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20/ago/2019

Você sabia que, na maioria das pessoas, os batimentos do coração ficam em torno de 60 a 100 por minuto? Essa média de batimentos tem algumas variações quando a pessoa se encontra em repouso ou realiza algum esforço físico. 

Já as arritmias são alterações do ritmo normal das batidas coração e podem ser de vários tipos:

👉 quando o coração bate rápido demais (taquicardia)

👉 quando as batidas são muito lentas (bradicardia)

👉 quando o coração bate com total irregularidade (descompasso)

Um dos tipos mais comuns de arritmia é a fibrilação atrial (FA). Ocorre quando os batimentos dos átrios (câmaras superiores do coração) batem de forma rápida e irregular.

As arritmias, em sua maioria, são benignas e não costumam apresentar sintomas. Mas alguns relatados são:

👉 palpitações

👉  fraqueza

👉 tonturas

👉 queda de pressão

👉 desmaios

👉 confusão mental

👉 falta de ar

👉 mal-estar e sensação de dor no peito.

Por isso, quando não diagnosticadas e tratadas de forma adequada, podem provocar doenças no coração, parada cardíaca ou morte súbita.

Fonte: Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas

Consulte seu médico, realize exames periódicos.
Cuide do seu coração! ❤️ 

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.

 


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20/ago/2019

Conhecido, também, como derrame cerebral o AVC é uma doença crônica, não transmissível e uma das principais causas de morte, incapacidade adquirida e internações em todo o mundo. Ocorre quando os vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se ropem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. É raro acontecer na infância mas pode atingir as pessoas de todas as idades.

Tipos de AVC:

AVC isquêmico (causado pela obstrução ou entupimento de um vaso) 

  • ocorre quando há obstrução de uma artéria, impedindo a passagem de oxigênio para células cerebrais, que acabam morrendo. Essa obstrução pode acontecer devido a uma trombose ou a uma embolia. O AVC isquêmico é o mais comum e representa 85% de todos os casos. 

AVC hemorrágico (quando um ou mais vasos se rompem)

  • ocorre quando há rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia. Esta hemorragia pode acontecer dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. É responsável por 15% de todos os casos de AVC, mas pode causar a morte com mais frequência do que o AVC isquêmico.

Ataque isquêmico transitório (AIT)

  • trata-se de uma espécie de mini-AVC que acontece quando o fornecimento de sangue para o cérebro é interrompido por pouco tempo. Em 87% dos casos, o acidente vascular cerebral é isquêmico.

 No Brasil, a doença é a segunda principal causa de morte, atrás apenas do infarto. Segundo dados do Ministério da Saúde, um brasileiro morre a cada cinco minutos em decorrência do AVC, contabilizando mais de 100 mil óbitos por ano.

Os sinais e sintomas do AVC acontecem de forma súbita podendo ser únicos ou combinados, tais como:

  • enfraquecimento,
  • adormecimento ou paralisação da face, braço ou perna de um lado do corpo,
  • alteração de visão (ficando turva ou até mesmo a perda),
  • dificuldade na fala ou compreensão,
  • Pode ocorrer também tontura sem causa definida,
  • desequilíbrio,
  • falta de coordenação no andar ou queda súbita e ainda dores de cabeça fortes e persistentes além de dificuldade para engolir.

 Existem alguns sinais que o corpo dá que ajudam a reconhecer um AVC. Atenção ao “SAMU”:

  • S ORRISO: peça para a pessoa sorrir. Se o sorriso sair torto ou se a boca entortar, pode ser AVC.
  • A BRAÇO: peça para a pessoa levantar os braços. Se a pessoa tiver alguma dificuldade para levantar um deles ou se após levantar os dois um deles cair bruscamente, pode ser AVC.
  • ENSAGEM: peça para a pessoa repetir uma frase ou uma mensagem qualquer. Se a pessoa não conseguir compreender ou não conseguir repetir a frase ou mensagem, pode ser AVC.
  • U RGÊNCIA: havendo qualquer um desses sinais, chame imediatamente o SAMU 192.

Quais as principais causas do AVC?

  • Hipertensão arterial,
  • fibrilação atrial,
  • diabetes,
  • tabagismo,
  • uso de pílulas anticoncepcionais,
  • álcool e problemas relacionados à coagulação sanguínea estão entre as principais causas do AVC.

Como é feito o diagnóstico do AVC?

O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem, que permitem identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame cerebral. Tomografia computadorizada de crânio é o método de imagem mais utilizado para a avaliação inicial do AVC isquêmico agudo, demonstrando sinais precoces de isquemia. Importante ressaltar que o acidente vascular cerebral é uma emergência médica e o paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar.

  • Mudanças de hábito podem ajudar na recuperação por isso é importante controlar o colesterol, pressão arterial e níveis de açúcar no sangue.  Os cardiologistas recomendam adotar uma dieta equilibrada e a pratica de atividade física.
  • As células cerebrais não se regeneram, e também não existe tratamento para recuperá-las, mas há tratamentos terapêuticos que auxiliam na restauração das funções, movimentos e fala e sua eficácia é melhor aproveitada quando o tratamento é imediato. Nunca suspenda o tratamento indicado pelo cardiologista e/ou neurologista.

Como prevenir o AVC?

Muitos fatores de risco contribuem para o aparecimento de um AVC e de outras doenças crônicas, como câncer e diabetes. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, dependem apenas da pessoa e são os principais para prevenir essas doenças.

  • Não fumar
  • Não consumir álcool
  • Não fazer uso de drogas ilícitas
  • Manter alimentação saudável
  • Manter o peso ideal
  • Beber bastante água
  • Praticar atividades físicas regularmente
  • Manter a pressão sob controle
  • Manter a glicose sob controle

Quais complicações o paciente pode apresentar?

Em alguns casos, o AVC pode deixar sequelas de acordo com a intensidade do evento cardiovascular, o que varia de pessoas para pessoa. 

  • A falta de força pode ocasionar em perdas motoras, como fala, o comer sozinho, andar ou se vestir. Pode incluir dificuldade na comunicação, compreensão, engasgos, incontinência, perda de visão, distúrbios neurológicos e agressividade comprometendo o convívio com amigos e familiares.

O AVC é uma doença totalmente dependente do tempo. Isso quer dizer que quanto mais rápido for o tratamento, maiores serão as chances de recuperação completa. Desta forma, torna-se essencial a identificação dos sinais e sintomas e o atendimento médico imediato.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia- SBC- Ministério da Saúde

 

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20/ago/2019

A morte súbita é a morte instantânea, inesperada, repentina e não acidental, na maioria das vezes de origem cardíaca. Geralmente, está associada a dois tipos de miocardiopatia: hipertrófica, quando há um aumento no tamanho do músculo cardíaco e que causa arritmia; e displasia arritmogênica do ventrículo direito, quando as células do músculo cardíaco morrem e são substituídas por células gordurosas, sem relação com a alimentação. 

De modo geral, qualquer pessoa pode ser diagnostica com arritmia cardíaca, independentemente de faixa etária, sexo ou condição socioeconômica. As arritmias cardíacas podem acometer recém-nascidos, jovens saudáveis e esportistas. Tem alta incidência na população brasileira, sobretudo entre idosos.

A morte súbita pode ser evitada?

A morte súbita não é inevitável, sendo reversível em muitas vítimas, se tratada rapidamente com um choque elétrico aplicado no peito. Poucas tentativas de ressuscitação são bem-sucedidas após 10 minutos e, a partir de três minutos, o cérebro já começa a sofrer danos.

Quem está sujeito às arritmias cardíacas e à morte súbita?

Qualquer pessoa, independente da faixa etária e sexo, pode sofrer uma arritmia cardíaca. No entanto, a maioria das ocorrências está em pessoas que possuem doenças cardíacas ou já sofreram parada cardíaca, e pessoas que têm histórico de doenças da família (pais, irmãos etc.)

Somente indivíduos idosos têm arritmias cardíacas e podem sofrer morte súbita?

Não, as arritmias cardíacas podem acometer pessoas de qualquer faixa etária, até mesmo recém-nascidos. Segundo dados, a maioria das vítimas de morte súbita se encontra em sua idade mais produtiva.

Arritmias cardíacas certamente provocam a morte súbita?

Mais de 95% das mortes súbitas ocorrem fora do ambiente hospitalar. Por isso, a rápida desfibrilação e o suporte básico de vida podem aumentar a taxa de sobrevida em longo prazo. Em caso nos quais o acesso aos desfibriladores ocorre no período entre cinco a sete minutos após a parada cardíaca, a sobrevida é maior que 49%.

O que é um marca-passo?

O marca-passo é um dispositivo implantável que também podem ser utilizado no tratamento dos pacientes com arritmia cardíaca.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Arritmias  Cardíacas- SOBRAC 

 

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20/ago/2019

Arritmias são batimentos anormais do coração. Existe uma região dentro do coração responsável por gerar estimulo elétrico e fazê-lo bater. Esta região se chama ” Nó Sinusal”. Ela gera em torno de 50 a 100 batimentos por minuto e, em episódios de estresse ou esforço, acelera o coração para frequências  bem acima destes valores. Toda vez que um estímulo elétrico nasce de alguma outra região,  damos o nome de arritmia.

As arritmias podem tanto fazer o coração acelerar (taquiarritmias) quanto fazê-lo bater mais lento (bradiarritmias). Estas últimas ocorrem geralmente por falha na capacidade de gerar estímulo ou por atraso do estímulo dentro do coração.

Quais os fatores que facilitam a ocorrência de arritmias? 

Pessoas com doença cardíaca estrutural como infarto prévio (ataque cardíaco), insuficiência cardíaca (coração inchado), problemas nas válvulas do coração (sopros cardíaco significativos), doença de Chagas (doença do bicho barbeiro), entre outras, apresentam maior chance de ter arritmias e, mais graves.

As arritmias graves podem ocorrer em corações normais? 

Sim, mas com menor frequência. Na verdade, nestes corações “aparentemente” normais, existem alterações microscópicas que facilitam sua ocorrência, mas que são imperceptíveis nos exames convencionais de imagem.

Qual a gravidade das arritmias cardíacas? 

Quando não diagnosticada e tratada corretamente, a arritmia cardíaca pode provocar parada cardíaca, doenças no coração e a morte súbita.

Mas toda arritmia é grave?

Não. Felizmente a maior parte das arritmias encontradas em exames de rotina são benignas e bem toleradas. Ainda assim, é fundamental o acompanhamento junto ao cardiologista/arritmologista a fim de que se tenha certeza da “benignidade” da arritmia e da melhor conduta a ser feita.

Quais os sintomas que as arritmias provocam?

Os sintomas podem ser variados. Na maioria das vezes a pessoa se queixa da sensação de que o coração acelerou de uma hora para outra, “deu uns pulinhos” ou “deu um tranco”. Outros sintomas por vezes atribuídos às arritmias são tontura, visão borrada, desmaio, dor no peito e falta de ar. Em raros casos, o primeiro e único sintoma por ser a parada cardíaca.

As arritmias cardíacas são malignas? 

As arritmias podem ser benignas, mas também podem apresentar alta malignidade. Algumas podem causar falta de ar, dor no peito, desmaios e até morte súbita. Normalmente, as arritmias cardíacas que ocorrem em quem já apresenta problemas cardíacos, como infarto, cirurgias prévias, insuficiência cardíaca, são de maior risco aos pacientes.

Qual é o tratamento das arritmias? Sempre tenho que tratar?

Nem toda arritmia precisa ser tratada. Quando necessário, o tratamento deve ser individualizado de acordo com a arritmia em questão. A base do tratamento das arritmias que aceleram o coração são algumas classes de medicamentos; em alguns casos, é necessário o tratamento mais invasivo com cateter de ablação, que procura a arritmia dentro do coração e elimina o foco gerador. As arritmias que fazem o coração bater mais lento tem como base de tratamento o implante de um marcapasso, aparelho inserido de baixo da pele, que através de um cabo (eletrodo) alcança o coração e o estimula a bater.

O que posso fazer para prevenir as arritmias?

A prevenção é feita através da adoção de um estilo de vida saudável: prática regular de atividade física; alimentação adequada (rica em verduras, legumes e frutas, e pobre em gorduras e açúcares); controle da obesidade; interrupção do tabagismo; controle adequado dos níveis pressóricos, de açúcar e de colesterol; evitar alimentos e bebidas estimulantes, tais como suplementos para queima de gordura, energéticos, álcool e drogas ilícitas.

Quais são os sintomas das arritmias cardíacas? 

Os sintomas mais comuns sintomas são palpitações ou “batedeiras”, desmaios e tonturas. Em outros casos, podem apresentar confusão mental, fraqueza, pressão baixa e dor no peito. Mas, muitas vezes, as arritmias cardíacas não provocam sintomas, sendo uma doença silenciosa e, por isso, perigosa. Em casos graves, pode ocorrer parada cardíaca, que pode levar à morte súbita.

 

Fontes: Dr. Pedro Duccini Trindade- Via Viva Coração 
 Sociedade Brasileira de Arritmias  Cardíacas- SOBRAC 

 

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20/ago/2019

A Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê.


Acontece quando existe uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca. As cardiopatias congênitas mais comuns incluem alteração em alguma válvula cardíaca, que influencia no fluxo sanguíneo dificultando ou impedindo sua passagem, alterações nas paredes do coração levando a comunicações cardíacas que não deveriam existir e mistura do sangue oxigenado com o não oxigenado ou ainda a formação de um único ventrículo. Pode ainda haver a combinação de malformações.

Quais os sintomas?

Em bebês: os sintomas podem ser notados durante as mamadas, quando há o cansaço excessivo e transpiração, o mesmo pode acontecer durante o sono. 

  • Dificuldade no ganho de peso
  • irritação frequente
  • cianose, que é caracterizada pela ponta dos dedos e/ ou lábios arroxeados.

Em crianças maiores o cansaço pode ser notado durante as atividades físicas ou até mesmo na dificuldade de acompanhar o ritmo de outras crianças.

  • crescimento e ganho de peso de forma inadequada
  • infecções pulmonares repetidas
  • taquicardia ou ainda lábios roxos e pelo pálida quando brinca muito
  • episódios de desmaios precedido de tontura
  • visão turva
  • dores no peito
  • mal-estar

Quais os exames?

  • ultrassom morfológico
  • ecocardiograma fetal
  • teste do coraçãozinho

Outra forma de diagnóstico é por exame físico realizado pelo pediatra com ajuda de exames complementares como:

  • raio x de tórax
  • eletrocardiograma
  • ecocardiograma
  • cateterismo
  • holter de 24h
  • angiotomografia.

Principais Causas

As cardiopatias congênitas não têm causa definida, ocorrem pela interação de fatores genéticos e ambientais. No entanto, está comprovado que existem algumas situações que podem contribuir para o aumento do risco dessa condição.

  • Mães com mais de 35 anos
  • históricos de filhos anteriores cardiopatas
  • mães diabéticas
  • portadoras de lúpus e hipotireoidismo
  • mães que apresentaram toxoplasmose ou rubéola ou  fizeram uso de anticonvulsivos
  • antiinfamatórios
  • ácido retinóico
  • lítio durante a gravidez podem aumentar as chances de alterações na formação do coração do feto.
  • Gravidez de gêmeos, múltiplos ou fertilização in vitro também podem ter influência.

Tratamento e cuidados após o diagnóstico

  • O diagnóstico precoce pode salvar a vida da criança, principalmente em cardiopatias mais graves, quando o parto deve ser planejado e a criança precisa ser operada nos primeiros dias de vida.
  • As cardiopatias congênitas podem ser prevenidas em parte através da vacinação contra a rubéola e do consumo de ácido fólico.
  • Algumas cardiopatias não necessitam de tratamento.
  • Outras podem ser tratadas de forma eficaz com procedimentos com cateteres ou cirurgia cardiovascular.
  • Em alguns casos podem ser necessárias várias cirurgias.
  • Em outros, podem ser necessários transplantes de coração.
  • Com tratamento apropriado, o prognóstico é geralmente bom, mesmo dos problemas mais complexos.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia -SBC 

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20/ago/2019

O diabetes é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares. A doença está relacionada ao infarto, ao acidente vascular cerebral (AVC), ao entupimento de artérias e à formação de aneurisma.


O diabetes é classificado em dois tipos: 1 e 2. Aparece quando o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina, hormônio responsável por facilitar a entrada de glicose nas células. Sem ela, o açúcar não chega ao destino correto e permanece na corrente sanguínea. A tendência é de que a doença seja descoberta ainda na infância ou adolescência. Normalmente, é provocada por um problema no sistema imunológico e só pode ser controlada a partir da administração de injeções diárias do hormônio em falta.

👉 Em casos de diabetes tipo II o risco é maior, pois a glicose em circulação no organismo é pouco utilizada, o que agrava as chances de problemas cardíacos. Além disso, o diabetes tipo II potencializa outros fatores que também podem ser ruins para o coração, como o nível elevado de colesterol e a pressão alta.

As consequências da doença também podem ser percebidas em gestantes, pois os bebês podem desenvolver predisposição para a obesidade. Órgãos como os olhos e os rins também podem ser prejudicados, assim como os dentes e os pés, que às vezes precisam ser amputados em decorrência de alguma complicação ocasionada pelo diabetes.

👉 Cuidados na alimentação e a prática regular de atividade física são boas formas de evitar que a doença prejudique o corpo.

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20/ago/2019

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) ou pressão alta é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial (PA).


Hipertensão  é uma doença democrática que acomete crianças, adultos e idosos, homens e mulheres de todas as classes sociais e condições financeiras.  Está relacionada com a força que o sangue faz contra as paredes das artérias para conseguir circular por todo o corpo. O estreitamento das artérias aumenta a necessidade de o coração bombear com mais força para impulsionar o sangue e recebê-lo de volta. Como consequência, a hipertensão dilata o coração e danifica as artérias.

SINTOMAS

Hipertensão arterial é uma doença traiçoeira, só provoca sintomas em fases muito avançadas ou quando a pressão arterial aumenta de forma abrupta e exagerada. Algumas pessoas, porém, podem apresentar sintomas, como dores de cabeça, no peito e tonturas, entre outros, que representam um sinal de alerta.

RECOMENDAÇÕES

A principal recomendação dos médicos, para todos os hipertensos, é mudar o estilo de vida. Adotar uma dieta adequada associada a uma rotina de exercícios, opera verdadeiros milagres. Claro que existem os casos em que paciente precisa tomar remédios, às vezes pelo resto da vida. É importante lembrar que o tratamento leva em conta vários fatores de risco, como tabagismo, níveis de colesterol e história familiar do paciente.

O dia 26 de abril foi escolhido para reforçar a importância dos cuidados básicos para prevenção dessa doença. Alguns fatores que podem levar a hipertensão são:

👉 Obesidade;

👉 Má alimentação (muito consumo de sal);

👉 Sedentarismo;

👉 Tabagismo;

👉 E em alguns casos, o fator hereditário.

Cuide da sua saúde!

 

Fonte: Minha Vida


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20/ago/2019

Um aneurisma é uma área frágil na parede de um vaso sanguíneo que faz com que o vaso forme uma protuberância ou aumente de tamanho. Quando o aneurisma ocorre em um vaso sanguíneo do cérebro, ele é denominado de aneurisma cerebral.

Quando ocorre o aneurisma?

Ocorre quando a região da artéria, já enfraquecida, sofre pressão devido ao estresse, tabagismo, hipertensão, agitação ou medicamentos, desta maneira ela se rompe.

Quais os sintomas do aneurisma?

Os sintomas dependem da localização do aneurisma, o mais comum aparece quando o vaso rompe e se caracteriza como uma dor de cabeça extremamente intensa, surgindo de forma repentina, porém podem surgir outros sintomas que são convulsões, desvio nos olhos, visão dupla e perda da consciência.

Como diagnosticar o aneurisma antes que ele rompa?

Através dos sintomas e realizando exames de diagnóstico como angiotomografia computadorizada, das artérias cerebrais, a angioressonância magnética do crânio e a angiografia cerebral para diagnóstico definitivo.

Como é o tratamento do aneurisma?

O tratamento  é bastante variável, podendo ser de maneira cirúrgica aberta ou por técnica endovascular e as indicações vão ser baseadas na angioarquitetura (como o aneurisma está formado) e a localização do mesmo.

Como prevenir?

Tratar a pressão alta pode reduzir a chance de ruptura de um aneurisma. Controlar os fatores de risco da arteriosclerose pode reduzir a probabilidade de alguns tipos de aneurisma. Se descobertos a tempo, aneurismas não rompidos podem ser tratados antes de causarem problemas.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia

 

 

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20/ago/2019

Segundo a pesquisa, Short-term Effects of High-Dose Caffeine on Cardiac Arrhythmias in Patients With Heart Failure, publicada no JAMA Internal Medicine, realizada por profissionais do ICOR, em parceira com o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, a ingestão de altas doses de cafeína não aumentou a incidência de arritmias em pacientes com Insuficiência Cardíaca sistólica crônica em repouso e durante exercício físico limitado por sintomas. Ainda conforme o estudo, até o momento, não há evidências sólidas para apoiar a recomendação comum de limitar o consumo moderado de cafeína em pacientes com risco de arritmias.

 

 


SOBRE O ESTUDO:

Nosso médico cardiologista, Diego Chemello é um dos autores do estudo “Os efeitos a curto prazo da cafeína de alta dose em arritmias cardíacas em pacientes com insuficiência cardíaca”, um ensaio clínico randomizado duplo-cego, que teve como objetivo comparar o efeito da alta dose de cafeína ou placebo na freqüência de arritmias supraventriculares e ventriculares, tanto em repouso como durante um teste de exercício. O estudo incluiu pacientes com insuficiência cardíaca crônica disfunção sistólica moderada a grave  e Classe funcional York I-III da Associação do Coração de York. 

Leia o artigo completo no link abaixo:

http://saigaiin.sakura.ne.jp/sblo_files/saigaiin/image/ioi160084.pdf

 

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20/ago/2019

O que é?

É uma doença inflamatória que ocorre pela formação de placas de colesterol nas paredes das artérias, que prejudicam a passagem do sangue. Ocorre de maneira progressiva, começa na infância e pode apresentar consequências mais tarde.

Essas placas são chamadas de ateromas, que podem se romper e provocar oclusão aguda. Este quadro está associado à ocorrência de derrame cerebral, ataque cardíaco e claudição em membros inferiores quando afeta as pernas.

Quais os sintomas da aterosclerose?

Normalmente, é uma doença assintomática até o rompimento das placas ou quando o acúmulo é grave o suficiente para obstruir o fluxo sanguíneo. Quando ocorre essa ruptura, os sintomas variam são de acordo com a região em que a doença se evidencia:

  • Membros inferiores: pode apresentar dor para caminhar ou mesmo em repouso, assim como o surgimento de feridas.
  • Artérias carótidas: o acidente vascular cerebral (AVC) pode ser o primeiro sintoma da doença obstrutiva carotídea. Desmaios e tonturas também são sintomas transitórios.
  • Artérias viscerais: pode causar perda de peso, náuseas e diarreia.
  • Artérias renais: pode causar pressão alta de difícil controle e insuficiência renal.

Quais os fatores de risco da doença?

O envelhecimento é um dos fatores de risco da aterosclerose, assim como a diabetes, obesidade, sedentarismo, colesterol alto, pressão alta, tabagismo e histórico familiar.

Qual melhor prevenção?

Manter uma vida com hábitos saudáveis é a melhor recomendação. Uma dieta adequada, com baixo teor de gordura animal e saturada, controle do peso e atividades físicas regulares podem ajudar.

Qual o tratamento?

Os tratamentos incluem medicamentos, procedimentos para desobstruir as artérias e, em alguns casos, é necessário procedimento cirúrgico, através da angioplastia e colocação de stent – dispositivo metálico cilíndrico que desobstrui a artéria – ou cirurgia de revascularização com pontes de safena.

 


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