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BLOG DO ICOR

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17/jan/2020

A Endocardite é uma infecção no endocárdio, revestimento interno do coração, a qual ocorre, geralmente, quando uma bactéria ou germes de outra parte do corpo se espalham pelo sistema sanguíneo se ligando a áreas afetadas do coração.

Quando o sangue passa dos átrios para os ventrículos, as válvulas impedem a volta do sangue, mantendo o fluxo sempre na mesma direção. São estas válvulas que podem ser infectadas por bactérias, fungos, vírus, ou outros microrganismos. Ela pode ser classificada, de acordo com a causa, em endocardite infecciosa ou não infecciosa.

A endocardite pode se desenvolver vagarosamente ou de repente, dependendo de qual infecção está originando o problema e se a pessoa já tem algum problema cardíaco. Os sintomas podem variar, mas a maioria inclui: febre e calafrios, fadiga, sudorese noturna, tosse persistente, sangue ou outras alterações na urina, dentre outros.

Procure um médico se sentir alguns desses sintomas. Cuide da sua saúde! ❤️

Fonte: Manual MSD

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.


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17/jan/2020

A Taquicardia Ventricular pode ser definida como uma série de batimentos ventriculares prematuros consecutivos. Por vezes, poucos batimentos desse tipo ocorrem de cada vez e, em seguida, o coração recupera seu ritmo normal.

A Taquicardia Ventricular, que dura mais de 30 segundos, é chamada de Taquicardia Ventricular Sustentada e ocorre, geralmente, em pessoas com cardiopatias estruturais como um ataque cardíaco, insuficiência cardíaca ou uma cardiomiopatia. Ela é mais comum entre idosos.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

🔹 Palpitações;
🔹 Fraqueza;
🔹 Tonturas e/ou desconforto torácico.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO?

O Eletrocardiograma (ECG) é utilizado para diagnosticar a taquicardia ventricular e para determinar a necessidade de tratamento.

Fonte: Manual MSD.

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17/jan/2020

❤️ A miocardite é conhecida por ser uma inflamação do músculo do coração que pode surgir como uma complicação durante diferentes tipos de infecção no organismo.

❤️ Na maioria dos casos, ela surge durante uma infecção por vírus, como gripe ou catapora, mas também pode acontecer quando existe uma infecção por bactérias ou fungos, sendo que nestes casos normalmente é preciso que a infecção esteja muito avançada.

❤️ Nos casos mais leves, como durante uma gripe ou resfriado, a miocardite não provoca qualquer tipo de sintoma. Porém, nos casos mais graves, como nos de infecção bacteriana, pode surgir: dor no peito, batimento cardíaco irregular, sensação de falta de ar, cansaço excessivo, inchaço das pernas e pés e tonturas.

❤️ A miocardite tem cura e, geralmente, desaparece quando a infecção fica curada, no entanto, quando a inflamação do coração é muito grave ou não desaparece, pode ser necessário ficar internado no hospital.

Fonte: Tua Saúde.

 

 

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17/jan/2020

No dia 24 de Novembro ocorrerá um evento nacional de combate ao câncer. O Instituto do Coração de Santa Maria (Icor) apoia essa causa e será patrocinador desse evento. Não cuidamos apenas do seu coração, mas de toda a sua saúde. ❤️

Sabemos que muitos dos nossos pacientes estão em tratamento contra o câncer, sendo encaminhado ao Icor pelos seus médicos oncologistas. Por isso, queremos mostrar que vocês jamais estarão sozinhos nessa batalha. #troqueomedoporesperança

Confira mais informações e a programação completa no site do evento. 

www.troqueomedoporesperanca.com.br

Contamos com sua presença! 😍

 

 

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17/jan/2020

Agora no Instituto do Coração de Santa Maria (ICOR), você consegue monitorar sua pressão arterial de casa, através do Monitor Residencial da Pressão Arterial.

O QUE É MRPA?

  • A Monitorização Residencial da Pressão Arterial(MRPA) é uma técnica que permite você realizar as medidas da pressão arterial em casa e levar os resultados ao seu médico. O exame inicia-se numa 2ª feira e um período de 4 dias, de manhã e à tarde (ou à noite). O paciente deverá medir a pressão obedecendo a protocolos bem definidos e validados.

DURAÇÃO

  • Uma semana

TÉCNICA

  • Validada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

ALGUNS CUIDADOS IMPORTANTES DEVEM SER OBSERVADOS DURANTE A VERIFICAÇÃO DA PA:

  • ⇒Estar sentado, em ambiente calmo e em repouso há pelo menos 5 minutos;
  • ⇒Estar de bexiga vazia;
  • ⇒Não ter praticado exercícios (por pelo menos uma hora);
  • ⇒Não falar durante a medida;
  • ⇒Se houver algum estresse emocional, espere se acalmar, cerca de 20 a 30 minutos, para realizar as medias e informe ao seu médico o que houve no dia;
  • ⇒Realize as medidas com o braço apoiado na altura do coração;
  • ⇒Não fumar, ingerir cafeína ou qualquer outro estimulante por 30 min antes da medida;
  • ⇒Utilizar um manguito de tamanho apropriado para o braço – medir a circunferência;
  • ⇒A maioria dos manguitos tradicionais mede braços com circunferência de 22/24 cm a 32/34 cm;
  • ⇒Utilizar um aparelho calibrado e com manutenção em dia. Ao contrário de crenças prévias, os aparelhos oscilométricos de braço (e não do punho) têm excelente performance e são recomendados.

 

HIPERTENSÃO ARTERIAL

A pressão arterial é uma medida de grande variabilidade. Uma medida isolada pode não traduzir completamente o comportamento habitual da pressão do indivíduo e levar a erros diagnósticos e de avaliação no tratamento anti-hipertensivo. Medidas de pressão arterial isoladas em consultório médico ou em casa exercem papel limitado no diagnóstico e no controle do tratamento da pressão arterial.

VANTAGENS DO MRPA

  • Monitorização em horários padronizados e o aparelho calibrado;
  • Duração mais prolongada, evitando efeito do ‘jaleco branco’.
  • Evita o desconforto das medidas repetidas da MPA de 24 horas.
COMO FAZER
  • Paciente agenda o exame no ICOR e retira o aparelho na clínica. As medidas são realizadas de acordo com protocolo validado.
  • Ao final do exame, o paciente devolve o aparelho e as medidas são computadas. Um laudo gerado e enviado ao e-mail do paciente.

 

Fonte: Dr. Diego Chemello 

 

 

 

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17/jan/2020

Manual de Orientações Dr. Diego Chemello

As orientações a seguir são destinadas aos pacientes com indicação de estudo eletrofisiológico e/ou ablação de arritmias não-complexas. Seu procedimento será realizado pela equipe do Dr. Diego Chemello na Unidade de Cateterismo do ICOR, localizado no Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo, em Santa Maria. Esse manual tem a finalidade de fornecer orientações aos pacientes, mas não substitui a avaliação médica presencial.


 

ARRITMIAS

Arritmias são alterações do ritmo do coração, sendo na sua maioria anormais. Elas são classificadas em 2 grandes grupos: bradicardias (ritmos com frequência cardíaca abaixo de 50 batimentos por minuto) e taquicardias (ritmos com frequência cardíaca maiores que 100 batimentos por minuto).

Os sintomas são extremamente variáveis, dependendo do tipo de ritmo e da frequência cardíaca observada. Alguns pacientes podem apresentar poucos sintomas, como palpitações leves, mesmo apresentando arritmias significativas. A avaliação especializada é fundamental para determinar se sua arritmia é ou não grave.

Fique atento aos seguintes sintomas: desmaio (síncope), tonturas, falta de ar de início súbito, palpitações, batimentos cardíacos irregulares, intolerância aos esforços.

 

 

ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO

O coração funciona como uma espécie de bomba, que mantém o sangue circulando pelos órgãos. O funcionamento correto do coração depende de um sistema elétrico especializado, capaz de estimular o coração. O estudo eletrofisiológico consiste na avaliação detalhada desse sistema de condução, através da colocação de cateteres especiais em regiões do coração. Esses cateteres são introduzidos nas veias da região inguinal (virilha) ou cervical (pescoço). Uma vez posicionados, estímulos controlados e indolores são aplicados no coração para avaliação do sistema de condução.

O estudo eletrofisiológico apresenta a vantagem de ser mais específico que os métodos convencionais, possibilitando o diagnóstico exato de determinadas arritmias e indicando o tratamento mais adequado.

 

ABLAÇÃO DE ARRITMIAS

A ablação de arritmias consiste na realização de uma pequena cauterização que, quando aplicada de maneira controlada, determina resolução definitiva de certas arritmias. Essa cauterização é realizada por meio de cateteres especiais, com propriedades de liberar energia. A ablação pode ser realizada após o estudo eletrofisiológico (no mesmo procedimento) ou em um segundo momento, dependendo da complexidade da mesma e do tempo dispendido.

PREPARAÇÃO PARA ESTUDO E ABLAÇÃO DE ARRITMIAS

Antes da realização do procedimento, você deverá receber instruções específicas de seu médico em relação aos cuidados necessários para a realização de um procedimento seguro e tranquilo. Faça perguntas!

 

Algumas orientações importantes que você deve saber em preparação ao seu teste:

PREPARAÇÃO ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO

Medicações

  • Informe sobre alergias ou intolerâncias a medicamentos;
  • Traga sempre suas medicações nas consultas e no dia do exame para que possam ser revisadas;
  • Você será orientado a suspender o uso de algumas medicações dias antes do procedimento. Certos medicamentos podem impedir o diagnóstico correto de arritmias, de modo que sua suspensão garante melhores resultados;
  • Avise sobre a presença de diabetes e uso de medicações para tratamento do mesmo. Na maioria dos casos, ajustes de doses são necessários antes e após o procedimento;
  • Avise sobre o uso de anticoagulantes (varfarina, femprocumona, dabigatrana, rivaroxabam, apixabam). Alguns procedimentos não podem ser feitos sob efeito dessas medicações.
  • Informe sobre alergias ou intolerâncias a medicamentos;
  • Traga sempre suas medicações nas consultas e no dia do exame para que possam ser revisadas;

ACOMPANHANTE

  • Você será orientado a suspender o uso de algumas medicações dias antes do procedimento. Certos medicamentos podem impedir o diagnóstico correto de arritmias, de modo que sua suspensão garante melhores resultados;
  • Avise sobre a presença de diabetes e uso de medicações para tratamento do mesmo. Na maioria dos casos, ajustes de doses são necessários antes e após o procedimento;
  • Avise sobre o uso de anticoagulantes (varfarina, femprocumona, dabigatrana, rivaroxabam, apixabam). Alguns procedimentos não podem ser feitos sob efeito dessas medicações.

 

HÁ RISCOS?

O estudo eletrofisiológico é considerado um procedimento de baixo risco. No entanto, complicações podem ocorrer em qualquer procedimento. Felizmente, as complicações mais frequentes no estudo eletrofisiológico são facilmente tratadas, entre as quais destacam-se: sangramentos menores, dor ou desconforto no local de punção, sensação de batimentos cardíacos anormais e leve desconforto no peito. São de ocorrência rara complicações como perfuração do coração e lesão pulmonar.

No caso de ablação (cauterização), alguns riscos adicionais são possíveis como lesão do sistema de condução cardíaco, necessidade de implante de marcapasso definitivo, tamponamento cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC). Tenha calma! Segundo dados da literatura, o risco de complicações graves é menor que 1 para cada 1,000 procedimentos. Segundo a avaliação do seu médico, os benefícios do procedimento são muito superiores aos riscos!

DURANTE O ESTUDO

Durante o procedimento, você estará em um ambiente hospitalar. Apesar da simpatia e dos cuidados da equipe, a ansiedade é um sintoma comum. Medicamentos podem ser administrados para reduzir a ansiedade e o desconforto, sem riscos à sua saúde. Durante o exame, os profissionais vão conversar com você. Não tenha medo! Informe o que está sentindo para que possamos lhe proporcionar uma experiência o mais agradável possível.

DOR / DESCONFORTO

O estudo eletrofisiológico é realizado sob o efeito de anestesia local e sedação leve. Algum desconforto pode ser ocasionado no momento da aplicação do anestésico local, para a colocação dos cateteres. Durante o estudo, é normal você sentir palpitações ou aceleração dos batimentos cardíacos.

Se for realizada ablação, é possível que você sinta um leve desconforto no peito, o qual desaparece rapidamente após o término da cauterização. Por fim, o tempo de permanência deitado durante e após o procedimento pode lhe causar algum desconforto nas costas. Você será capaz de informar seu médico durante o exame sobre a ocorrência desses sintomas!

A ocorrência de arritmias durante o procedimento é esperada em muitos casos, sendo uma etapa fundamental para o correto diagnóstico do problema. Isso pode reproduzir alguns dos sintomas que lhe motivaram a procurar avaliação médica. Não tenha medo! Durante o exame você terá seus sinais vitais periodicamente checados e profissionais especializados lhe monitorando constantemente. Algumas arritmias precisam ser revertidas com um choque elétrico (cardioversão), o que será feito com sedação adequada para que você não sinta desconforto. 

 

DURANTE O ESTUDO

O procedimento dura em média 2-3 horas. Esse tempo pode ser maior ou menor, de acordo com a complexidade do caso. O período de recuperação após o exame dura de 4-6 horas, tempo no qual é necessário manter a observação dentro do hospital. Em alguns casos, é necessário pernoite no hospital com reavaliação médica no dia seguinte. Sugerimos que você reserve seu dia para o procedimento.

DURAÇÃO

Após o procedimento, você será encaminhado a uma sala de recuperação, onde seus sinais vitais serão monitorizados. Após algumas horas, na maioria dos casos, você poderá fazer uma refeição leve e receber uma breve visita do seu acompanhante. Devido às punções realizadas na região da virilha e/ou do pescoço, é necessário que você permaneça deitado por 4 horas em média. Somente após esse período você será autorizado a sentar.

Seu médico explicará o resultado do exame de maneira simples e que você possa compreender. É possível que o efeito residual de alguns sedativos façam que você não lembre de algumas orientações. Não se preocupe!! No momento da alta você e seu acompanhante receberão orientações por escrito sobre medicações, retorno e cuidados.

 No próximo texto vamos abordar algumas dúvidas frequentes que os pacientes querem esclarecer antes da realização do exame.

 

 FONTE: DR. Diego Chemello 

 

 

 

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17/jan/2020

O tratamento com medicamentos que “afinam” o sangue, conhecidos como anticoagulantes, reduz a capacidade do sangue de formar coágulos. Eles são medicamentos importantes, por exemplo, em pacientes com batimento cardíaco irregular (fibrilação atrial), que são mais vulneráveis ao AVC.

Entenda melhor no Manual de Orientações ao Paciente organizado pelo nosso cardiologista, Dr Diego Chemello. 


A Coagulação do sangue

Nosso sangue carrega muitas células especializadas e substâncias. Dentre essas substâncias, existem os fatores de coagulação, que agem promovendo a formação do coágulo sanguíneo. Quando nos ferimos, os fatores de coagulação entram em ação, contribuindo para a formação de um coágulo e impedindo que tenhamos uma hemorragia incontrolável.

Em alguns pacientes, existe um funcionamento exacerbado do sistema de coagulação, contribuindo para a formação excessiva de coágulos. Esses coágulos podem, em determinadas situações, causar entupimento de artérias importantes do nosso corpo, causando trombose de vasos cerebrais, de vasos das pernas ou braços e do coração. Essas situações são potencialmente.

 

Os anticoagulantes

Os anticoagulantes são medicamentos com propriedades de inibir determinados fatores de coagulação, evitando a formação excessiva de coágulos em pacientes com predisposição. De um modo simplificado, são medicamentos que “afinam o sangue”. Seu uso correto é importante, pois esses medicamentos também aumentam o risco de sangramento. O uso correto garante um equilíbrio do sangue. Diversos estudos têm mostrado benefícios importantes do uso dessas medicações em situações de risco, com redução da formação de coágulos impróprios e de eventos como infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico (AVC) e até mesmo morte.

 

Novos anticoagulantes

Os novos anticoagulantes são medicações modernas, desenvolvidas para se tornarem uma alternativa mais prática para anticoagulação. Essas medicações mostram resultados excelentes!

Quatro medicações já estão em comercialização no Brasil:

  • Dabigatrana (Pradaxa)
  • Rivaroxabana (Xarelto)
  • Apixabana (Eliquis)
  • Edoxabana (Lixiana)

 

Vantagens dos Novos Anticoagulantes

  • Ausência de interações com medicações ou alimentos;
  • Não existe a necessidade de monitorização do INR para ajuste da medicação. Ou seja, a dose é fixa e determinada após a avaliação do médico. Testes de sangue periódicos não são necessários;
  • Menos sangramentos espontâneos no sistema nervoso central (cérebro, etc.);
  • Rápida reversão do efeito com a suspensão da medicação.

 

 

Varfarina

Esses medicamentos são utilizados há muito tempo, de modo que muitos médicos têm familiaridade com seu uso. Além disso, são de custo mais acessível.

Como desvantagens, apresentam a necessidade de ajuste de doses e de monitorização regular dos níveis de medicação, através de coleta de sangue.

A interação com alimentos e outros medicamentos também é uma desvantagem.

 

 

Cuidados com a Alimentação

A vitamina K é essencialmente obtida pela alimentação, de modo que o consumo de determinados alimentos pode aumentar a quantidade de vitamina K ingerida, reduzindo a eficácia dos medicamentos inibidores da vitamina K. Portanto, você precisa estar atendo à sua alimentação diária, conhecendo os alimentos ricos e pobres nessa vitamina. Evite variações bruscas na ingestão de certos alimentos. Os alimentos ricos em vitamina K, que devem ser ingeridos em pequenas quantidades e porções semanais regulares são os seguintes:

  • Vegetais e folhas verdes: alface, brócolis, agrião, folhas de beterraba, espinafre, repolho, salsa, casca de pepino, mostarda, radite, chicória, rúcula, etc.;
  • Óleo e gorduras vegetais: azeite de oliva, óleos de soja/canola, margarina e maionese;
  • Carne de fígado.

 

Dicas importantes aos usuários de varfarina

  • Os alimentos ricos em vitamina K são importantes para a saúde. Portanto, não deixe de comê-los! O que você deve fazer é manter uma dieta constante, sem muitas alterações em relação a esses alimentos;
  • Você pode aumentar o conteúdo de vitamina K em um alimento que seja pobre nessa vitamina, apenas alterando o modo de preparo. Por exemplo: batata inglesa é pobre em vitamina K, mas quando frita em óleo vegetal torna-se rica nessa vitamina;
  • Cuidado com as frituras e com o óleo usado nas saladas;
  • Não use suplementos vitamínicos ou alimentares sem informar seu médico;
  • As bebidas alcoólicas devem ser evitadas, principalmente no seu uso diário. O álcool aumenta o risco de sangramento.

Avaliação da dose certa de Varfarina

  • O exame que mostra como está a coagulação do sangue chama-se tempo de protrombina (TP).
  • O INR (Taxa Internacional de Normatização – referente ao TP) nos informa em que nível está a anticoagulação do sangue, determinando se a dose da medicação está adequada ou não.
  •  Valores de INR adequados variam conforme o tipo de problema.
  • Seu médico determinará o INR indicado no seu caso, bem como determinará a dose de medicação necessária e eventuais ajustes.
  • O exame deverá ser coletado na data determinada, com uso regular da medicação.

 

 FONTE: DR. Diego Chemello 

 

 

 

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17/jan/2020

O cateterismo cardíaco é um procedimento invasivo, geralmente realizado com o objetivo de obter informações anatômicas e funcionais do coração e de suas artérias (artérias coronárias) e valvas. 

O exame permite diagnosticar diversas doenças cardíacas e avaliar a sua repercussão. Normalmente, é realizado para avaliar as artérias coronárias, identificando e quantificando obstruções responsáveis por quadros de “angina” e de infarto do miocárdio. A avaliação do resultado de tratamentos por angioplastia ou cirurgia cardíaca também é comumente realizada através deste exame.

Como é realizado?

Geralmente, o exame é realizado com anestesia apenas local, por dissecção da artéria do braço (braquial) ou punção das artérias radial (braço) ou femoral (virilha). Em situações específicas, pode ser necessário utilizar, além da artéria, uma veia, que permite estudar adequadamente o lado direito do coração e/ou as artérias pulmonares. 

Através de um longo tubo, fino e flexível (cateter), introduzido num vaso sanguíneo periférico (veia ou artéria) do braço, coxa ou pescoço, que chega até às artérias do coração ou ao interior do próprio órgão. Através desse tubo, pode ser injetado um contraste radiopaco que permite detectar eventuais placas de gordura, colesterol ou cálcio que estejam estreitando ou bloqueando artérias coronárias e outras anomalias cardíacas. Por meio dele é também possível colher amostras de sangue e do músculo e válvulas cardíacas, assim como realizar pequenas cirurgias no coração. Eventuais bloqueios nas artérias podem ainda ser visualizados por meio da ultrassonografia durante o cateterismo cardíaco.

Quando o cateterismo cardíaco é indicado? 

cateterismo cardíaco é mormente indicado naquelas situações em que se ache necessário avaliar o estado circulatório das artérias coronarianas. Isso se dá, sobretudo, em pacientes que sofreram ou sofrem infarto do miocárdioangina do peitoisquemia coronariana, pacientes que tenham sido submetidos à angioplastia ou cirurgia de ponte de safena, pacientes com doenças das válvulas do coração, cardiopatias congênitasinsuficiência cardíaca etc.

cateterismo é capaz de diagnosticar com precisão a existência, extensão e localização de placas que estejam prejudicando a circulação, assim como pode desobstruir artérias e válvulas porventura danificadas. Também pode ser usado na necessidade de se avaliar ou confirmar anomalias cardíacas, doenças das válvulas e do músculo cardíaco, dos vasos pulmonares ou da artéria aorta e para determinar a necessidade de tratamento cirúrgico. Por meio do cateterismo cardíaco são possíveis certos procedimentos terapêuticos:

  • Angioplastia: desobstrução de uma artéria coronariana ou ponte de safena usando-se um balão inflável que restitui a circulação no vaso.
  • Stent coronário: colocação de uma tela de aço inoxidável na parede interna do vaso desobstruído durante angioplastia.
  • Valvuloplastia: desobstrução das válvulas cardíacas (pulmonar e mitral).

Quais são os riscos do cateterismo cardíaco?

cateterismo cardíaco é um exame feito com frequência e habitualmente sem complicações. No entanto, em raros casos pode implicar em complicações sérias e inclusive fatais. As complicações mais frequentes são:

  • Desprendimento de coágulos sanguíneos
  • Dor, sangramento ou infecção no local onde o cateter é introduzido
  • Danificação dos vasos sanguíneos utilizados
  • Arritmia cardíaca (batimentos irregulares do coração)
  • Diminuição da pressão sanguínea
  • Reação alérgica aos contrastes utilizados
  • Acúmulo de sangue ou fluido na bolsa membranosa que envolve o coração

As complicações mais comuns do cateterismo cardíaco diminuíram a partir da utilização da artéria radial, em vez da artéria femoral.

 

Fonte: AbcMed

 

 

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17/jan/2020

Com o nome técnico de cardiomiopatia de Takotsubo ou cardiomiopatia induzida por estresse, essa doença afeta o músculo cardíaco e seus sintomas podem ser confundidos com os do infarto agudo do miocárdio: arritmias, dor no peito, falta de ar, desmaio, suor em excesso.

Essa condição, que basicamente provoca descompasso temporário no ritmo do músculo cardíaco, afeta principalmente mulheres acima dos 50 anos. Isso porque a síndrome do “coração partido” se relaciona com a diminuição de estrogênio (hormônio feminino que protege os vasos do coração) após a menopausa. Ainda que não tenha causas específicas determinadas, é sabido que em 80% dos casos está associada a situações agudas de estresse físico ou emocional.


Os sintomas da síndrome, em geral, desaparecem sem necessidade de tratamento. Mas é preciso ficar alerta para possíveis complicações, como insuficiência cardíaca, edema pulmonar ou choque cardiogênico (quando o coração não consegue bombear sangue e nutrir os órgãos de forma adequada). E também pela similaridade com sintomas com o infarto agudo do miocárdio.


Fonte: Dr. Drauzio Varella

Busque acompanhamento médico. Cuide da saúde do seu coração! ❤️

 

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17/jan/2020

Você sabia que descongestionante nasal pode causar problemas cardíacos?

Esses eventos cardíacos decorrem do uso contínuo do descongestionante, pois parte de sua composição contém substância vasoconstritora, ou seja, que provoca a contração dos vasos sanguíneos. Caso seja absorvida pela mucosa do nariz e caia na corrente sanguínea pode atingir o sistema cardiovascular e sobrecarregar o coração.

Como sintomas pode apresentar: arritmia cardíaca, taquicardia, hipertensão arterial, trombose, tonturas e dor de cabeça. Com crianças o cuidado deve ser redobrado. Uma superdosagem pode elevar demais a pressão e causar reações cardiovasculares, com risco de provocar falta de ar ou até mesmo parada cardíaca.
Por isso a recomendação é utilizar o descongestionante nasal sob orientação médica e por prazo determinado. Como alternativas para aliviar o desconforto causado pela congestão nasal estão: hidratação da mucosa nasal com soro fisiológico várias vezes ao dia; uso de umidificadores de ambientes ou banho quente para que o vapor da água umedeça as vias respiratória; evitar exposição ao ar-condicionado e ingerir bastante líquido.

Fonte: Revista Saúde

Consulte seu médico. Cuide do seu coração! ❤️

 

 

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O Instituto do Coração de Santa Maria (ICOR) é referência na área da saúde. Há mais de 20 anos cuida do coração da cidade e região oferecendo um atendimento ético, humanizado e de qualidade.

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