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22/out/2019

Manual de Orientações Dr. Diego Chemello

As orientações a seguir são destinadas aos pacientes com indicação de estudo eletrofisiológico e/ou ablação de arritmias não-complexas. Seu procedimento será realizado pela equipe do Dr. Diego Chemello na Unidade de Cateterismo do ICOR, localizado no Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo, em Santa Maria. Esse manual tem a finalidade de fornecer orientações aos pacientes, mas não substitui a avaliação médica presencial.


 

ARRITMIAS

Arritmias são alterações do ritmo do coração, sendo na sua maioria anormais. Elas são classificadas em 2 grandes grupos: bradicardias (ritmos com frequência cardíaca abaixo de 50 batimentos por minuto) e taquicardias (ritmos com frequência cardíaca maiores que 100 batimentos por minuto).

Os sintomas são extremamente variáveis, dependendo do tipo de ritmo e da frequência cardíaca observada. Alguns pacientes podem apresentar poucos sintomas, como palpitações leves, mesmo apresentando arritmias significativas. A avaliação especializada é fundamental para determinar se sua arritmia é ou não grave.

Fique atento aos seguintes sintomas: desmaio (síncope), tonturas, falta de ar de início súbito, palpitações, batimentos cardíacos irregulares, intolerância aos esforços.

 

 

ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO

O coração funciona como uma espécie de bomba, que mantém o sangue circulando pelos órgãos. O funcionamento correto do coração depende de um sistema elétrico especializado, capaz de estimular o coração. O estudo eletrofisiológico consiste na avaliação detalhada desse sistema de condução, através da colocação de cateteres especiais em regiões do coração. Esses cateteres são introduzidos nas veias da região inguinal (virilha) ou cervical (pescoço). Uma vez posicionados, estímulos controlados e indolores são aplicados no coração para avaliação do sistema de condução.

O estudo eletrofisiológico apresenta a vantagem de ser mais específico que os métodos convencionais, possibilitando o diagnóstico exato de determinadas arritmias e indicando o tratamento mais adequado.

 

ABLAÇÃO DE ARRITMIAS

A ablação de arritmias consiste na realização de uma pequena cauterização que, quando aplicada de maneira controlada, determina resolução definitiva de certas arritmias. Essa cauterização é realizada por meio de cateteres especiais, com propriedades de liberar energia. A ablação pode ser realizada após o estudo eletrofisiológico (no mesmo procedimento) ou em um segundo momento, dependendo da complexidade da mesma e do tempo dispendido.

PREPARAÇÃO PARA ESTUDO E ABLAÇÃO DE ARRITMIAS

Antes da realização do procedimento, você deverá receber instruções específicas de seu médico em relação aos cuidados necessários para a realização de um procedimento seguro e tranquilo. Faça perguntas!

 

Algumas orientações importantes que você deve saber em preparação ao seu teste:

PREPARAÇÃO ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO

Medicações

  • Informe sobre alergias ou intolerâncias a medicamentos;
  • Traga sempre suas medicações nas consultas e no dia do exame para que possam ser revisadas;
  • Você será orientado a suspender o uso de algumas medicações dias antes do procedimento. Certos medicamentos podem impedir o diagnóstico correto de arritmias, de modo que sua suspensão garante melhores resultados;
  • Avise sobre a presença de diabetes e uso de medicações para tratamento do mesmo. Na maioria dos casos, ajustes de doses são necessários antes e após o procedimento;
  • Avise sobre o uso de anticoagulantes (varfarina, femprocumona, dabigatrana, rivaroxabam, apixabam). Alguns procedimentos não podem ser feitos sob efeito dessas medicações.
  • Informe sobre alergias ou intolerâncias a medicamentos;
  • Traga sempre suas medicações nas consultas e no dia do exame para que possam ser revisadas;

ACOMPANHANTE

  • Você será orientado a suspender o uso de algumas medicações dias antes do procedimento. Certos medicamentos podem impedir o diagnóstico correto de arritmias, de modo que sua suspensão garante melhores resultados;
  • Avise sobre a presença de diabetes e uso de medicações para tratamento do mesmo. Na maioria dos casos, ajustes de doses são necessários antes e após o procedimento;
  • Avise sobre o uso de anticoagulantes (varfarina, femprocumona, dabigatrana, rivaroxabam, apixabam). Alguns procedimentos não podem ser feitos sob efeito dessas medicações.

 

HÁ RISCOS?

O estudo eletrofisiológico é considerado um procedimento de baixo risco. No entanto, complicações podem ocorrer em qualquer procedimento. Felizmente, as complicações mais frequentes no estudo eletrofisiológico são facilmente tratadas, entre as quais destacam-se: sangramentos menores, dor ou desconforto no local de punção, sensação de batimentos cardíacos anormais e leve desconforto no peito. São de ocorrência rara complicações como perfuração do coração e lesão pulmonar.

No caso de ablação (cauterização), alguns riscos adicionais são possíveis como lesão do sistema de condução cardíaco, necessidade de implante de marcapasso definitivo, tamponamento cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC). Tenha calma! Segundo dados da literatura, o risco de complicações graves é menor que 1 para cada 1,000 procedimentos. Segundo a avaliação do seu médico, os benefícios do procedimento são muito superiores aos riscos!

DURANTE O ESTUDO

Durante o procedimento, você estará em um ambiente hospitalar. Apesar da simpatia e dos cuidados da equipe, a ansiedade é um sintoma comum. Medicamentos podem ser administrados para reduzir a ansiedade e o desconforto, sem riscos à sua saúde. Durante o exame, os profissionais vão conversar com você. Não tenha medo! Informe o que está sentindo para que possamos lhe proporcionar uma experiência o mais agradável possível.

DOR / DESCONFORTO

O estudo eletrofisiológico é realizado sob o efeito de anestesia local e sedação leve. Algum desconforto pode ser ocasionado no momento da aplicação do anestésico local, para a colocação dos cateteres. Durante o estudo, é normal você sentir palpitações ou aceleração dos batimentos cardíacos.

Se for realizada ablação, é possível que você sinta um leve desconforto no peito, o qual desaparece rapidamente após o término da cauterização. Por fim, o tempo de permanência deitado durante e após o procedimento pode lhe causar algum desconforto nas costas. Você será capaz de informar seu médico durante o exame sobre a ocorrência desses sintomas!

A ocorrência de arritmias durante o procedimento é esperada em muitos casos, sendo uma etapa fundamental para o correto diagnóstico do problema. Isso pode reproduzir alguns dos sintomas que lhe motivaram a procurar avaliação médica. Não tenha medo! Durante o exame você terá seus sinais vitais periodicamente checados e profissionais especializados lhe monitorando constantemente. Algumas arritmias precisam ser revertidas com um choque elétrico (cardioversão), o que será feito com sedação adequada para que você não sinta desconforto. 

 

DURANTE O ESTUDO

O procedimento dura em média 2-3 horas. Esse tempo pode ser maior ou menor, de acordo com a complexidade do caso. O período de recuperação após o exame dura de 4-6 horas, tempo no qual é necessário manter a observação dentro do hospital. Em alguns casos, é necessário pernoite no hospital com reavaliação médica no dia seguinte. Sugerimos que você reserve seu dia para o procedimento.

DURAÇÃO

Após o procedimento, você será encaminhado a uma sala de recuperação, onde seus sinais vitais serão monitorizados. Após algumas horas, na maioria dos casos, você poderá fazer uma refeição leve e receber uma breve visita do seu acompanhante. Devido às punções realizadas na região da virilha e/ou do pescoço, é necessário que você permaneça deitado por 4 horas em média. Somente após esse período você será autorizado a sentar.

Seu médico explicará o resultado do exame de maneira simples e que você possa compreender. É possível que o efeito residual de alguns sedativos façam que você não lembre de algumas orientações. Não se preocupe!! No momento da alta você e seu acompanhante receberão orientações por escrito sobre medicações, retorno e cuidados.

 No próximo texto vamos abordar algumas dúvidas frequentes que os pacientes querem esclarecer antes da realização do exame.

 

 FONTE: DR. Diego Chemello 

 

 

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.


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22/out/2019

O tratamento com medicamentos que “afinam” o sangue, conhecidos como anticoagulantes, reduz a capacidade do sangue de formar coágulos. Eles são medicamentos importantes, por exemplo, em pacientes com batimento cardíaco irregular (fibrilação atrial), que são mais vulneráveis ao AVC.

Entenda melhor no Manual de Orientações ao Paciente organizado pelo nosso cardiologista, Dr Diego Chemello. 


A Coagulação do sangue

Nosso sangue carrega muitas células especializadas e substâncias. Dentre essas substâncias, existem os fatores de coagulação, que agem promovendo a formação do coágulo sanguíneo. Quando nos ferimos, os fatores de coagulação entram em ação, contribuindo para a formação de um coágulo e impedindo que tenhamos uma hemorragia incontrolável.

Em alguns pacientes, existe um funcionamento exacerbado do sistema de coagulação, contribuindo para a formação excessiva de coágulos. Esses coágulos podem, em determinadas situações, causar entupimento de artérias importantes do nosso corpo, causando trombose de vasos cerebrais, de vasos das pernas ou braços e do coração. Essas situações são potencialmente.

 

Os anticoagulantes

Os anticoagulantes são medicamentos com propriedades de inibir determinados fatores de coagulação, evitando a formação excessiva de coágulos em pacientes com predisposição. De um modo simplificado, são medicamentos que “afinam o sangue”. Seu uso correto é importante, pois esses medicamentos também aumentam o risco de sangramento. O uso correto garante um equilíbrio do sangue. Diversos estudos têm mostrado benefícios importantes do uso dessas medicações em situações de risco, com redução da formação de coágulos impróprios e de eventos como infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico (AVC) e até mesmo morte.

 

Novos anticoagulantes

Os novos anticoagulantes são medicações modernas, desenvolvidas para se tornarem uma alternativa mais prática para anticoagulação. Essas medicações mostram resultados excelentes!

Quatro medicações já estão em comercialização no Brasil:

  • Dabigatrana (Pradaxa)
  • Rivaroxabana (Xarelto)
  • Apixabana (Eliquis)
  • Edoxabana (Lixiana)

 

Vantagens dos Novos Anticoagulantes

  • Ausência de interações com medicações ou alimentos;
  • Não existe a necessidade de monitorização do INR para ajuste da medicação. Ou seja, a dose é fixa e determinada após a avaliação do médico. Testes de sangue periódicos não são necessários;
  • Menos sangramentos espontâneos no sistema nervoso central (cérebro, etc.);
  • Rápida reversão do efeito com a suspensão da medicação.

 

 

Varfarina

Esses medicamentos são utilizados há muito tempo, de modo que muitos médicos têm familiaridade com seu uso. Além disso, são de custo mais acessível.

Como desvantagens, apresentam a necessidade de ajuste de doses e de monitorização regular dos níveis de medicação, através de coleta de sangue.

A interação com alimentos e outros medicamentos também é uma desvantagem.

 

 

Cuidados com a Alimentação

A vitamina K é essencialmente obtida pela alimentação, de modo que o consumo de determinados alimentos pode aumentar a quantidade de vitamina K ingerida, reduzindo a eficácia dos medicamentos inibidores da vitamina K. Portanto, você precisa estar atendo à sua alimentação diária, conhecendo os alimentos ricos e pobres nessa vitamina. Evite variações bruscas na ingestão de certos alimentos. Os alimentos ricos em vitamina K, que devem ser ingeridos em pequenas quantidades e porções semanais regulares são os seguintes:

  • Vegetais e folhas verdes: alface, brócolis, agrião, folhas de beterraba, espinafre, repolho, salsa, casca de pepino, mostarda, radite, chicória, rúcula, etc.;
  • Óleo e gorduras vegetais: azeite de oliva, óleos de soja/canola, margarina e maionese;
  • Carne de fígado.

 

Dicas importantes aos usuários de varfarina

  • Os alimentos ricos em vitamina K são importantes para a saúde. Portanto, não deixe de comê-los! O que você deve fazer é manter uma dieta constante, sem muitas alterações em relação a esses alimentos;
  • Você pode aumentar o conteúdo de vitamina K em um alimento que seja pobre nessa vitamina, apenas alterando o modo de preparo. Por exemplo: batata inglesa é pobre em vitamina K, mas quando frita em óleo vegetal torna-se rica nessa vitamina;
  • Cuidado com as frituras e com o óleo usado nas saladas;
  • Não use suplementos vitamínicos ou alimentares sem informar seu médico;
  • As bebidas alcoólicas devem ser evitadas, principalmente no seu uso diário. O álcool aumenta o risco de sangramento.

Avaliação da dose certa de Varfarina

  • O exame que mostra como está a coagulação do sangue chama-se tempo de protrombina (TP).
  • O INR (Taxa Internacional de Normatização – referente ao TP) nos informa em que nível está a anticoagulação do sangue, determinando se a dose da medicação está adequada ou não.
  •  Valores de INR adequados variam conforme o tipo de problema.
  • Seu médico determinará o INR indicado no seu caso, bem como determinará a dose de medicação necessária e eventuais ajustes.
  • O exame deverá ser coletado na data determinada, com uso regular da medicação.

 

 FONTE: DR. Diego Chemello 

 

 

 

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22/out/2019

Miocardite é o nome dado a toda e qualquer inflamação do músculo do coração, chamado de miocárdio. Essa condição enfraquece o músculo cardíaco e pode afetar a capacidade do coração de bombear sangue de forma correta.

A causa mais comum para essa inflamação é infecção por vírus (como da Gripe H1N1, sarampo, caxumba, dengue, etc.) e é mais frequente em pessoas com HIV. Mas a miocardite também pode ser provocada por bactérias, protozoários, fungos, doenças autoimunes, drogas legais e ilegais, como álcool e cocaína.

Os sintomas apresentados por pessoas com miocardite podem ser: dor no peito, palpitações, dor nas articulações, cansaço, desmaios, febre, insuficiência cardíaca ou falta de ar.

Como a baixa imunidade pode ser um facilitador para a miocardite, recomenda-se tomar a vacina da gripe anualmente e manter as demais vacinas atualizadas. Outras medidas básicas para evitar propagação de infecções virais são lavar as mãos com frequência e evitar se expor quando estiver doente.

Cuide da sua saúde! ❤️

 

 

Fonte: Ada Health

 

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22/out/2019

No vídeo dica especial da Semana do Coração do ICOR, nosso cardiologista, Dr. Antonio Hahn, fala sobre alguns “Mitos e Verdades” que são comuns os pacientes lhe perguntar.

 

 

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22/out/2019

No vídeo dica especial da Semana do Coração do ICOR, nosso cardiologista, Dr. Luiz Bragança de Moraes, aborda alguns destaques do 74º Congresso Brasileiro de Cardiologia, que ocorreu em Porto Alegre nos dias 20, 21 e 22 de setembro.

Durante o encontro foram debatidos problemas cardiovasculares e outras questões relacionadas com a saúde do coração. Entre os temas, a importância da inclusão da espiritualidade no atendimento ao paciente.

👉Assista ao vídeo!

 

 

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22/out/2019

1 – Pedalar por volta de 20 quilômetros em uma hora pode gastar uma média de 500 calorias.
2 – Se você mora perto do trabalho, você pode ir pedalando pelo menos duas vezes por semana e queimar calorias que vão dar resultados na balança.
3 – Quem pedala geralmente tem pernas bem torneadas, isso porque os glúteos e panturrilhas são o motor.
4 – Andar de bicicleta melhora os níveis de energia em 20% e a fadiga em 65%.
5 – Na bicicleta, você coloca menos estresse sobre os joelhos, tornozelos e coluna vertebral, ótimo para quem quer começar a se mexer.
6 – Pedalar em pé na bicicleta, fora do banco, ajuda a trabalhar o tríceps.
7 – Pedalar reduz risco de doença cardíaca pois ajuda a melhorar dois fatores de risco: pressão arterial alta e níveis elevados de colesterol LDL.

OBS: Antes de começar qualquer atividade física procure seu médico para fazer um check up.

 

Fonte: Dr Antônio Sproesser- Clínico geral- Médico de família

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22/out/2019

O que é? 

O marcapasso é um pequeno dispositivo implantado em portadores de diversas doenças do coração.

Foi inventado na década de 30, mas somente 28 anos depois, o primeiro ser humano pode experimentar seus benefícios. Era um aparelho de grande porte, ao qual o paciente tinha que ficar conectado por meio de fios elétricos.

 

Como funciona? 

Esse dispositivo envia pulsos elétricos ao órgão sempre que o batimento cardíaco está muito lento ou fora do ritmo cardíaco. Ou seja, o aparelho é programado para aumentar ou diminuir o ritmo do coração assim que houver necessidade

 

Como o marcapassos é implantado?

O cirurgião faz uma incisão na pele, na porção superior do tórax de aproximadamente 5 cm. Um ou dois cabos-eletrodos (fios recobertos) são introduzidos através de uma veia até o coração. O cirurgião, então, conecta o(s) eletrodo(s) com o seu marcapasso e programa o dispositivo para as suas necessidades médicas. Então o marcapasso é introduzido debaixo da pele na parte superior do tórax e a incisão é fechada.

👉 O implante é feito com a presença de um anestesista e o paciente recebe sedação e anestesia no local do implante. 

👉 O médico então testa o marcapasso para assegurar-se que ele esteja funcionando adequadamente de acordo com as suas necessidades.

👉Após o implante do marcapasso, a equipe de enfermagem do ICOR irá avaliar o paciente regularmente, monitorando a pressão arterial, o ritmo cardíaco e irá verificar qualquer hemorragia ou inchaço no local da incisão, comunicando o médico.

👉 Normalmente, o paciente fica no hospital uma noite e tem alta no dia seguinte.

 

 

 

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22/out/2019

Estudo realizado por cientistas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha afirma que exercícios físicos podem ser tão eficientes no combate a doenças cardíacas quanto remédios.

Segundo reportagem da BBC, o trabalho foi publicado na revista científica British Medical Journal (BMJ). Os cientistas analisaram centenas de testes que envolveram 340 mil pacientes na busca de uma comparação entre efeitos de exercícios físicos e medicamentos.

As atividades físicas obtiveram resultados semelhantes aos dos medicamentos para doenças cardíacas, com exceção dos remédios da classe dos diuréticos, que tiveram melhores resultados. Especialistas alertam que isso não significa que se deve abandonar o uso de remédios em prol de exercícios. Ambos têm que ser usados ao mesmo tempo no tratamento de doenças.

A seguir, o cardiologista Roberto Rocha e Silva, autor do livro “Querido Coração”, enumera algumas dicas fundamentais para quem deseja começar a se exercitar:

1 – Antes de se “amarrar” num tipo de exercício (corrida, futebol, natação, ciclismo) experimente algumas modalidades para ver com qual você se dá melhor. Converse com amigos que praticam atividade física regular. Quando escolher, converse com um treinador ou personal para se planejar. Se você ainda não fez o teste da esteira, talvez seja o momento de realizá-lo. Se já fez, discuta o resultado com o médico, pois assim ele poderá orientá-lo.

2 – Você pode começar com 15 minutos de exercícios diários, mas a meta deve ser chegar a, pelo menos, 40 minutos ou uma hora por sessão.

3 – Sempre que iniciar uma sessão e sentir-se indisposto, mal-humorado ou cansado, pare imediatamente. Nunca faça as atividades com má vontade, pois as chances de você desistir serão enormes.

4- Nas primeiras semanas ou mesmo nos primeiros meses, é provável que você não perceba que está melhorando o condicionamento físico nem que está perdendo peso. Mas não se preocupe, o que importa é manter-se saudável. Com o tempo, o resultado virá. 

 

 

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22/out/2019

No vídeo dica especial da Semana do Coração do ICOR, nosso cardiologista, Dr. Antonio Hahn, fala sobre a dislipidemia, caracterizada pela presença de níveis elevados de lipídios (gorduras) no sangue. O Colesterol e o triglicérides estão incluídos nessas gorduras, que são importantes para que o corpo funcione.


No entanto, quando em excesso, colocam as pessoas em alto risco de infarto e derrame. Importante lembrar que:

👉 A dislipidemia é um grande fator de risco para doenças cardiovasculares, como infartos, acidente vascular cerebral e o desenvolvimento da aterosclerose.

👉 As causas podem ser primárias (genéticas) ou secundárias.

👉 O diagnóstico é realizado pela medida das concentrações totais de colesterol, triglicerídios e lipoproteínas individuais.

👉 O tratamento envolve alterações alimentares, atividade física e drogas hipolipemiantes.

👉 As dislipidemias, geralmente, não causam sintomas. Por este motivo, pessoas dos grupos de risco devem consultar o médico e realizar os exames de rotina. A única forma segura de identificar as dislipidemias é por meio de exames de sangue periódicos.

👉 As dislipidemias são perigosas e silenciosas, portanto, não hesite em procurar um médico para que ele analise seu caso e o oriente com formas de prevenção e de tratamento específicas.

 

Assista ao vídeo:  

 

 

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22/out/2019

O cateterismo cardíaco é um procedimento invasivo, geralmente realizado com o objetivo de obter informações anatômicas e funcionais do coração e de suas artérias (artérias coronárias) e valvas. 

O exame permite diagnosticar diversas doenças cardíacas e avaliar a sua repercussão. Normalmente, é realizado para avaliar as artérias coronárias, identificando e quantificando obstruções responsáveis por quadros de “angina” e de infarto do miocárdio. A avaliação do resultado de tratamentos por angioplastia ou cirurgia cardíaca também é comumente realizada através deste exame.

Como é realizado?

Geralmente, o exame é realizado com anestesia apenas local, por dissecção da artéria do braço (braquial) ou punção das artérias radial (braço) ou femoral (virilha). Em situações específicas, pode ser necessário utilizar, além da artéria, uma veia, que permite estudar adequadamente o lado direito do coração e/ou as artérias pulmonares. 

Através de um longo tubo, fino e flexível (cateter), introduzido num vaso sanguíneo periférico (veia ou artéria) do braço, coxa ou pescoço, que chega até às artérias do coração ou ao interior do próprio órgão. Através desse tubo, pode ser injetado um contraste radiopaco que permite detectar eventuais placas de gordura, colesterol ou cálcio que estejam estreitando ou bloqueando artérias coronárias e outras anomalias cardíacas. Por meio dele é também possível colher amostras de sangue e do músculo e válvulas cardíacas, assim como realizar pequenas cirurgias no coração. Eventuais bloqueios nas artérias podem ainda ser visualizados por meio da ultrassonografia durante o cateterismo cardíaco.

Quando o cateterismo cardíaco é indicado? 

cateterismo cardíaco é mormente indicado naquelas situações em que se ache necessário avaliar o estado circulatório das artérias coronarianas. Isso se dá, sobretudo, em pacientes que sofreram ou sofrem infarto do miocárdioangina do peitoisquemia coronariana, pacientes que tenham sido submetidos à angioplastia ou cirurgia de ponte de safena, pacientes com doenças das válvulas do coração, cardiopatias congênitasinsuficiência cardíaca etc.

cateterismo é capaz de diagnosticar com precisão a existência, extensão e localização de placas que estejam prejudicando a circulação, assim como pode desobstruir artérias e válvulas porventura danificadas. Também pode ser usado na necessidade de se avaliar ou confirmar anomalias cardíacas, doenças das válvulas e do músculo cardíaco, dos vasos pulmonares ou da artéria aorta e para determinar a necessidade de tratamento cirúrgico. Por meio do cateterismo cardíaco são possíveis certos procedimentos terapêuticos:

  • Angioplastia: desobstrução de uma artéria coronariana ou ponte de safena usando-se um balão inflável que restitui a circulação no vaso.
  • Stent coronário: colocação de uma tela de aço inoxidável na parede interna do vaso desobstruído durante angioplastia.
  • Valvuloplastia: desobstrução das válvulas cardíacas (pulmonar e mitral).

Quais são os riscos do cateterismo cardíaco?

cateterismo cardíaco é um exame feito com frequência e habitualmente sem complicações. No entanto, em raros casos pode implicar em complicações sérias e inclusive fatais. As complicações mais frequentes são:

  • Desprendimento de coágulos sanguíneos
  • Dor, sangramento ou infecção no local onde o cateter é introduzido
  • Danificação dos vasos sanguíneos utilizados
  • Arritmia cardíaca (batimentos irregulares do coração)
  • Diminuição da pressão sanguínea
  • Reação alérgica aos contrastes utilizados
  • Acúmulo de sangue ou fluido na bolsa membranosa que envolve o coração

As complicações mais comuns do cateterismo cardíaco diminuíram a partir da utilização da artéria radial, em vez da artéria femoral.

 

Fonte: AbcMed

 

 

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