicicleta / bike – stress) ou por meio do estímulo farmacológico com a injeção de um medicamento que faz o coração bater mais forte e mais rápido.

Esse método permite que o médico avalie o coração através de um ultrassom realizado sobre o tórax do paciente, antes, durante e após o esforço físico realizado em bicicleta ergométrica ou na esteira rolante. É um exame não invasivo que compara o movimento das paredes do coração em repouso e durante o estresse, permitindo assim, detectar alterações isquêmicas mais precocemente, pois a movimentação da parede do coração diminui na presença destas obstruções.



O exame tem o mesmo propósito do ecocardiograma sob estresse físico, de pesquisar alterações cardíacas que ocorrem durante situações em que o batimento cardíaco acelera e a pressão arterial sobe, porém o procedimento faz uso de medicamentos (como a dobutamina) e não exigindo esforço físico, muito útil em casos de pacientes que têm dificuldades para realizar o teste de esforço, como:

  • portadores de uma sequela de derrame cerebral ou doença ortopédica que impeça a caminhada.


ECOCARDIOGRAMA FETAL

O ecocardiograma fetal é um exame de ultrassom realizado durante a gestação para diagnosticar possíveis problemas cardíacos no feto. O processo é indolor, seguro não oferece riscos para a gestante nem para o bebê. O exame possibilita os benefícios de um diagnóstico precoce e de um tratamento eficaz das cardiopatias fetais, sendo um procedimento muito importante no pré-natal das gestantes.



ECOCARDIOGRAMA PEDIÁTRICO / INFANTIL

(até seis meses/após quatro anos)

O ecocardiograma infantil é um exame não invasivo fundamental para diagnosticar pacientes com cardiopatia congênita, seja ele recém-nascida, criança ou adolescente, fornecendo com precisão informações da anatomia cardíaca e da função cardíaca. Atualmente a criança que nascer com cardiopatias e que necessita de algum procedimento cirúrgico é operada apenas com uma boa avaliação ecocardiográfica, ficando reservado o cateterismo cardíaco para casos complexos, pré e pós-operatório de algumas patologias e tratamento.



MÉDICOS QUE REALIZAM ECOCARDIOGRAMA NO  ICOR:

Dr. Antonio Vicente Aita Hahn- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 6444)
Dr. Eduardo Radins- Cardiologista / Ecocardiografista (CRM 15471)
Dr. Marcelo Souza Pinto- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 22593
Dr. Felipe Weinmann de Moraes – Cardiologista e Ecocardiografista (CRM 33391)

LOCAL DO EXAME:

ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. POLICLÍNICA WILSON AITA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2355. Policlínica – Sala 105. (Anexo ao Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo).
Contato: (55) 3217 1919

ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. PINHEIRO MACHADO
Rua Pinheiro Machado, número 2380, bloco A, SALA 204.
Contato: (55) 3222 1333

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam  exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso,  contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.

 


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26/abr/2018

O eletrocardiograma (ECG ) foi introduzido na medicina pelo médico Willem Einthoven em 1902, é um exame que registra a atividade elétrica do coração em estado de repouso. É simples, indolor, relativamente barato e considerado obrigatório em qualquer avaliação das doenças do coração, pois oferece muitas informações ao cardiologista.



Qual a finalidade do eletrocardiograma?

O eletrocardiograma determina se o coração está funcionando normalmente ou se você sofre de anormalidades, permitindo ao médico detectar uma série de diagnósticos, como:

  • arritmias cardíacas
  • aumento de cavidades cardíacas
  • doenças das artérias coronárias
  • infarto do miocárdio
  • hipertrofia do músculo, entre outros.

O exame também pode indicar danos agudos (ataque cardíaco) ou crônicos ao músculo do coração. Além disso, permite a detecção de anomalias de condução (bloqueios de condução elétrica do coração). O eletrocardiograma é recomendado com frequência após os 40 anos. A partir dele podem ser solicitados outros exames, mais específicos, se necessário.

Você sabe como é feito o eletrocardiograma?

Para a realização do exame, o paciente é posicionado deitado de “barriga para cima”, com um pequeno aparelho que constitui o eletrocardiógrafo (usualmente portátil). Inicialmente, são aplicados eletrodos em regiões pré-estabelecidas:

  • 6 eletrodos no peito;
  • 2 nos antebraços próximo ao punho;
  • 2 eletrodos na pernas próximo aos tornozelos, para averiguar os impulsos elétricos do coração ou as repercussões deles a distância.

Cada uma das derivações em que são colocados eletrodos capta a atividade elétrica das várias partes do coração (anterior, posterior, lateral esquerda, lateral direita).

É importante salientar que a pele deve estar limpa nos locais de fixação dos eletrodos. Para facilitar a captação desses estímulos geralmente é aplicado sobre a pele um gel condutor. Os eletrodos dos membros são fixados por braceletes e os do tórax por uma espécie de ventosa de borracha, permitindo aderência à pele sem o uso de agulhas ou outros instrumentos invasivos.

O resultado do exame é desenhado em gráficos de padrão constante, cujo registro, analisado pelo cardiologista, pode indicar normalidade ou sugerir diversas patologias cardíacas presentes. Caso haja alguma doença, como arritmias, hipertrofia ou até infarto do miocárdio, estes gráficos podem sair alterados.

Existe algum preparo para realizar o exame?

Se o corpo do paciente tiver muitos pelos a depilação deverá ser feita para melhor fixação dos eletrodos.



MÉDICOS QUE REALIZAM ELETROCARDIOGRAMA NO ICOR:
Dr. Antonio Vicente Aita Hahn- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 6444)
Dr. Diego Chemello- Cardiologista e Eletrofisiologista (CRM 26116)
Dr. Edes Oliveira Cavalheiro- Cardiologista ( CRM 11461)
Dr. Eduardo Radins- Cardiologista / Ecocardiografista (CRM 15471)
Dr. Dr. Felipe Weinmann de Moraes- Cardiologista / Ecocardiografista (CRM 33391)
Dr. Gabriel Mário da Silva Pinto- Cardiologista (CRM 4363)
Dr. Luiz Braganca de Moraes- Cardiologista / Cirurgião Cardíaco (CRM 8661)
Dr. Marcelo Souza Pinto- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 22593)

LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. PINHEIRO MACHADO
Rua Pinheiro Machado, número 2380, bloco A, SALA 204.
Contato: (55) 3222 1333

LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. POLICLÍNICA WILSON AITA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2355. Policlínica – Sala 105. (Anexo ao Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo).
Contato: (55) 3217 1919

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam  exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso,  contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

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26/abr/2018

O Teste Ergométrico, também conhecido como o teste da esteira é um exame importante para avaliar a saúde do coração quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante ou bicicleta ergométrica. Através do exame é possível analisar a capacidade física do indivíduo, a resposta da pressão arterial ao exercício e possíveis alterações do funcionamento cardíaco, antes, durante e após o exame.



PARA QUE SERVE TESTE ERGOMÉTRICO?

O exame serve para o diagnóstico de anormalidades da pressão arterial sistêmica, doença isquêmica do miocárdio (angina de peito, associada a doença das artérias coronárias), alterações da capacidade funcional respiratória e eventuais arritmias. Também é usado como base para estabelecer programas de condicionamento físico.

QUANDO O TESTE ERGOMÉTRICO É INDICADO?

O eletrocardiograma de esforço, avalia o ritmo cardíaco e detecta a presença de isquemia, ou seja, alterações nas artérias coronárias, assim como:

  • para investigação de dor no peito;
  • alguns tipos de tonturas, palpitações;
  • observação de alterações na pressão arterial sistêmica durante o esforço, na investigação de hipertensão arterial;
  • avaliação do coração para realização de atividade física;
  • detecção de doenças que causam falta de ar ou mal-estar aos esforços físicos.

 



QUANDO NÃO DEVE SER FEITO?

Quando houver suspeita de infarto agudo do miocárdio, angina do peito instável, arritmias não controladas, assim como:

  • Embolia pulmonar;
  • Hipertensão arterial sistêmica grave;
  • Intoxicação medicamentosa;
  • Insuficiência cardíaca descompensada;
  • Durante a gestação


PREPARAÇÃO PARA O EXAME:

No dia do exame não utilizar creme, gel ou pomada no corpo após o banho, porque poderá prejudicar a fixação dos eletrodos usados para o eletrocardiograma. Não é necessário estar em jejum, mas deve-se evitar:

  • ingerir alimentos pesados;
  • líquido que contenha cafeína;
  • chocolate;
  • chá;
  • refrigerante ou bebidas alcoólicas.

Importante ressaltar que não pode fumar nem realizar exercícios físicos no dia do exame. Pacientes com muitos pelos no tórax recomenda-se depilar a região onde serão colocados os eletrodos. Também é aconselhável usar roupas e tênis confortáveis. Menores de 18 anos devem estar acompanhados de um adulto responsável no dia do exame. E obrigatório trazer o pedido médico e não estar usando objetos metálicos (pulseiras, relógio, anéis).

Não é necessário suspender medicações, exceto se orientado pelo médico solicitante.
Informe no dia do exame os medicamentos em uso.

COMO O EXAME É REALIZADO?

  • 1º passo: Estabeleça o protocolo ideal de esforço para cada indivíduo, levando em conta a idade e limitações físicas.
  • 2º passo: Coloque eletrodos no tórax do paciente para registrar por meio de um eletrocardiograma (ECG).
  • 3º passo: Acompanhe o paciente até a esteira. Os movimentos devem começar lentamente e serem aumentados aos poucos. Depois que o esforço máximo for alcançado, o movimento é progressivamente desacelerado.

Através do teste ergométrico é possível analisar a capacidade física do indivíduo, a resposta da pressão arterial ao exercício e possíveis alterações do funcionamento cardíaco, antes, durante e após o exame. Caso o paciente apresente grande cansaço ou exaustão o exame pode ser interrompido.

QUANTO TEMPO DURA O TESTE ERGOMÉTRICO?

  • Tempo total entre o preparo e o esforço de aproximadamente de 15 a 30 minutos.

 



MÉDICOS QUE REALIZAM O TESTE ERGOMÉTRICO NO ICOR:
Dr. Diego Chemello- Cardiologista / Eletrofisiologista (CRM 26116)
Dr. Felipe Weinmann de Moraes- Cardiologista / Ecocardiografista (CRM 33391)
Dr. Marcelo Souza Pinto- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 22593)
Dra. Márcia Helena Bolson Radins- Clínica Geral (CRM 18200)

LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. PINHEIRO MACHADO
Rua Pinheiro Machado, número 2380, bloco A, SALA 203.
Contato: (55) 3222 1333LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. POLICLÍNICA WILSON AITA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2355. Policlínica – Sala 105. (Anexo ao Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo).
Contato: (55) 3217 1919

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam  exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso,  contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

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26/abr/2018

Nesta página, os profissionais do ICOR e parceiros respondem perguntas e esclarecem dúvidas de pacientes. Confira abaixo:


Como é realizado o procedimento da reabilitação cardíaca e respiratória?

A reabilitação cardiorrespiratória, consiste na realização de um programa de exercícios físicos para prevenção e recuperação de problemas decorrentes de doenças cardíacas e/ou respiratórias. Com o acompanhamento de um fisioterapeuta, pode-se realizar exercícios físicos em esteira ou bicicleta ergométrica, piscina, musculação e, até mesmo, caminhadas ao ar livre. Sempre considerando as capacidades individuais de cada paciente.

 

Dr. Antônio Marcos Vargas da Silva
Fisioterapeuta e Doutor em Fisiologia


O que é sopro no coração?

O sopro é um ruído que o médico escuta no tórax do paciente com o estetoscópio, e que pode significar ou não um problema no coração (“sopro inocente”). O ruído ocorre pela passagem do fluxo de sangue nas veias e artérias ligadas ao coração e nas cavidades internas e válvulas intracardíacas. É diagnosticado com o exame ecocardiograma colorido, onde se examinam todas as estruturas internas do órgão, vendo a cores, o fluxo do sangue e ouvindo os ruídos intracardíacos. Se nesse exame não forem constatadas alterações chamamos o sopro ouvido pelo médico como sopro inocente, ou se anormal, evidenciamos o problema que causa a doença (cardiopatia congênita, estreitamento ou insuficiência nas válvulas cardíacas, prolapso de válvula mitral…). Se o exame ecocardiograma colorido for normal, o paciente não precisa fazer nenhum tratamento e levará uma vida normal, podendo praticar atividades físicas sem restrições.

 

Dr. Antonio Vicente Aita (CRM 6444)
Cardiologista e Ecocardiografista do Instituto do Coração – ICOR


Se o rótulo de um produto traz a informação de que o mesmo é sem colesterol, ou com baixo teor de colesterol, significa que o produto tem pouca gordura?

Produto sem colesterol não é a mesma coisa que produto sem gordura. Para entender isso é bom esclarecer que o colesterol é produzido apenas por animais e só existe em alimentos de origem animal como carne, queijo e ovo, etc. Um exemplo clássico de gordura sem colesterol são os óleos vegetais (soja, girassol, canola). Alguns óleos vegetais, para chamar atenção do consumidor, colocam no rótulo “sem colesterol” , no entanto todos os óleos vegetais são sem colesterol. A portaria 27- 1988 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)- determinou que nos rótulos devem ter discriminados os valores nutricionais e o tipo de gorduras de cada produto. Um alimento para ser considerado como “baixo teor” de colesterol tem que ter no máximo 20 mg de colesterol, para cada 100 gramas ou 10 mg por 100 ml do alimento em questão.

 

Drª. Maristela Beck
Endocrinologista


Como aparecem as úlceras de perna? Qual o tratamento?

As lesões ulceradas de perna originam-se de diversas doenças, desde infecto-parasitarias menos comuns em nosso meio, englobando doenças auto-imunes e até mesmo câncer. As úlceras mais frequentes estão relacionadas a insuficiência venosa crônica e síndrome pós-trombótica, que ocasionam sofrimento diário e perda importante de qualidade de vida. O tratamento é direcionado ao tipo de doença que origina a lesão, sendo fundamentais o diagnóstico e manejo adequados visando a plena recuperação funcional e de qualidade de vida.

 

Dr. Luiz Paulo Brilhante Wolle (CRM 8661)
Cirurgião Vascular do Instituto do Coração – ICOR


Quais os sintomas da angina e como tratar?

O paciente com angina de peito, geralmente, apresenta dor torácica, que pode ser irradiada para o ombro esquerdo, para a mandíbula ou para o dorso. Caracteriza-se por um aperto e, muitas vezes, os pacientes referem “um sufoco”. A angina tem várias classificações, sendo as mais frequentes a angina de peito instável e a estável. Isto tem relação com as características da dor, ou seja, frequência, intensidade, duração da dor, se desencadeada ao esforço ou mesmo em repouso, se recente ou não, se alivia com isordil sublingual ou não. O tratamento será determinado pela apresentação clínica e por exames não invasivos e, principalmente, invasivo (cateterismo cardíaco). E, poderá ser clínico (remédios), intervencionista (angioplastia coronária com stent) ou cirúrgica (pontes de safena e mamária).

 

Dr. Arnoldo Azevedo dos Santos  (CRM 13677)
Cardiologista e Hemodinamicista do Instituto do Coração – ICOR


 


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26/abr/2018

A mudança de perfil dos portadores do HIV depois dos antirretrovirais é apontada pelos médicos, como o principal fator para justificar o aumento dos casos de doenças cardíacas na população.


Há uma expectativa de que a tendência de doenças cardíacas e cardiovasculares aumente nas próximas décadas, devido ao risco cardiovascular elevado do soropositivo. Com o aumento da expectativa de vida desses pacientes, e com a redução das infecções oportunistas, houve também um crescimento das doenças crônicas e de afecções relacionadas a fatores de risco, comuns, à população mais velha em geral, mas que não podem ser desassociadas da própria toxicidade dos medicamentos anti-retrovirais.

Estudos feitos na década de 90 concluíram que, mesmo compensando-se o efeito dos fatores de risco já conhecidos, ainda há um risco maior de desenvolvimento de enfarte agudo do miocárdio nesta população.

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES

“As modificações no metabolismo do paciente infectado pelo HIV estão totalmente interligadas e são as responsáveis por doenças que podem vir a se desenvolver mais adiante. A recomendação dos especialistas é que seja feita a dosagem do perfil lipídico e de glicemia no início do acompanhamento clínico do paciente soropositivo”, afirmam especialistas, que acompanham pacientes soropositivos. Segundo eles, o tratamento adotado nesses casos é praticamente semelhante ao para a população em geral, porém ele chama a atenção para o risco de interações medicamentosas.

“Alguns remédios podem diminuir o efeito dos medicamentos contra a aids, acumulando-se em doses tóxicas”.
É sugerido, primeiramente, que os profissionais de saúde tentem medidas não-farmacológicas, como dieta e exercício: “Se o resultado não for satisfatório, inicia-se a medicação com cautela”. Entretanto, cardiologistas alertam que “em alguns pacientes de risco cardiovascular muito elevado, os medicamentos devem ser usados logo no início”.

RISCO CARDIOVASCULAR

O monitoramento constante de pacientes infectados com HIV que tenham fatores de risco cardiovascular elevados deve ser uma prática adotada por todos os profissionais de saúde. Deve-se optar por exames anuais e, em algumas situações, esse prazo deve ser diminuído.

“Mesmo em pacientes assintomáticos, o cuidado deverá ser redobrado e exames cardiovasculares mais detalhados”.

ATEROSCLEROSE PRECOCE

A doença cardiovascular aterosclerótica é responsável por 30 a 35% da morbidade e mortalidade em todo o mundo. Como já mencionado no início da matéria, no paciente soropositivo a situação é preocupante, porque além de apresentar fatores de risco para as principais causas da aterosclerose – dislipidemia, hipertensão arterial, diabetes e tabagismo –, ainda faz uso obrigatório de medicações que, por vários mecanismos ainda em estudo, potencializam este risco. A aterosclerose pode levar o soropositivo a ter uma doença cerebrovascular ou até mesmo um enfarte.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia inclui, em 2001, nas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Diretriz de Prevenção de Aterosclerose, um tópico específico para conduta em pacientes soropositivos. A recomendação é que seja feita uma dosagem do perfil lipídico no início do acompanhamento e, se não houver anormalidade – caso o paciente não esteja em tratamento com um inibidor de protease –, repetir a avaliação a cada um ou dois anos, dependendo do caso. Se houver alteração, inicia-se o tratamento e apenas após três meses se repete o teste. Antes disso, não é possível verificar alterações.

DOENÇAS CEREBROVASCULARES

Dados do Ministério da Saúde indicam que as doenças cerebrovasculares são a primeira causa de morte no nosso país. Os acidentes vasculares cerebrais (AVCs) ou acidentes vasculares encefálicos (AVEs) representam o problema neurológico mais comum, sendo a terceira causa mundial de mortalidade, perdendo apenas para enfarte do miocárdio e câncer. Além disso, os AVCs são a principal causa de incapacidade neurológica temporária ou permanente em adultos após os 50 anos.

HIPERTENSÃO ARTERIAL

Um cardiologista cita um estudo recente, publicado no periódico médico AIDS, que relaciona o uso de anti-retrovirais por um período superior a dois anos à causa de elevação da pressão arterial em indivíduos soropositivos. Porém, o cardiologista diz que serão necessárias mais pesquisas para chegar a uma conclusão sobre essa relação:

“ainda não existem provas concretas que relacionem o aumento da pressão arterial com o uso dos anti-retrovirais ou com o fato de ser soropositivo”, informa.

DOENÇA VASCULAR PERIFÉRICA

Neste caso, repetimos a tese de que a alteração metabólica está intimamente ligada aos problemas vasculares que podem ser desenvolvidos em pessoas soropositivas. Além do fumo, a resistência à insulina é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença vascular periférica. A enfermidade é caracterizada pelo estreitamento dos vasos sanguíneos que levam o sangue à musculatura dos braços e das pernas. O bloqueio, por coágulo, de uma artéria que sofreu estreitamento, pode resultar em danos a um braço, a uma perna ou em perda de uma dessas extremidades.

DAS MUDANÇAS METABÓLICAS SURGEM OS PROBLEMAS CORONARIANOS

O coração é um órgão bastante afetado nos pacientes soropositivos. Cardiologista se interroga sobre o motivo do aumento de ocorrências de enfarte, ou de angina em pacientes infectados pelo HIV. Uma das possibilidades, segundo o médico, é a mudança do perfil lipídico do paciente em tratamento com os anti-retrovirais: “Aumentaram os triglicerídeos e mudaram a relação do colesterol HDL (colesterol bom) com LDL (colesterol ruim). Esses fatores, por si sós, já significam um maior risco cardíaco ou isquêmico”.

A observação do cardiologista já foi descrita em diferentes estudos clínicos que mostram o crescimento da incidência de aterosclerose prematura em doentes infectados pelo HIV e tratados com os anti-retrovirais. Isso porque essas drogas elevam a taxa de lipídeos (gorduras do sangue), um dos fatores responsáveis pela doença aterosclerótica. A prevenção e o controle de doenças passam pela identificação dos fatores de riscos, como tabagismo, excesso de peso, hipertensão arterial, sedentarismo, alcoolismo, histórico familiar e o uso de medicamentos como os betabloqueadores.

“Não há diferença no tratamento de pacientes portadores do HIV ou não. Porém, o cuidado precisa ser reforçado em pacientes com HIV. O cigarro continua sendo o grande vilão, a hipertensão tem que ser controlada e a atividade física é fundamental. É gritante a diferença entre o perfil lipídico do paciente que faz atividade física com aquele que não faz. Às vezes, é possível tratar sem recorrer ao medicamento, somente incluindo uma rotina de exercícios físicos”.

Um estudo realizado com mais de 23 mil pessoas com HIV, em 2003, sobre a influência do tratamento antiretroviral na taxa de enfartes do miocárdio, revelou um aumento de 26% na incidência de enfarte por ano de pessoas em tratamento com anti-retrovirais. Em outras pesquisas, é comparada a associação entre o uso dos inibidores da protease e a concentração de lipídeos, hipercolesteremia e hipertrigliceridemia no sangue, podendo variar de acordo com o tipo e a dosagem da droga.

Procure seu médico!

 

Fonte: Saber Viver

 

 


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26/abr/2018

A dor nas costas está entre as queixas físicas mais comuns. Ela pode ser leve ou extrema, rápida ou constante.


Existem várias causas, fatores de risco e formas de prevenção para a dor nas costas. Essa dor pode originar na coluna vertebral, músculos, nervos ou a partir de outras estruturas na região. Ela também pode irradiar a partir de outros órgãos, como os rins ou ovários.

Causas:

  • Quedas
  • Estresse
  • Exercícios praticados da maneira errada ou com carga muito alta
  • Má postura
  • Sedentarismo
  • Hérnia de disco
  • Ciática
  • artrose
  • Lombalgia
  • Dorsalgia
  • Espondilite Anquilosante
  • Espondilolistese
  • Artrite reumatoide
  • Alterações na coluna como lordose, escoliose e cifose
  • Estenose espinhal
  • Aneurisma na aorta
  • Síndromes de dor músculo-esquelética, como fibromialgia ou polimialgia
  • Infecções dos ossos da coluna vertebral como osteomielite

Uma dor decorrente de outros órgãos também pode ser sentida nas costas. Distúrbios intra-abdominais pode causar dor irradiada nas costas, entre eles:

  • Apendicite
  • Cálculo renal
  • Pedra na vesícula
  • Infecções da bexiga
  • Endometriose
  • Câncer de ovário
  • Cistos ovarianos
  • Torção testicular

Na consulta médica

Você sabe que suas costas doem, mas você pode não saber por que, ou o que fazer sobre isso. Ao chegar ao médico, ele fará uma série de perguntas sobre a área das costas que está doendo, seus hábitos como alimentação e prática de atividade física, além de pedir informações sobre o seu trabalho e ritmo de sono.

Durante a consulta, você deve responder perguntas de seu médico sobre a sua dor nas costas, incluindo a frequência da dor, localização e intensidade. Entre as perguntas que seu médico pode fazer na consulta para descobrir a causa da sua dor nas costas, estão:

  • A sua dor é de apenas um lado ou ambos os lados?
  • Como é a dor que está sentido? É cortante, latejante, ela queima?
  • Esta é a primeira vez que teve dor nas costas?
  • Quando a dor começou? Ela começou de repente?
  • Você sofreu algum acidente recentemente?
  • O que você estava fazendo antes de iniciar a dor? Você estava levantando pesos ou fazendo, estava sentado ou dirigindo?
  • Se você já teve dor nas costas antes, essa dor é semelhante ou diferente?
  • Você sabe a causa de episódios anteriores de dor nas costas?
  • Quanto tempo cada episódio de dor nas costas costuma durar?
  • Você sente a dor em qualquer lugar que não seja no quadril, coxa, perna ou pé?
  • Você tem alguma dormência ou formigamento?
  • Qualquer fraqueza ou perda de função em sua perna ou em outro lugar?
  • O que piora a dor? Elevação, torção, em pé ou sentado por longos períodos de tempo?
  • O que faz você se sentir melhor?
  • Existem outros sintomas presentes?
  • Perda de peso?
  • Febre?
  • Dificuldade de urinar?
  • Mudança nos hábitos intestinais?

Diagnóstico

Durante o exame físico, o seu médico irá tentar identificar a localização da dor e descobrir como isso afeta o seu movimento. Você será solicitado a: sentar, levantar e andar.

O seu médico pode pedir para você tentar andar na ponta dos pés e, em seguida, sobre os calcanhares. Também vai pedir para você levantar as pernas para cima, enquanto está deitado. Se a dor é pior quando você faz isso, você pode ter dor ciática, especialmente se você também sentir dormência ou formigamento em uma de suas pernas.

Seu médico também vai mover suas pernas em diferentes posições, incluindo dobrar e esticar os joelhos. Ao mesmo tempo, o médico está avaliando sua força, bem como a sua capacidade de se mover.

Para testar a função do nervo, o médico irá usar um equipamento para verificar os seus reflexos. Também irá tocar suas pernas em muitos locais, com um pino ou cotonete ou outros objetos para testar o seu sistema nervoso sensorial. O seu médico irá perguntar se há áreas onde a sensação do pino, algodão, ou de penas incomoda.

 

Exames que podem ser encomendados incluem:

Tomografia computadorizada da parte inferior da coluna ou Ressonância magnética da coluna lombar
mielograma (um raio-x ou tomografia computadorizada da coluna depois de corante foi injetado na coluna vertebral)
um raio-x.

Prevenção

O exercício é importante para a prevenção de dores nas costas no futuro e através disso você pode:

  • Melhorar a sua postura
  • Fortalecer as costas e melhorar a flexibilidade
  • Perder peso
  • Evitar quedas
  • Um programa de exercício completo deve incluir atividade aeróbica (como caminhar, nadar ou andar de
  • Bicicleta ergométrica), bem como alongamento e treinamento de força.

Para evitar a dor nas costas, também é muito importante aprender a levantar e abaixar adequadamente.

Tratamento

O tratamento para dor nas costas vai variar conforme a causa do problema. Pode incluir repouso, medicação, tratamento quiroprático, acupuntura, fisioterapia e até mesmo cirurgia.

Procure seu médico!

Fonte: Site  Minha vida


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26/abr/2018

O álcool encontrado nas bebidas é o etanol, uma substância resultante da fermentação de elementos naturais.


O álcool da aguardente vem da fermentação da cana-de-açúcar, e o da cerveja, da fermentação da cevada, por exemplo. Quando ingerido, o etanol é digerido no estômago e absorvido no intestino. Pela corrente sanguínea suas moléculas são levadas ao cérebro.

  • Cérebro: O excesso de álcool pode causar, nessa ordem; perda de reflexo, problemas de atenção, perda de memória, sonolência e coma alcoólico, que em alguns casos pode resultar em parada cardíaca e morte.
  • Coração: A bebida faz com que o cérebro libere uma substância chamada adrenalina, que acelera a atividade do sangue no sistema cardiovascular, aumentando a frequência dos batimentos cardíacos.
  • Fígado: A bebida altera a produção de enzimas no fígado, que leva em média, uma hora para metabolizar cada dose de bebida. Por conta disso esse órgão direciona 100% dos esforços para metabolizar o álcool consumido. Em consequências disso, pode surgir uma inflamação crônica e uma hepatite alcoólica, que podem evoluir para cirrose.
  • Estômago: O álcool irrita as mucosas do estômago e esôfago, alterando o funcionamento das membranas intestinais, podendo causar esofagite, gastrite e até diarreia.
  • Rins: O álcool sobrecarrega os rins, comprometendo o trabalho deste órgão que é filtrar as substâncias do nosso corpo.
  • Músculos: Quando abusamos do álcool, os músculos ficam relaxados porque a ligação entre o sistema nervoso periférico – responsável por controlar nossos movimentos – e nosso sistema muscular fica comprometida.
  • Ressaca: Além de todas as complicações que o álcool causa durante o estado de embriaguez, ele ainda pode deixar uma lembrança para o dia seguinte. A famosa ressaca! Dentre os sintomas da ressaca estão enjoo, vômitos, diarreia, tontura, pensamento embaralhado, moleza e até um sentimento de tristeza.

A longo prazo, o álcool prejudica todos os órgãos, em especial o fígado, que é responsável pela destruição das substâncias tóxicas ingeridas ou produzidas pelo corpo durante a digestão. Dessa forma, havendo uma grande dosagem de álcool no sangue, o fígado sofre uma sobrecarga para metabolizá-lo.

O álcool no organismo causa inflamações, que podem ser: gastrite, quando ocorre no estômagoHepatite alcoólica, no fígadoPancreatite, no pâncreasNeurite, nos nervos.

Cuidado, todo exagero faz mal.

 

Fonte: Minha Vida

 


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26/abr/2018

Os ácidos graxos podem ser classificados em três tipos: saturado, monoinsaturado e poli-insaturado.


Contraindicações do suplemento

O suplemento é contraindicado para pessoas com problemas de coagulação, como os portadores de hemofilia, pois há o risco de hemorragia já que o ácido graxo evita coagulações. Pessoas com próteses cardíacas também devem evitar o consumo.

Riscos do consumo em excesso de ômega 3

O excesso de ômega 3 no organismo pode causar uma série de problemas. Apesar de ser um potente anti-inflamatório, o ômega 3 em grandes quantidades pode favorecer um processo pró-inflamatório que chega a induzir a resistência à insulina, causar hemorragia e em casos de pessoas com obesidade, o quadro pode piorar.

Nutrientes similares ao ômega 3

Não há nutrientes similares ao ômega 3, porém há outro ácido graxo poli-insaturado que também é muito importante para o organismo. Trata-se do ômega 6 que assim como o ômega 3 é um importante componente de membranas celulares.

Equilíbrio entre o ômega 3 e 6
A preocupação atual vem sendo em relação à proporção do consumo entre as gorduras ômega 6 e ômega 3, pois o equilíbrio entre esses dois tipos de “gorduras” confere um efeito metabólico protetor ao organismo. O consumo exagerado de ômega 6 comparado ao ômega 3 é visto como fato extremamente prejudicial à saúde do homem, principalmente porque mantém relação com o surgimento de doenças cardíacas e câncer. Na alimentação moderna há o grande aumento de alimentos industrializados – óleos refinados, baixo consumo de alimentos de origem vegetal e pescados e frutos do mar.

Os valores sugeridos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para um bom equilíbrio entre as quantidades de ômega 6 e ômega 3 na alimentação é a razão de (5:1). Isto porque o ômega 3 é mais facilmente metabolizado pelo organismo do que o ômega 6. Então, se eles fossem consumidos na mesma quantidade o corpo priorizaria o ômega 3 e não iria ingerir os valores necessários do 6. Proporções acima desta recomendação, com mais ômega 6, não é interessante, pois o excesso deste ácido tem caráter pró-inflamatório.

Para conseguir cumprir esses valores, há condutas que podem ser encontradas no Guia Dietético para Dieta do Ômega em Sete Etapas. Entretanto, devem estar associadas a uma alimentação bem planejada.

  • Escolher alimentos ricos em acido graxo ômega 3, como peixes gordurosos (salmão, atum, truta arenque e cavala), nozes, óleo de canola, linhaça e vegetais verdes;
  • Usar óleos monoinsaturados, como azeite de oliva e óleo de canola;
  • Comer sete ou mais porções de frutas e vegetais por dia;
  • Coma mais proteínas vegetais, incluindo ervilhas, feijões e nozes;
  • Evitar carnes gordas e produtos lácteos com alto teor de gordura devido a presença de gordura saturada;
  • Evitar óleos ricos em ômega 6, como: milho, cártamo, girassol, soja e óleos de algodão;
  • Reduza a ingestão de gordura trans, “trocando” os seguintes produtos: margarina, gordura vegetal, preparações de pastelaria, frituras, snacks e alimentos processados.

 


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26/abr/2018

A fibromialgia é uma síndrome comum em que uma pessoa sofre de dores por todo o corpo por longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, nos tendões e em outros tecidos moles.


A fibromialgia também está relacionada à fadiga, distúrbios do sono, dores de cabeça, depressão e ansiedade.
A causa é desconhecida. As possíveis causas ou os desencadeadores da fibromialgia incluem:

  • Trauma físico ou emocional;
  • Resposta anormal à dor, em que áreas do cérebro responsáveis pela dor podem reagir de forma diferente em pacientes com fibromialgia;
  • Distúrbios do sono;
  • Infecção, como um vírus, embora nenhum tenha sido identificado;
  • A fibromialgia é mais comum em mulheres com idade entre 20 e 50 anos.

As seguintes doenças podem acompanhar a fibromialgia ou imitar seus sintomas:

  • Dor crônica no pescoço ou nas costas;
  • Síndrome da fadiga crônica;
  • Depressão;
  • Hipotireoidismo (tireoide inativa);
  • Doença de Lyme;
  • Distúrbios do sono.

Podem ser realizados exames para ser diagnosticado, porém é preciso ter pelo menos 3 meses de dor generalizada, além de dor e sensibilidade em pelo menos 11 de 18 áreas, incluindo:

  • Braços (cotovelos)
  • Nádegas
  • Peito
  • Joelhos
  • Região lombar
  • Pescoço
  • Caixa torácica
  • Ombros
  • Coxas

Os exames de sangue e urina geralmente estão normais. Entretanto, podem ser feitos exames para descartar outras doenças que apresentem sintomas similares. Os seus sintomas são:

  • Dor. Ela pode ser leve ou intensa. As regiões doloridas são chamadas de pontos de sensibilidade. Os pontos de sensibilidade se encontram no tecido mole da nuca, ombros, tórax, região lombar, quadris, canelas, cotovelos e joelhos. A dor então se espalha a partir dessas áreas.
  • A dor pode ser percebida como profunda ou uma dor aguda e ardente.
  • As articulações não são afetadas, embora possa parecer que a dor venha das articulações.
  • As pessoas com fibromialgia tendem a acordar com dores no corpo e rigidez. Em alguns pacientes, a dor melhora durante o dia e piora à noite. Outros pacientes sentem dor o dia inteiro.
  • A dor pode piorar com atividades, clima frio ou úmido, ansiedade e estresse.
  • Fadiga, estado deprimido e distúrbios do sono são observados em quase todos os pacientes com fibromialgia. Muitos afirmam que não conseguem dormir ou continuar dormindo e que se sentem cansados quando acordam.

Outros sintomas de fibromialgia podem incluir:

  • Síndrome do intestino irritável (SII);
  • Problemas de memória e de concentração.
  • Dormência e formigamento nas mãos e nos pés;
  • Palpitações;
  • Redução na capacidade de se exercitar;
  • Cefaleia tensional ou enxaqueca;
  • Reumatologistas e neurologistas ajudam no diagnóstico e no tratamento do problema.

 

Fonte: Minha vida


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26/abr/2018

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. 


Em geral, a conjuntivite ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas. A conjuntivite pode ser aguda ou crônica, afetar um dos olhos ou os dois.

Causas

  • A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes (poluição, fumaça, cloro de piscinas, produtos de limpeza ou de maquiagem, etc.).
  • A mais comum delas é a conjuntivite primaveril ou febre do feno, geralmente causada por pólen espalhado no ar.
  • A conjuntivite pode ser causada, também, por vírus e bactérias.
  • Nestes casos, a conjuntivite é contagiosa e pode ser transmitida pelo contato direto com as mãos, com a secreção ou com objetos contaminados.

Sintomas

  • Olhos vermelhos e lacrimejantes;
  • Pálpebras inchadas;
  • Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
  • Secreção purulenta (conjuntivite bacteriana);
  • Secreção esbranquiçada (conjuntivite viral);
  • Coceira;
  • Fotofobia (dor ao olhar para a luz);
  • Visão borrada;
  • Pálpebras grudadas quando a pessoa acorda.

Tratamento

  • O tratamento da conjuntivite é determinado pelo agente causador da doença.
  • Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos.
  • Já o tratamento da conjuntivite bacteriana inclui a indicação de colírios antibióticos, que devem ser prescritos por um médico, pois alguns colírios são altamente contra-indicados, porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.
  • Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da conjuntivite.
  • Qualquer que seja o caso, porém, é fundamental lavar os olhos e fazer compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico comprado em farmácias ou distribuído nos postos de saúde.

Prevenção

  • Evitar aglomerações ou frequentar piscinas de academias ou clubes;
  • Lavar com frequência o rosto e as mãos, uma vez que estes são veículos importantes para a transmissão de micro-organismos patogênicos;
  • Não coçar os olhos;
  • Usar toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos ou lavar todos os dias as toalhas de tecido;
  • Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente, enquanto perdurar a crise;
  • Não compartilhar o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza;
  • Não se automedique.

 

Fonte: Site Minha Vida


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