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20/ago/2019

Você sabia que, na maioria das pessoas, os batimentos do coração ficam em torno de 60 a 100 por minuto? Essa média de batimentos tem algumas variações quando a pessoa se encontra em repouso ou realiza algum esforço físico. 

Já as arritmias são alterações do ritmo normal das batidas coração e podem ser de vários tipos:

👉 quando o coração bate rápido demais (taquicardia)

👉 quando as batidas são muito lentas (bradicardia)

👉 quando o coração bate com total irregularidade (descompasso)

Um dos tipos mais comuns de arritmia é a fibrilação atrial (FA). Ocorre quando os batimentos dos átrios (câmaras superiores do coração) batem de forma rápida e irregular.

As arritmias, em sua maioria, são benignas e não costumam apresentar sintomas. Mas alguns relatados são:

👉 palpitações

👉  fraqueza

👉 tonturas

👉 queda de pressão

👉 desmaios

👉 confusão mental

👉 falta de ar

👉 mal-estar e sensação de dor no peito.

Por isso, quando não diagnosticadas e tratadas de forma adequada, podem provocar doenças no coração, parada cardíaca ou morte súbita.

Fonte: Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas

Consulte seu médico, realize exames periódicos.
Cuide do seu coração! ❤️ 

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.

 


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20/ago/2019

A insuficiência cardíaca (IC) ocorre quando os músculos do coração não se contraem com força suficiente para bombear a quantidade necessária de sangue para o corpo. 

👉 É uma doença secundária, ou seja, é causada por outras doenças e situações prévias que acabam comprometendo o músculo cardíaco. Entre as doenças que resultam na insuficiência cardíaca estão: infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial e doenças das válvulas cardíacas.

👉 Em 2018, foram registradas pelo DataSus mais de 200 mil internações e 22 mil mortes causadas pela IC. Porém, um diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para reduzir o desenvolvimento dessa condição.

Entre os principais sintomas da insuficiência cardíaca destacam-se:

👉falta de ar constante

👉 inchaço (edema) nas pernas

👉 tornozelos e pés

👉 falta de ar ao se deitar

👉 tosse ou chiado constante

👉 maior necessidade de urinar durante a noite

👉 inchaço do seu abdômen (ascite)

Consulte seu médico e mantenha um estilo de vida saudável.
Cuide do seu coração! ❤️

 

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

 

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20/ago/2019

O Ecocardiograma Pediátrico/Infantil é fundamental para identificar possíveis problemas no coração de recém-nascidos, crianças ou adolescentes. Ele pode diagnosticar cardiopatia congênita pois fornece com precisão informações sobre a anatomia e função cardíacas.

👉 COMO O EXAME É REALIZADO?

É igual a qualquer outro exame de ultrassom. É um procedimento rápido e não invasivo no qual o médico especialista aplica um gel no abdômen, tórax e pescoço da criança e percorrendo com a sonda essas regiões. O Ecocardiograma Pediátrico/Infantil não causa dor, não tem radiação nem há necessidade de usar sedativo. 

ONDE REALIZAR:

📍 CARDIO CENTRO | Unid. PINHEIRO MACHADO, 2380 | ☎️: (55) 3222 1333

 

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20/ago/2019

Conhecido, também, como derrame cerebral o AVC é uma doença crônica, não transmissível e uma das principais causas de morte, incapacidade adquirida e internações em todo o mundo. Ocorre quando os vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se ropem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. É raro acontecer na infância mas pode atingir as pessoas de todas as idades.

Tipos de AVC:

AVC isquêmico (causado pela obstrução ou entupimento de um vaso) 

  • ocorre quando há obstrução de uma artéria, impedindo a passagem de oxigênio para células cerebrais, que acabam morrendo. Essa obstrução pode acontecer devido a uma trombose ou a uma embolia. O AVC isquêmico é o mais comum e representa 85% de todos os casos. 

AVC hemorrágico (quando um ou mais vasos se rompem)

  • ocorre quando há rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia. Esta hemorragia pode acontecer dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. É responsável por 15% de todos os casos de AVC, mas pode causar a morte com mais frequência do que o AVC isquêmico.

Ataque isquêmico transitório (AIT)

  • trata-se de uma espécie de mini-AVC que acontece quando o fornecimento de sangue para o cérebro é interrompido por pouco tempo. Em 87% dos casos, o acidente vascular cerebral é isquêmico.

 No Brasil, a doença é a segunda principal causa de morte, atrás apenas do infarto. Segundo dados do Ministério da Saúde, um brasileiro morre a cada cinco minutos em decorrência do AVC, contabilizando mais de 100 mil óbitos por ano.

Os sinais e sintomas do AVC acontecem de forma súbita podendo ser únicos ou combinados, tais como:

  • enfraquecimento,
  • adormecimento ou paralisação da face, braço ou perna de um lado do corpo,
  • alteração de visão (ficando turva ou até mesmo a perda),
  • dificuldade na fala ou compreensão,
  • Pode ocorrer também tontura sem causa definida,
  • desequilíbrio,
  • falta de coordenação no andar ou queda súbita e ainda dores de cabeça fortes e persistentes além de dificuldade para engolir.

 Existem alguns sinais que o corpo dá que ajudam a reconhecer um AVC. Atenção ao “SAMU”:

  • S ORRISO: peça para a pessoa sorrir. Se o sorriso sair torto ou se a boca entortar, pode ser AVC.
  • A BRAÇO: peça para a pessoa levantar os braços. Se a pessoa tiver alguma dificuldade para levantar um deles ou se após levantar os dois um deles cair bruscamente, pode ser AVC.
  • ENSAGEM: peça para a pessoa repetir uma frase ou uma mensagem qualquer. Se a pessoa não conseguir compreender ou não conseguir repetir a frase ou mensagem, pode ser AVC.
  • U RGÊNCIA: havendo qualquer um desses sinais, chame imediatamente o SAMU 192.

Quais as principais causas do AVC?

  • Hipertensão arterial,
  • fibrilação atrial,
  • diabetes,
  • tabagismo,
  • uso de pílulas anticoncepcionais,
  • álcool e problemas relacionados à coagulação sanguínea estão entre as principais causas do AVC.

Como é feito o diagnóstico do AVC?

O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem, que permitem identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame cerebral. Tomografia computadorizada de crânio é o método de imagem mais utilizado para a avaliação inicial do AVC isquêmico agudo, demonstrando sinais precoces de isquemia. Importante ressaltar que o acidente vascular cerebral é uma emergência médica e o paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar.

  • Mudanças de hábito podem ajudar na recuperação por isso é importante controlar o colesterol, pressão arterial e níveis de açúcar no sangue.  Os cardiologistas recomendam adotar uma dieta equilibrada e a pratica de atividade física.
  • As células cerebrais não se regeneram, e também não existe tratamento para recuperá-las, mas há tratamentos terapêuticos que auxiliam na restauração das funções, movimentos e fala e sua eficácia é melhor aproveitada quando o tratamento é imediato. Nunca suspenda o tratamento indicado pelo cardiologista e/ou neurologista.

Como prevenir o AVC?

Muitos fatores de risco contribuem para o aparecimento de um AVC e de outras doenças crônicas, como câncer e diabetes. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, dependem apenas da pessoa e são os principais para prevenir essas doenças.

  • Não fumar
  • Não consumir álcool
  • Não fazer uso de drogas ilícitas
  • Manter alimentação saudável
  • Manter o peso ideal
  • Beber bastante água
  • Praticar atividades físicas regularmente
  • Manter a pressão sob controle
  • Manter a glicose sob controle

Quais complicações o paciente pode apresentar?

Em alguns casos, o AVC pode deixar sequelas de acordo com a intensidade do evento cardiovascular, o que varia de pessoas para pessoa. 

  • A falta de força pode ocasionar em perdas motoras, como fala, o comer sozinho, andar ou se vestir. Pode incluir dificuldade na comunicação, compreensão, engasgos, incontinência, perda de visão, distúrbios neurológicos e agressividade comprometendo o convívio com amigos e familiares.

O AVC é uma doença totalmente dependente do tempo. Isso quer dizer que quanto mais rápido for o tratamento, maiores serão as chances de recuperação completa. Desta forma, torna-se essencial a identificação dos sinais e sintomas e o atendimento médico imediato.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia- SBC- Ministério da Saúde

 

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20/ago/2019

O Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente chamado de derrame cerebral, ainda é uma das principais causas de morte no Brasil. E especialistas alertam que o número de pessoas jovens atingidas pela doença é cada vez maior. De acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 2015 e 2017, cerca de 27 mil pessoas com idade entre 14 e 39 anos tiveram um AVC.

Outro aspecto que os especialistas destacam é a gravidade: quanto mais jovem, pior o quadro. Isso porque artérias e partes maiores do cérebro são afetadas nas pessoas mais jovens. No entanto, quanto mais jovem o cérebro, maiores as chances de se recuperar sem sequelas.

É importante destacar que existem dois tipos de AVC:

♦️ Isquêmico: compreende cerca de 80% de todos os casos de AVC. Ocorre quando o fornecimento de sangue é reduzido ou interrompido. Dessa forma, as células deixam de receber oxigênio e nutrientes.

♦️ Hemorrágico: quando ocorre o rompimento de uma artéria cerebral, provocando sangramento em uma parte do cérebro.

Segundo especialistas, o AVC em pessoas jovens está relacionado a hábitos e estilo de vida. Fatores de risco como sedentarismo, tabagismo, maus hábitos alimentares, estresse, colesterol e hipertensão também são a causa de AVC em pessoas cada vez mais jovens.

Mas também existem casos em que o AVC atinge os mais jovens por conta de doenças autoimunes e causas genéticas ou congênitas, podendo esse risco ser transmitido de forma hereditária. Nesse caso, de ocorrência de AVC na família, os médicos orientam que seja feita uma avaliação.
Assim, manter estilo de vida saudável e realizar avaliações médicas podem evitar esse tipo de evento.

 

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

 

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20/ago/2019

Estudos publicados no British Medical Journal comprovam que alimentos processados e ultraprocessados (batata frita, pratos congelados, biscoitos, entre outros) estão associados ao aumento de doenças cardíacas. Isso porque possuem baixa qualidade nutricional e alta densidade energética.


Por isso, fizemos uma lista com 4 alimentos que você deve manter na sua alimentação e que irão facilitar a circulação do sangue. São eles: 

1. GENGIBRE: poderoso anti-inflamatório natural. Ajuda no combate a dores musculares, artrite reumatoide e problemas de circulação. Também auxilia na coagulação do sangue, por conta de uma enzima que ajuda a dissolver a proteína envolvida no processo, a fibrina.

2. BETERRABA: antioxidante, anti-inflamatório e desintoxicante, além de ótima fonte de energia. É capaz de aumentar a oxigenação e o fluxo de sangue nos músculos. Tem propriedades que melhoram a circulação nas veias e previnem varizes. Estudos afirmam que um copo de suco de beterraba é capaz de reduzir a pressão arterial em poucas horas.

3. LARANJA: o poder antioxidante da vitamina C protege de doenças cardiovasculares, além de propriedades capazes de reduzir o colesterol. As fibras presentes no bagaço ajudam a evitar o acúmulo de gordura nas artérias. Demais componentes favorecem o revestimento interno dos vasos e ajudam na circulação, ao equilibrar o excesso de sódio na dieta. 

4. ALECRIM: alivia dores musculares, melhora a imunidade e a microcirculação. Tem substâncias que reduzem a inflamação, assim, facilita a circulação nos pequenos vasos em torno dos músculos e órgãos.

Cuide da sua alimentação!

 

 

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20/ago/2019

As endopróteses são um tipo de malha de metal, também chamadas stents, que são inseridas em artérias doentes com o objetivo de dar suporte à área com pouco suprimento sanguíneo, hipoperfundida. Elas possibilitam a restauração do fluxo sanguíneo e impedem que os vasos sejam obstruídos. 

👉 Durante o procedimento, considerado menos invasivo que a cirurgia, um cateter é inserido através de pequena incisão para a colocação das endopróteses. Em seguida, elas são guiadas até o local a ser reparado. 

É importante destacar que nem todos os pacientes são candidatos ideais a realizar o procedimento. Seu médico é quem vai fazer a avaliação e definir o melhor tratamento.

ONDE REALIZAR:

📍 Unidade Hemodinâmica | Av. Presidente Vargas, 2291 | ☎️: (55) 3222 9888

 

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20/ago/2019

A morte súbita é a morte instantânea, inesperada, repentina e não acidental, na maioria das vezes de origem cardíaca. Geralmente, está associada a dois tipos de miocardiopatia: hipertrófica, quando há um aumento no tamanho do músculo cardíaco e que causa arritmia; e displasia arritmogênica do ventrículo direito, quando as células do músculo cardíaco morrem e são substituídas por células gordurosas, sem relação com a alimentação. 

De modo geral, qualquer pessoa pode ser diagnostica com arritmia cardíaca, independentemente de faixa etária, sexo ou condição socioeconômica. As arritmias cardíacas podem acometer recém-nascidos, jovens saudáveis e esportistas. Tem alta incidência na população brasileira, sobretudo entre idosos.

A morte súbita pode ser evitada?

A morte súbita não é inevitável, sendo reversível em muitas vítimas, se tratada rapidamente com um choque elétrico aplicado no peito. Poucas tentativas de ressuscitação são bem-sucedidas após 10 minutos e, a partir de três minutos, o cérebro já começa a sofrer danos.

Quem está sujeito às arritmias cardíacas e à morte súbita?

Qualquer pessoa, independente da faixa etária e sexo, pode sofrer uma arritmia cardíaca. No entanto, a maioria das ocorrências está em pessoas que possuem doenças cardíacas ou já sofreram parada cardíaca, e pessoas que têm histórico de doenças da família (pais, irmãos etc.)

Somente indivíduos idosos têm arritmias cardíacas e podem sofrer morte súbita?

Não, as arritmias cardíacas podem acometer pessoas de qualquer faixa etária, até mesmo recém-nascidos. Segundo dados, a maioria das vítimas de morte súbita se encontra em sua idade mais produtiva.

Arritmias cardíacas certamente provocam a morte súbita?

Mais de 95% das mortes súbitas ocorrem fora do ambiente hospitalar. Por isso, a rápida desfibrilação e o suporte básico de vida podem aumentar a taxa de sobrevida em longo prazo. Em caso nos quais o acesso aos desfibriladores ocorre no período entre cinco a sete minutos após a parada cardíaca, a sobrevida é maior que 49%.

O que é um marca-passo?

O marca-passo é um dispositivo implantável que também podem ser utilizado no tratamento dos pacientes com arritmia cardíaca.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Arritmias  Cardíacas- SOBRAC 

 

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20/ago/2019

Arritmias são batimentos anormais do coração. Existe uma região dentro do coração responsável por gerar estimulo elétrico e fazê-lo bater. Esta região se chama ” Nó Sinusal”. Ela gera em torno de 50 a 100 batimentos por minuto e, em episódios de estresse ou esforço, acelera o coração para frequências  bem acima destes valores. Toda vez que um estímulo elétrico nasce de alguma outra região,  damos o nome de arritmia.

As arritmias podem tanto fazer o coração acelerar (taquiarritmias) quanto fazê-lo bater mais lento (bradiarritmias). Estas últimas ocorrem geralmente por falha na capacidade de gerar estímulo ou por atraso do estímulo dentro do coração.

Quais os fatores que facilitam a ocorrência de arritmias? 

Pessoas com doença cardíaca estrutural como infarto prévio (ataque cardíaco), insuficiência cardíaca (coração inchado), problemas nas válvulas do coração (sopros cardíaco significativos), doença de Chagas (doença do bicho barbeiro), entre outras, apresentam maior chance de ter arritmias e, mais graves.

As arritmias graves podem ocorrer em corações normais? 

Sim, mas com menor frequência. Na verdade, nestes corações “aparentemente” normais, existem alterações microscópicas que facilitam sua ocorrência, mas que são imperceptíveis nos exames convencionais de imagem.

Qual a gravidade das arritmias cardíacas? 

Quando não diagnosticada e tratada corretamente, a arritmia cardíaca pode provocar parada cardíaca, doenças no coração e a morte súbita.

Mas toda arritmia é grave?

Não. Felizmente a maior parte das arritmias encontradas em exames de rotina são benignas e bem toleradas. Ainda assim, é fundamental o acompanhamento junto ao cardiologista/arritmologista a fim de que se tenha certeza da “benignidade” da arritmia e da melhor conduta a ser feita.

Quais os sintomas que as arritmias provocam?

Os sintomas podem ser variados. Na maioria das vezes a pessoa se queixa da sensação de que o coração acelerou de uma hora para outra, “deu uns pulinhos” ou “deu um tranco”. Outros sintomas por vezes atribuídos às arritmias são tontura, visão borrada, desmaio, dor no peito e falta de ar. Em raros casos, o primeiro e único sintoma por ser a parada cardíaca.

As arritmias cardíacas são malignas? 

As arritmias podem ser benignas, mas também podem apresentar alta malignidade. Algumas podem causar falta de ar, dor no peito, desmaios e até morte súbita. Normalmente, as arritmias cardíacas que ocorrem em quem já apresenta problemas cardíacos, como infarto, cirurgias prévias, insuficiência cardíaca, são de maior risco aos pacientes.

Qual é o tratamento das arritmias? Sempre tenho que tratar?

Nem toda arritmia precisa ser tratada. Quando necessário, o tratamento deve ser individualizado de acordo com a arritmia em questão. A base do tratamento das arritmias que aceleram o coração são algumas classes de medicamentos; em alguns casos, é necessário o tratamento mais invasivo com cateter de ablação, que procura a arritmia dentro do coração e elimina o foco gerador. As arritmias que fazem o coração bater mais lento tem como base de tratamento o implante de um marcapasso, aparelho inserido de baixo da pele, que através de um cabo (eletrodo) alcança o coração e o estimula a bater.

O que posso fazer para prevenir as arritmias?

A prevenção é feita através da adoção de um estilo de vida saudável: prática regular de atividade física; alimentação adequada (rica em verduras, legumes e frutas, e pobre em gorduras e açúcares); controle da obesidade; interrupção do tabagismo; controle adequado dos níveis pressóricos, de açúcar e de colesterol; evitar alimentos e bebidas estimulantes, tais como suplementos para queima de gordura, energéticos, álcool e drogas ilícitas.

Quais são os sintomas das arritmias cardíacas? 

Os sintomas mais comuns sintomas são palpitações ou “batedeiras”, desmaios e tonturas. Em outros casos, podem apresentar confusão mental, fraqueza, pressão baixa e dor no peito. Mas, muitas vezes, as arritmias cardíacas não provocam sintomas, sendo uma doença silenciosa e, por isso, perigosa. Em casos graves, pode ocorrer parada cardíaca, que pode levar à morte súbita.

 

Fontes: Dr. Pedro Duccini Trindade- Via Viva Coração 
 Sociedade Brasileira de Arritmias  Cardíacas- SOBRAC 

 

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20/ago/2019

A Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê.


Acontece quando existe uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca. As cardiopatias congênitas mais comuns incluem alteração em alguma válvula cardíaca, que influencia no fluxo sanguíneo dificultando ou impedindo sua passagem, alterações nas paredes do coração levando a comunicações cardíacas que não deveriam existir e mistura do sangue oxigenado com o não oxigenado ou ainda a formação de um único ventrículo. Pode ainda haver a combinação de malformações.

Quais os sintomas?

Em bebês: os sintomas podem ser notados durante as mamadas, quando há o cansaço excessivo e transpiração, o mesmo pode acontecer durante o sono. 

  • Dificuldade no ganho de peso
  • irritação frequente
  • cianose, que é caracterizada pela ponta dos dedos e/ ou lábios arroxeados.

Em crianças maiores o cansaço pode ser notado durante as atividades físicas ou até mesmo na dificuldade de acompanhar o ritmo de outras crianças.

  • crescimento e ganho de peso de forma inadequada
  • infecções pulmonares repetidas
  • taquicardia ou ainda lábios roxos e pelo pálida quando brinca muito
  • episódios de desmaios precedido de tontura
  • visão turva
  • dores no peito
  • mal-estar

Quais os exames?

  • ultrassom morfológico
  • ecocardiograma fetal
  • teste do coraçãozinho

Outra forma de diagnóstico é por exame físico realizado pelo pediatra com ajuda de exames complementares como:

  • raio x de tórax
  • eletrocardiograma
  • ecocardiograma
  • cateterismo
  • holter de 24h
  • angiotomografia.

Principais Causas

As cardiopatias congênitas não têm causa definida, ocorrem pela interação de fatores genéticos e ambientais. No entanto, está comprovado que existem algumas situações que podem contribuir para o aumento do risco dessa condição.

  • Mães com mais de 35 anos
  • históricos de filhos anteriores cardiopatas
  • mães diabéticas
  • portadoras de lúpus e hipotireoidismo
  • mães que apresentaram toxoplasmose ou rubéola ou  fizeram uso de anticonvulsivos
  • antiinfamatórios
  • ácido retinóico
  • lítio durante a gravidez podem aumentar as chances de alterações na formação do coração do feto.
  • Gravidez de gêmeos, múltiplos ou fertilização in vitro também podem ter influência.

Tratamento e cuidados após o diagnóstico

  • O diagnóstico precoce pode salvar a vida da criança, principalmente em cardiopatias mais graves, quando o parto deve ser planejado e a criança precisa ser operada nos primeiros dias de vida.
  • As cardiopatias congênitas podem ser prevenidas em parte através da vacinação contra a rubéola e do consumo de ácido fólico.
  • Algumas cardiopatias não necessitam de tratamento.
  • Outras podem ser tratadas de forma eficaz com procedimentos com cateteres ou cirurgia cardiovascular.
  • Em alguns casos podem ser necessárias várias cirurgias.
  • Em outros, podem ser necessários transplantes de coração.
  • Com tratamento apropriado, o prognóstico é geralmente bom, mesmo dos problemas mais complexos.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia -SBC 

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