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BLOG DO ICOR

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22/out/2019

Manual de Orientações Dr. Diego Chemello

As orientações a seguir são destinadas aos pacientes com indicação de estudo eletrofisiológico e/ou ablação de arritmias não-complexas. Seu procedimento será realizado pela equipe do Dr. Diego Chemello na Unidade de Cateterismo do ICOR, localizado no Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo, em Santa Maria. Esse manual tem a finalidade de fornecer orientações aos pacientes, mas não substitui a avaliação médica presencial.


 

ARRITMIAS

Arritmias são alterações do ritmo do coração, sendo na sua maioria anormais. Elas são classificadas em 2 grandes grupos: bradicardias (ritmos com frequência cardíaca abaixo de 50 batimentos por minuto) e taquicardias (ritmos com frequência cardíaca maiores que 100 batimentos por minuto).

Os sintomas são extremamente variáveis, dependendo do tipo de ritmo e da frequência cardíaca observada. Alguns pacientes podem apresentar poucos sintomas, como palpitações leves, mesmo apresentando arritmias significativas. A avaliação especializada é fundamental para determinar se sua arritmia é ou não grave.

Fique atento aos seguintes sintomas: desmaio (síncope), tonturas, falta de ar de início súbito, palpitações, batimentos cardíacos irregulares, intolerância aos esforços.

 

 

ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO

O coração funciona como uma espécie de bomba, que mantém o sangue circulando pelos órgãos. O funcionamento correto do coração depende de um sistema elétrico especializado, capaz de estimular o coração. O estudo eletrofisiológico consiste na avaliação detalhada desse sistema de condução, através da colocação de cateteres especiais em regiões do coração. Esses cateteres são introduzidos nas veias da região inguinal (virilha) ou cervical (pescoço). Uma vez posicionados, estímulos controlados e indolores são aplicados no coração para avaliação do sistema de condução.

O estudo eletrofisiológico apresenta a vantagem de ser mais específico que os métodos convencionais, possibilitando o diagnóstico exato de determinadas arritmias e indicando o tratamento mais adequado.

 

ABLAÇÃO DE ARRITMIAS

A ablação de arritmias consiste na realização de uma pequena cauterização que, quando aplicada de maneira controlada, determina resolução definitiva de certas arritmias. Essa cauterização é realizada por meio de cateteres especiais, com propriedades de liberar energia. A ablação pode ser realizada após o estudo eletrofisiológico (no mesmo procedimento) ou em um segundo momento, dependendo da complexidade da mesma e do tempo dispendido.

PREPARAÇÃO PARA ESTUDO E ABLAÇÃO DE ARRITMIAS

Antes da realização do procedimento, você deverá receber instruções específicas de seu médico em relação aos cuidados necessários para a realização de um procedimento seguro e tranquilo. Faça perguntas!

 

Algumas orientações importantes que você deve saber em preparação ao seu teste:

PREPARAÇÃO ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO

Medicações

  • Informe sobre alergias ou intolerâncias a medicamentos;
  • Traga sempre suas medicações nas consultas e no dia do exame para que possam ser revisadas;
  • Você será orientado a suspender o uso de algumas medicações dias antes do procedimento. Certos medicamentos podem impedir o diagnóstico correto de arritmias, de modo que sua suspensão garante melhores resultados;
  • Avise sobre a presença de diabetes e uso de medicações para tratamento do mesmo. Na maioria dos casos, ajustes de doses são necessários antes e após o procedimento;
  • Avise sobre o uso de anticoagulantes (varfarina, femprocumona, dabigatrana, rivaroxabam, apixabam). Alguns procedimentos não podem ser feitos sob efeito dessas medicações.
  • Informe sobre alergias ou intolerâncias a medicamentos;
  • Traga sempre suas medicações nas consultas e no dia do exame para que possam ser revisadas;

ACOMPANHANTE

  • Você será orientado a suspender o uso de algumas medicações dias antes do procedimento. Certos medicamentos podem impedir o diagnóstico correto de arritmias, de modo que sua suspensão garante melhores resultados;
  • Avise sobre a presença de diabetes e uso de medicações para tratamento do mesmo. Na maioria dos casos, ajustes de doses são necessários antes e após o procedimento;
  • Avise sobre o uso de anticoagulantes (varfarina, femprocumona, dabigatrana, rivaroxabam, apixabam). Alguns procedimentos não podem ser feitos sob efeito dessas medicações.

 

HÁ RISCOS?

O estudo eletrofisiológico é considerado um procedimento de baixo risco. No entanto, complicações podem ocorrer em qualquer procedimento. Felizmente, as complicações mais frequentes no estudo eletrofisiológico são facilmente tratadas, entre as quais destacam-se: sangramentos menores, dor ou desconforto no local de punção, sensação de batimentos cardíacos anormais e leve desconforto no peito. São de ocorrência rara complicações como perfuração do coração e lesão pulmonar.

No caso de ablação (cauterização), alguns riscos adicionais são possíveis como lesão do sistema de condução cardíaco, necessidade de implante de marcapasso definitivo, tamponamento cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC). Tenha calma! Segundo dados da literatura, o risco de complicações graves é menor que 1 para cada 1,000 procedimentos. Segundo a avaliação do seu médico, os benefícios do procedimento são muito superiores aos riscos!

DURANTE O ESTUDO

Durante o procedimento, você estará em um ambiente hospitalar. Apesar da simpatia e dos cuidados da equipe, a ansiedade é um sintoma comum. Medicamentos podem ser administrados para reduzir a ansiedade e o desconforto, sem riscos à sua saúde. Durante o exame, os profissionais vão conversar com você. Não tenha medo! Informe o que está sentindo para que possamos lhe proporcionar uma experiência o mais agradável possível.

DOR / DESCONFORTO

O estudo eletrofisiológico é realizado sob o efeito de anestesia local e sedação leve. Algum desconforto pode ser ocasionado no momento da aplicação do anestésico local, para a colocação dos cateteres. Durante o estudo, é normal você sentir palpitações ou aceleração dos batimentos cardíacos.

Se for realizada ablação, é possível que você sinta um leve desconforto no peito, o qual desaparece rapidamente após o término da cauterização. Por fim, o tempo de permanência deitado durante e após o procedimento pode lhe causar algum desconforto nas costas. Você será capaz de informar seu médico durante o exame sobre a ocorrência desses sintomas!

A ocorrência de arritmias durante o procedimento é esperada em muitos casos, sendo uma etapa fundamental para o correto diagnóstico do problema. Isso pode reproduzir alguns dos sintomas que lhe motivaram a procurar avaliação médica. Não tenha medo! Durante o exame você terá seus sinais vitais periodicamente checados e profissionais especializados lhe monitorando constantemente. Algumas arritmias precisam ser revertidas com um choque elétrico (cardioversão), o que será feito com sedação adequada para que você não sinta desconforto. 

 

DURANTE O ESTUDO

O procedimento dura em média 2-3 horas. Esse tempo pode ser maior ou menor, de acordo com a complexidade do caso. O período de recuperação após o exame dura de 4-6 horas, tempo no qual é necessário manter a observação dentro do hospital. Em alguns casos, é necessário pernoite no hospital com reavaliação médica no dia seguinte. Sugerimos que você reserve seu dia para o procedimento.

DURAÇÃO

Após o procedimento, você será encaminhado a uma sala de recuperação, onde seus sinais vitais serão monitorizados. Após algumas horas, na maioria dos casos, você poderá fazer uma refeição leve e receber uma breve visita do seu acompanhante. Devido às punções realizadas na região da virilha e/ou do pescoço, é necessário que você permaneça deitado por 4 horas em média. Somente após esse período você será autorizado a sentar.

Seu médico explicará o resultado do exame de maneira simples e que você possa compreender. É possível que o efeito residual de alguns sedativos façam que você não lembre de algumas orientações. Não se preocupe!! No momento da alta você e seu acompanhante receberão orientações por escrito sobre medicações, retorno e cuidados.

 No próximo texto vamos abordar algumas dúvidas frequentes que os pacientes querem esclarecer antes da realização do exame.

 

 FONTE: DR. Diego Chemello 

 

 

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.


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22/out/2019

O tratamento com medicamentos que “afinam” o sangue, conhecidos como anticoagulantes, reduz a capacidade do sangue de formar coágulos. Eles são medicamentos importantes, por exemplo, em pacientes com batimento cardíaco irregular (fibrilação atrial), que são mais vulneráveis ao AVC.

Entenda melhor no Manual de Orientações ao Paciente organizado pelo nosso cardiologista, Dr Diego Chemello. 


A Coagulação do sangue

Nosso sangue carrega muitas células especializadas e substâncias. Dentre essas substâncias, existem os fatores de coagulação, que agem promovendo a formação do coágulo sanguíneo. Quando nos ferimos, os fatores de coagulação entram em ação, contribuindo para a formação de um coágulo e impedindo que tenhamos uma hemorragia incontrolável.

Em alguns pacientes, existe um funcionamento exacerbado do sistema de coagulação, contribuindo para a formação excessiva de coágulos. Esses coágulos podem, em determinadas situações, causar entupimento de artérias importantes do nosso corpo, causando trombose de vasos cerebrais, de vasos das pernas ou braços e do coração. Essas situações são potencialmente.

 

Os anticoagulantes

Os anticoagulantes são medicamentos com propriedades de inibir determinados fatores de coagulação, evitando a formação excessiva de coágulos em pacientes com predisposição. De um modo simplificado, são medicamentos que “afinam o sangue”. Seu uso correto é importante, pois esses medicamentos também aumentam o risco de sangramento. O uso correto garante um equilíbrio do sangue. Diversos estudos têm mostrado benefícios importantes do uso dessas medicações em situações de risco, com redução da formação de coágulos impróprios e de eventos como infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico (AVC) e até mesmo morte.

 

Novos anticoagulantes

Os novos anticoagulantes são medicações modernas, desenvolvidas para se tornarem uma alternativa mais prática para anticoagulação. Essas medicações mostram resultados excelentes!

Quatro medicações já estão em comercialização no Brasil:

  • Dabigatrana (Pradaxa)
  • Rivaroxabana (Xarelto)
  • Apixabana (Eliquis)
  • Edoxabana (Lixiana)

 

Vantagens dos Novos Anticoagulantes

  • Ausência de interações com medicações ou alimentos;
  • Não existe a necessidade de monitorização do INR para ajuste da medicação. Ou seja, a dose é fixa e determinada após a avaliação do médico. Testes de sangue periódicos não são necessários;
  • Menos sangramentos espontâneos no sistema nervoso central (cérebro, etc.);
  • Rápida reversão do efeito com a suspensão da medicação.

 

 

Varfarina

Esses medicamentos são utilizados há muito tempo, de modo que muitos médicos têm familiaridade com seu uso. Além disso, são de custo mais acessível.

Como desvantagens, apresentam a necessidade de ajuste de doses e de monitorização regular dos níveis de medicação, através de coleta de sangue.

A interação com alimentos e outros medicamentos também é uma desvantagem.

 

 

Cuidados com a Alimentação

A vitamina K é essencialmente obtida pela alimentação, de modo que o consumo de determinados alimentos pode aumentar a quantidade de vitamina K ingerida, reduzindo a eficácia dos medicamentos inibidores da vitamina K. Portanto, você precisa estar atendo à sua alimentação diária, conhecendo os alimentos ricos e pobres nessa vitamina. Evite variações bruscas na ingestão de certos alimentos. Os alimentos ricos em vitamina K, que devem ser ingeridos em pequenas quantidades e porções semanais regulares são os seguintes:

  • Vegetais e folhas verdes: alface, brócolis, agrião, folhas de beterraba, espinafre, repolho, salsa, casca de pepino, mostarda, radite, chicória, rúcula, etc.;
  • Óleo e gorduras vegetais: azeite de oliva, óleos de soja/canola, margarina e maionese;
  • Carne de fígado.

 

Dicas importantes aos usuários de varfarina

  • Os alimentos ricos em vitamina K são importantes para a saúde. Portanto, não deixe de comê-los! O que você deve fazer é manter uma dieta constante, sem muitas alterações em relação a esses alimentos;
  • Você pode aumentar o conteúdo de vitamina K em um alimento que seja pobre nessa vitamina, apenas alterando o modo de preparo. Por exemplo: batata inglesa é pobre em vitamina K, mas quando frita em óleo vegetal torna-se rica nessa vitamina;
  • Cuidado com as frituras e com o óleo usado nas saladas;
  • Não use suplementos vitamínicos ou alimentares sem informar seu médico;
  • As bebidas alcoólicas devem ser evitadas, principalmente no seu uso diário. O álcool aumenta o risco de sangramento.

Avaliação da dose certa de Varfarina

  • O exame que mostra como está a coagulação do sangue chama-se tempo de protrombina (TP).
  • O INR (Taxa Internacional de Normatização – referente ao TP) nos informa em que nível está a anticoagulação do sangue, determinando se a dose da medicação está adequada ou não.
  •  Valores de INR adequados variam conforme o tipo de problema.
  • Seu médico determinará o INR indicado no seu caso, bem como determinará a dose de medicação necessária e eventuais ajustes.
  • O exame deverá ser coletado na data determinada, com uso regular da medicação.

 

 FONTE: DR. Diego Chemello 

 

 

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

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22/out/2019

O cateterismo cardíaco é um procedimento invasivo, geralmente realizado com o objetivo de obter informações anatômicas e funcionais do coração e de suas artérias (artérias coronárias) e valvas. 

O exame permite diagnosticar diversas doenças cardíacas e avaliar a sua repercussão. Normalmente, é realizado para avaliar as artérias coronárias, identificando e quantificando obstruções responsáveis por quadros de “angina” e de infarto do miocárdio. A avaliação do resultado de tratamentos por angioplastia ou cirurgia cardíaca também é comumente realizada através deste exame.

Como é realizado?

Geralmente, o exame é realizado com anestesia apenas local, por dissecção da artéria do braço (braquial) ou punção das artérias radial (braço) ou femoral (virilha). Em situações específicas, pode ser necessário utilizar, além da artéria, uma veia, que permite estudar adequadamente o lado direito do coração e/ou as artérias pulmonares. 

Através de um longo tubo, fino e flexível (cateter), introduzido num vaso sanguíneo periférico (veia ou artéria) do braço, coxa ou pescoço, que chega até às artérias do coração ou ao interior do próprio órgão. Através desse tubo, pode ser injetado um contraste radiopaco que permite detectar eventuais placas de gordura, colesterol ou cálcio que estejam estreitando ou bloqueando artérias coronárias e outras anomalias cardíacas. Por meio dele é também possível colher amostras de sangue e do músculo e válvulas cardíacas, assim como realizar pequenas cirurgias no coração. Eventuais bloqueios nas artérias podem ainda ser visualizados por meio da ultrassonografia durante o cateterismo cardíaco.

Quando o cateterismo cardíaco é indicado? 

cateterismo cardíaco é mormente indicado naquelas situações em que se ache necessário avaliar o estado circulatório das artérias coronarianas. Isso se dá, sobretudo, em pacientes que sofreram ou sofrem infarto do miocárdioangina do peitoisquemia coronariana, pacientes que tenham sido submetidos à angioplastia ou cirurgia de ponte de safena, pacientes com doenças das válvulas do coração, cardiopatias congênitasinsuficiência cardíaca etc.

cateterismo é capaz de diagnosticar com precisão a existência, extensão e localização de placas que estejam prejudicando a circulação, assim como pode desobstruir artérias e válvulas porventura danificadas. Também pode ser usado na necessidade de se avaliar ou confirmar anomalias cardíacas, doenças das válvulas e do músculo cardíaco, dos vasos pulmonares ou da artéria aorta e para determinar a necessidade de tratamento cirúrgico. Por meio do cateterismo cardíaco são possíveis certos procedimentos terapêuticos:

  • Angioplastia: desobstrução de uma artéria coronariana ou ponte de safena usando-se um balão inflável que restitui a circulação no vaso.
  • Stent coronário: colocação de uma tela de aço inoxidável na parede interna do vaso desobstruído durante angioplastia.
  • Valvuloplastia: desobstrução das válvulas cardíacas (pulmonar e mitral).

Quais são os riscos do cateterismo cardíaco?

cateterismo cardíaco é um exame feito com frequência e habitualmente sem complicações. No entanto, em raros casos pode implicar em complicações sérias e inclusive fatais. As complicações mais frequentes são:

  • Desprendimento de coágulos sanguíneos
  • Dor, sangramento ou infecção no local onde o cateter é introduzido
  • Danificação dos vasos sanguíneos utilizados
  • Arritmia cardíaca (batimentos irregulares do coração)
  • Diminuição da pressão sanguínea
  • Reação alérgica aos contrastes utilizados
  • Acúmulo de sangue ou fluido na bolsa membranosa que envolve o coração

As complicações mais comuns do cateterismo cardíaco diminuíram a partir da utilização da artéria radial, em vez da artéria femoral.

 

Fonte: AbcMed

 

 

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22/out/2019

Com o nome técnico de cardiomiopatia de Takotsubo ou cardiomiopatia induzida por estresse, essa doença afeta o músculo cardíaco e seus sintomas podem ser confundidos com os do infarto agudo do miocárdio: arritmias, dor no peito, falta de ar, desmaio, suor em excesso.

Essa condição, que basicamente provoca descompasso temporário no ritmo do músculo cardíaco, afeta principalmente mulheres acima dos 50 anos. Isso porque a síndrome do “coração partido” se relaciona com a diminuição de estrogênio (hormônio feminino que protege os vasos do coração) após a menopausa. Ainda que não tenha causas específicas determinadas, é sabido que em 80% dos casos está associada a situações agudas de estresse físico ou emocional.


Os sintomas da síndrome, em geral, desaparecem sem necessidade de tratamento. Mas é preciso ficar alerta para possíveis complicações, como insuficiência cardíaca, edema pulmonar ou choque cardiogênico (quando o coração não consegue bombear sangue e nutrir os órgãos de forma adequada). E também pela similaridade com sintomas com o infarto agudo do miocárdio.


Fonte: Dr. Drauzio Varella

Busque acompanhamento médico. Cuide da saúde do seu coração! ❤️

 

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22/out/2019

Você sabia que descongestionante nasal pode causar problemas cardíacos?

Esses eventos cardíacos decorrem do uso contínuo do descongestionante, pois parte de sua composição contém substância vasoconstritora, ou seja, que provoca a contração dos vasos sanguíneos. Caso seja absorvida pela mucosa do nariz e caia na corrente sanguínea pode atingir o sistema cardiovascular e sobrecarregar o coração.

Como sintomas pode apresentar: arritmia cardíaca, taquicardia, hipertensão arterial, trombose, tonturas e dor de cabeça. Com crianças o cuidado deve ser redobrado. Uma superdosagem pode elevar demais a pressão e causar reações cardiovasculares, com risco de provocar falta de ar ou até mesmo parada cardíaca.
Por isso a recomendação é utilizar o descongestionante nasal sob orientação médica e por prazo determinado. Como alternativas para aliviar o desconforto causado pela congestão nasal estão: hidratação da mucosa nasal com soro fisiológico várias vezes ao dia; uso de umidificadores de ambientes ou banho quente para que o vapor da água umedeça as vias respiratória; evitar exposição ao ar-condicionado e ingerir bastante líquido.

Fonte: Revista Saúde

Consulte seu médico. Cuide do seu coração! ❤️

 

 

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22/out/2019

Um ataque cardíaco é a morte de um segmento do músculo cardíaco causado por uma perda de suprimento de sangue. O sangue é geralmente cortado quando uma artéria que supre o músculo cardíaco é bloqueada por um coágulo sanguíneo. Se algum músculo cardíaco morre, a pessoa sente dor no peito e instabilidade elétrica no tecido do músculo cardíaco.

Fatos rápidos sobre ataques cardíacos:

  • Durante um ataque cardíaco, o músculo cardíaco perde o suprimento de sangue e é danificado.
  • Desconforto no peito e dor são sintomas comuns.
  • O risco de ataque cardíaco aumenta quando um homem tem mais de 45 anos e uma mulher tem mais de 55 anos.
  • Fumar e obesidade são grandes fatores, particularmente na faixa etária em risco.

Sintomas

Existem sintomas claros de um ataque cardíaco que exigem atenção médica imediata. Uma sensação de pressão, aperto, dor, aperto ou dor no peito ou nos braços que se espalham pelo pescoço, mandíbula ou dorso pode ser um sinal de que uma pessoa está tendo um ataque cardíaco.

A seguir estão outros possíveis sinais e sintomas de um ataque cardíaco que ocorre:

  • tosse
  • náusea
  • vômito
  • dor torácica esmagadora
  • tontura
  • falta de ar chamada dispneia
  • cara parecendo cinza na cor
  • um sentimento de terror que a vida está acabando
  • sentindo-se horrível, geralmente
  • inquietação
  • sentindo-se úmida e suada
  • falta de ar

Mudar de posição não alivia a dor de um ataque cardíaco. A dor que uma pessoa sente é normalmente constante, embora às vezes possa ir e vir.

Tratamento

Quanto mais rápido alguém for tratado quando tiver um ataque cardíaco, maiores serão as chances de sucesso. Nos dias de hoje, a maioria dos ataques cardíacos pode ser tratada de forma eficaz. No entanto, é crucial lembrar que a sobrevivência de uma pessoa depende em grande parte da rapidez com que ela chega ao hospital. Se uma pessoa tem um histórico de ataques cardíacos, deve falar com um médico sobre os planos de tratamento.

Prevenção

A melhor maneira de prevenir um ataque cardíaco é ter um estilo de vida saudável. Medidas para uma vida saudável incluem o seguinte:

  • não fume
  • comendo uma dieta equilibrada e saudável
  • fazendo muito exercício
  • dormir bastante de boa qualidade
  • manter o diabetes sob controle
  • mantendo o consumo de álcool baixo
  • manter o colesterol no sangue em níveis ótimos
  • manter a pressão arterial em um nível seguro
  • manter um peso corporal saudável
  • evitando estresse sempre que possível
  • aprendendo a administrar o estresse

Pode ser útil que as pessoas aprendam mais sobre os sinais de alerta de um ataque cardíaco também.

Diagnóstico

Qualquer médico, enfermeiro ou profissional de saúde enviará alguém diretamente ao hospital se suspeitar que esteja sofrendo um ataque cardíaco. Uma vez lá, vários testes podem ser feitos, incluindo:

  • ECG ou eletrocardiógrafo
  • testes de enzimas cardíacas
  • Raio-x do tórax

Causas

Os seguintes fatores estão associados ao aumento do risco de ataque cardíaco:

  • Idade: Os ataques cardíacos são mais prováveis ​​quando o homem tem mais de 45 anos e quando a mulher tem mais de 55 anos.
  • Angina: Isso causa dor no peito devido à falta de oxigênio ou suprimento de sangue ao coração.
  • Níveis elevados de colesterol: Estes podem aumentar a chance de coágulos sanguíneos nas artérias.
  • Diabetes: Isso pode aumentar o risco de ataque cardíaco.
  • Dieta: Por exemplo, consumir grandes quantidades de gorduras saturadas pode aumentar a probabilidade de um ataque cardíaco.
  • Genética: Uma pessoa pode herdar um risco maior de ataque cardíaco.
  • Cirurgia cardíaca: isso pode levar a um ataque cardíaco mais tarde.
  • Hipertensão: A pressão alta pode causar tensão desnecessária no coração.
  • Obesidade: Estar significativamente acima do peso pode pressionar o coração.
  • Ataque cardíaco anterior .
  • Fumar: Os fumantes correm um risco muito maior do que os não fumantes.
  • HIV: As pessoas que são seropositivas têm um risco 50 por cento maior.
  • Estresse no trabalho: aqueles que trabalham em turnos ou têm trabalhos estressantes podem enfrentar um risco maior de ataque cardíaco.

A inatividade física é um fator no risco de ataque cardíaco, e quanto mais ativas as pessoas, menor o risco de ter um ataque cardíaco. Muitas vezes, quando isso ocorre, um ataque cardíaco é causado por uma combinação de fatores, em vez de um único.

 

Consulte seu médico, realize exames periódicos.
Cuide do seu coração! ❤️ 

Fonte: Medical News Today

 

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22/out/2019

A aterosclerose é uma condição em que as artérias se tornam estreitas e endurecidas devido a um acúmulo de placas ao redor da parede da artéria. É também conhecida como doença vascular arteriosclerótica. 
A doença perturba o fluxo de sangue ao redor do corpo, colocando o risco de complicações sérias.
A aterosclerose é o estreitamento das artérias devido ao acúmulo de placas nas paredes das artérias. As artérias transportam sangue do coração para o resto do corpo. Eles são revestidos com uma fina camada de células que os mantém lisos e permitem que o sangue flua com facilidade. Isso é chamado de endotélio.

A aterosclerose começa quando o endotélio é danificado, permitindo que o tipo prejudicial de colesterol se acumule na parede da artéria. O corpo envia um tipo de glóbulo branco para limpar esse colesterol, mas, às vezes, as células ficam presas no local afetado. Com o tempo, a placa pode se acumular, formada por colesterol, macrófagos, cálcio e outras substâncias do sangue.

Às vezes, a placa cresce até um certo tamanho e pára de crescer, fazendo com que o indivíduo não tenha problemas. No entanto, às vezes, a placa obstrui a artéria, interrompendo o fluxo de sangue ao redor do corpo. Isso torna os coágulos sanguíneos mais prováveis, o que pode resultar em condições de risco de vida.

Em alguns casos, a placa eventualmente se rompe. Se isso acontecer, as plaquetas se acumulam na área afetada e podem se unir, formando coágulos sanguíneos. Isso pode bloquear a artéria, levando a complicações fatais, como derrame e ataque cardíaco.

A condição pode afetar toda a árvore arterial, mas afeta principalmente as artérias maiores e de alta pressão.

Sintomas

Os primeiros sinais de aterosclerose podem começar a se desenvolver durante a adolescência, com listras de glóbulos brancos aparecendo na parede da artéria. Na maioria das vezes, não há sintomas até que uma placa se rompa ou o fluxo sanguíneo seja muito restrito. Isso normalmente leva muitos anos para ocorrer. Os sintomas dependem de quais artérias são afetadas.

Artérias carótidas

As artérias carótidas fornecem sangue ao cérebro. Um suprimento sanguíneo limitado pode levar a um derrame, e uma pessoa pode experimentar uma variedade de sintomas como resultado da aterosclerose nessa área, incluindo:

  • fraqueza
  • dificuldade ao respirar
  • dor de cabeça
  • dormência facial
  • paralisia

Artérias renais

As artérias renais fornecem sangue aos rins. Se o suprimento de sangue se tornar limitado, há um sério risco de desenvolver doença renal crônica .

A pessoa com bloqueio da artéria renal pode apresentar:

  • perda de apetite
  • inchaço das mãos e pés
  • Dificuldade de concentração

Tratamento
O tratamento da aterosclerose é importante para prevenir complicações. As opções de tratamento incluem mudanças de estilo de vida, vários medicamentos e intervenções cirúrgicas. No entanto, é importante que o médico diagnostique corretamente a aterosclerose para garantir que as artérias sejam devolvidas à plena capacidade.

Prevenção

Prevenir o desenvolvimento da aterosclerose é uma das melhores maneiras de tratar a doença. Etapas para limitar o risco de acúmulo de placa incluem:

Dieta: Tente evitar gorduras saturadas, elas aumentam os níveis de colesterol ruim. Os seguintes alimentos são ricos em gorduras insaturadas e podem ajudar a manter baixos os níveis de colesterol ruim:

  • azeite
  • abacates
  • nozes
  • peixe oleoso
  • nozes
  • sementes

Exercício: O exercício irá melhorar os níveis de condicionamento físico, diminuir a pressão arterial e ajudar na perda de peso.

Não fumar: fumar é um dos principais fatores de risco para a aterosclerose e também aumenta a pressão arterial. Os fumantes devem deixar o mais rapidamente possível e marcar uma reunião com seu médico sobre formas de desistir e administrar os sintomas de abstinência.

Causas
Certos fatores podem danificar a área interna da artéria e levar à aterosclerose. Esses fatores incluem:

  • pressão alta
  • altos níveis de colesterol
  • fumar
  • altos níveis de açúcar no sangue

Fatores de risco
Certas pessoas têm um risco maior de desenvolver a doença. Esses incluem

  • Diabetes: Indivíduos com diabetes mal controlada e freqüentemente altos níveis de glicose no sangue são mais propensos a desenvolver aterosclerose.
  • Genética: Pessoas que têm um pai ou irmão com aterosclerose e doença cardiovascular têm um risco muito maior de desenvolver aterosclerose do que outras.
  • Poluição do ar: A exposição à poluição do ar parece aumentar o risco de acumulação de colesterol nas artérias coronárias.

As pessoas expostas a esses fatores de risco devem ter um cuidado especial em manter uma dieta com baixo teor de gordura e baixo teor de sódio e evitar a ingestão de tabaco.

 

 

Fonte: Medical News Today

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Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

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22/out/2019

Você sabia que, na maioria das pessoas, os batimentos do coração ficam em torno de 60 a 100 por minuto? Essa média de batimentos tem algumas variações quando a pessoa se encontra em repouso ou realiza algum esforço físico. 

Já as arritmias são alterações do ritmo normal das batidas coração e podem ser de vários tipos:

👉 quando o coração bate rápido demais (taquicardia)

👉 quando as batidas são muito lentas (bradicardia)

👉 quando o coração bate com total irregularidade (descompasso)

Um dos tipos mais comuns de arritmia é a fibrilação atrial (FA). Ocorre quando os batimentos dos átrios (câmaras superiores do coração) batem de forma rápida e irregular.

As arritmias, em sua maioria, são benignas e não costumam apresentar sintomas. Mas alguns relatados são:

👉 palpitações

👉  fraqueza

👉 tonturas

👉 queda de pressão

👉 desmaios

👉 confusão mental

👉 falta de ar

👉 mal-estar e sensação de dor no peito.

Por isso, quando não diagnosticadas e tratadas de forma adequada, podem provocar doenças no coração, parada cardíaca ou morte súbita.

Fonte: Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas

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22/out/2019

Conhecido, também, como derrame cerebral o AVC é uma doença crônica, não transmissível e uma das principais causas de morte, incapacidade adquirida e internações em todo o mundo. Ocorre quando os vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se ropem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. É raro acontecer na infância mas pode atingir as pessoas de todas as idades.

Tipos de AVC:

AVC isquêmico (causado pela obstrução ou entupimento de um vaso) 

  • ocorre quando há obstrução de uma artéria, impedindo a passagem de oxigênio para células cerebrais, que acabam morrendo. Essa obstrução pode acontecer devido a uma trombose ou a uma embolia. O AVC isquêmico é o mais comum e representa 85% de todos os casos. 

AVC hemorrágico (quando um ou mais vasos se rompem)

  • ocorre quando há rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia. Esta hemorragia pode acontecer dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. É responsável por 15% de todos os casos de AVC, mas pode causar a morte com mais frequência do que o AVC isquêmico.

Ataque isquêmico transitório (AIT)

  • trata-se de uma espécie de mini-AVC que acontece quando o fornecimento de sangue para o cérebro é interrompido por pouco tempo. Em 87% dos casos, o acidente vascular cerebral é isquêmico.

 No Brasil, a doença é a segunda principal causa de morte, atrás apenas do infarto. Segundo dados do Ministério da Saúde, um brasileiro morre a cada cinco minutos em decorrência do AVC, contabilizando mais de 100 mil óbitos por ano.

Os sinais e sintomas do AVC acontecem de forma súbita podendo ser únicos ou combinados, tais como:

  • enfraquecimento,
  • adormecimento ou paralisação da face, braço ou perna de um lado do corpo,
  • alteração de visão (ficando turva ou até mesmo a perda),
  • dificuldade na fala ou compreensão,
  • Pode ocorrer também tontura sem causa definida,
  • desequilíbrio,
  • falta de coordenação no andar ou queda súbita e ainda dores de cabeça fortes e persistentes além de dificuldade para engolir.

 Existem alguns sinais que o corpo dá que ajudam a reconhecer um AVC. Atenção ao “SAMU”:

  • S ORRISO: peça para a pessoa sorrir. Se o sorriso sair torto ou se a boca entortar, pode ser AVC.
  • A BRAÇO: peça para a pessoa levantar os braços. Se a pessoa tiver alguma dificuldade para levantar um deles ou se após levantar os dois um deles cair bruscamente, pode ser AVC.
  • ENSAGEM: peça para a pessoa repetir uma frase ou uma mensagem qualquer. Se a pessoa não conseguir compreender ou não conseguir repetir a frase ou mensagem, pode ser AVC.
  • U RGÊNCIA: havendo qualquer um desses sinais, chame imediatamente o SAMU 192.

Quais as principais causas do AVC?

  • Hipertensão arterial,
  • fibrilação atrial,
  • diabetes,
  • tabagismo,
  • uso de pílulas anticoncepcionais,
  • álcool e problemas relacionados à coagulação sanguínea estão entre as principais causas do AVC.

Como é feito o diagnóstico do AVC?

O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem, que permitem identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame cerebral. Tomografia computadorizada de crânio é o método de imagem mais utilizado para a avaliação inicial do AVC isquêmico agudo, demonstrando sinais precoces de isquemia. Importante ressaltar que o acidente vascular cerebral é uma emergência médica e o paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar.

  • Mudanças de hábito podem ajudar na recuperação por isso é importante controlar o colesterol, pressão arterial e níveis de açúcar no sangue.  Os cardiologistas recomendam adotar uma dieta equilibrada e a pratica de atividade física.
  • As células cerebrais não se regeneram, e também não existe tratamento para recuperá-las, mas há tratamentos terapêuticos que auxiliam na restauração das funções, movimentos e fala e sua eficácia é melhor aproveitada quando o tratamento é imediato. Nunca suspenda o tratamento indicado pelo cardiologista e/ou neurologista.

Como prevenir o AVC?

Muitos fatores de risco contribuem para o aparecimento de um AVC e de outras doenças crônicas, como câncer e diabetes. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, dependem apenas da pessoa e são os principais para prevenir essas doenças.

  • Não fumar
  • Não consumir álcool
  • Não fazer uso de drogas ilícitas
  • Manter alimentação saudável
  • Manter o peso ideal
  • Beber bastante água
  • Praticar atividades físicas regularmente
  • Manter a pressão sob controle
  • Manter a glicose sob controle

Quais complicações o paciente pode apresentar?

Em alguns casos, o AVC pode deixar sequelas de acordo com a intensidade do evento cardiovascular, o que varia de pessoas para pessoa. 

  • A falta de força pode ocasionar em perdas motoras, como fala, o comer sozinho, andar ou se vestir. Pode incluir dificuldade na comunicação, compreensão, engasgos, incontinência, perda de visão, distúrbios neurológicos e agressividade comprometendo o convívio com amigos e familiares.

O AVC é uma doença totalmente dependente do tempo. Isso quer dizer que quanto mais rápido for o tratamento, maiores serão as chances de recuperação completa. Desta forma, torna-se essencial a identificação dos sinais e sintomas e o atendimento médico imediato.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia- SBC- Ministério da Saúde

 

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22/out/2019

A morte súbita é a morte instantânea, inesperada, repentina e não acidental, na maioria das vezes de origem cardíaca. Geralmente, está associada a dois tipos de miocardiopatia: hipertrófica, quando há um aumento no tamanho do músculo cardíaco e que causa arritmia; e displasia arritmogênica do ventrículo direito, quando as células do músculo cardíaco morrem e são substituídas por células gordurosas, sem relação com a alimentação. 

De modo geral, qualquer pessoa pode ser diagnostica com arritmia cardíaca, independentemente de faixa etária, sexo ou condição socioeconômica. As arritmias cardíacas podem acometer recém-nascidos, jovens saudáveis e esportistas. Tem alta incidência na população brasileira, sobretudo entre idosos.

A morte súbita pode ser evitada?

A morte súbita não é inevitável, sendo reversível em muitas vítimas, se tratada rapidamente com um choque elétrico aplicado no peito. Poucas tentativas de ressuscitação são bem-sucedidas após 10 minutos e, a partir de três minutos, o cérebro já começa a sofrer danos.

Quem está sujeito às arritmias cardíacas e à morte súbita?

Qualquer pessoa, independente da faixa etária e sexo, pode sofrer uma arritmia cardíaca. No entanto, a maioria das ocorrências está em pessoas que possuem doenças cardíacas ou já sofreram parada cardíaca, e pessoas que têm histórico de doenças da família (pais, irmãos etc.)

Somente indivíduos idosos têm arritmias cardíacas e podem sofrer morte súbita?

Não, as arritmias cardíacas podem acometer pessoas de qualquer faixa etária, até mesmo recém-nascidos. Segundo dados, a maioria das vítimas de morte súbita se encontra em sua idade mais produtiva.

Arritmias cardíacas certamente provocam a morte súbita?

Mais de 95% das mortes súbitas ocorrem fora do ambiente hospitalar. Por isso, a rápida desfibrilação e o suporte básico de vida podem aumentar a taxa de sobrevida em longo prazo. Em caso nos quais o acesso aos desfibriladores ocorre no período entre cinco a sete minutos após a parada cardíaca, a sobrevida é maior que 49%.

O que é um marca-passo?

O marca-passo é um dispositivo implantável que também podem ser utilizado no tratamento dos pacientes com arritmia cardíaca.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Arritmias  Cardíacas- SOBRAC 

 

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