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BLOG DO ICOR

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21/jul/2018

Temidas, na maioria das vezes, pelos aspectos estéticos as varizes são veias grandes e inchadas que geralmente aparecem nas pernas e nos pés. As causas para o seu aparecimento estão relacionadas com a má circulação do sangue no corpo. De acordo com o angiologista e cirurgião vascular, Dr. Jeferson Aita, uma forma natural de prevenir a doença é através de um boa alimentação, a base de fontes ricas em vitaminas e mineiras.

Segundo o especialista, alguns nutrientes encontrados no peixe, em produtos desnatados e integrais melhoram a circulação e auxiliam no combate as varizes. Assim como as fibras das verduras escuras.

Abaixo, algumas recomendações para você fazer a escolha certa na hora das refeições.


 

 

Na hora de compor seu prato dê preferência a peixes, peito de galinha ou de peru sem a pele.

Você pode consumir, mas com moderação, carne escura de galinha ou peito do peru, carne magra do boi, vitela, porco, cordeiro, camarão, siro, mariscos e mexilhões.

O ideal é evitar carnes gordas de boi, porco, cordeiro e ovelha, além de miúdos- fígado, rim, miolos, pele de galinha, embutidos, linguiça, presunto gordo e salsicha.

 

 


 

Com os produtos lácteos também é importante dar uma atenção especial. Opte por leite e iogurtes desnatados, queijos magros- tipo minas e ricota.

Vale lembrar que o leite semidesnatado pode ser consumido, mas com moderação.

Recomenda-se evitar o leite e iogurtes integral, queijos amarelos e gordos, creme de leite, nata, manteiga, sorvete de nata ou creme, molhos com queijos ou creme de leite.

 

 

 


 

As gorduras e os óleos também podem ser controlados.

O ideal é consumir os óleos vegetais de milho, arroz, soja, girassol, oliva e margarina cremosa.

Já a margarina dura deve ser consumida com moderação.

E para os adoradores de bacon, banha, manteiga e frituras em geral a recomendação é evitar!

 

 


 

 

Com os ovos a indicação é consumir somente a clara, evitando a gema, omeletes e maionese.

 

 

 

 

 


 

No caso das verduras, legumes e cereais também exitem restrições. 

Na hora de fazer a feira coloque no carrinho verduras e legumes em geral, arroz, feijão, lentilha, massa sem ovo, milho, aipim cozido e todos os tipos de pães. O consumo de biscoitos e panquecas deve ser com moderação.

Já as massas com ovos, pizza, feijoada com carnes gordurosas, alimentos preparados com gordura animal, croassant, waffles, pasteis e sonhos devem ser EVITADOS nas refeições.

 


 

Com as FRUTAS a única restrição é quanto o consumo de ABACATE e COCO.

As demais frutas podem ser consumidas, mas nada em exagero.

 

 

 

 


 

 

É quase impossível não sentir vontade de comer uma sobremesa depois do almoço, não é mesmo?

Por isso, dê preferência as gelatinas,  as frutas, sorvete de frutas, bolo preparado com clara, farinha e açúcar.

Mesmo que seja um tentação, é importante evitar os doces, bolos, tortas preparadas com nata, gema ou chocolate, sorvete de creme ou de nata e pudim.

 

 


 

E para finalizar as sugestões não podemos deixar de fora os chás, o café, a mostarda, o Ketchup, o vinagre e temperos.

Já o amendoim, o caju, as nozes e amêndoas devem ser consumidas com moderação.

E mesmo que muitos sejam chocólatras assumidos, a recomendação para não ter problemas com a circulação é que se evite chocolate.

Fonte: Diário BEM-VIVE
Referência: Dr. Jeferson Aita | CRM 23730
Angiologista e Cirurgião Vascular ICOR

 

 


Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam  exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso,  contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.


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21/jul/2018

A mudança de perfil dos portadores do HIV depois dos antirretrovirais é apontada pelos médicos, como o principal fator para justificar o aumento dos casos de doenças cardíacas na população.


Há uma expectativa de que a tendência de doenças cardíacas e cardiovasculares aumente nas próximas décadas, devido ao risco cardiovascular elevado do soropositivo. Com o aumento da expectativa de vida desses pacientes, e com a redução das infecções oportunistas, houve também um crescimento das doenças crônicas e de afecções relacionadas a fatores de risco, comuns, à população mais velha em geral, mas que não podem ser desassociadas da própria toxicidade dos medicamentos anti-retrovirais.

Estudos feitos na década de 90 concluíram que, mesmo compensando-se o efeito dos fatores de risco já conhecidos, ainda há um risco maior de desenvolvimento de enfarte agudo do miocárdio nesta população.

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES

“As modificações no metabolismo do paciente infectado pelo HIV estão totalmente interligadas e são as responsáveis por doenças que podem vir a se desenvolver mais adiante. A recomendação dos especialistas é que seja feita a dosagem do perfil lipídico e de glicemia no início do acompanhamento clínico do paciente soropositivo”, afirmam especialistas, que acompanham pacientes soropositivos. Segundo eles, o tratamento adotado nesses casos é praticamente semelhante ao para a população em geral, porém ele chama a atenção para o risco de interações medicamentosas.

“Alguns remédios podem diminuir o efeito dos medicamentos contra a aids, acumulando-se em doses tóxicas”.
É sugerido, primeiramente, que os profissionais de saúde tentem medidas não-farmacológicas, como dieta e exercício: “Se o resultado não for satisfatório, inicia-se a medicação com cautela”. Entretanto, cardiologistas alertam que “em alguns pacientes de risco cardiovascular muito elevado, os medicamentos devem ser usados logo no início”.

RISCO CARDIOVASCULAR

O monitoramento constante de pacientes infectados com HIV que tenham fatores de risco cardiovascular elevados deve ser uma prática adotada por todos os profissionais de saúde. Deve-se optar por exames anuais e, em algumas situações, esse prazo deve ser diminuído.

“Mesmo em pacientes assintomáticos, o cuidado deverá ser redobrado e exames cardiovasculares mais detalhados”.

ATEROSCLEROSE PRECOCE

A doença cardiovascular aterosclerótica é responsável por 30 a 35% da morbidade e mortalidade em todo o mundo. Como já mencionado no início da matéria, no paciente soropositivo a situação é preocupante, porque além de apresentar fatores de risco para as principais causas da aterosclerose – dislipidemia, hipertensão arterial, diabetes e tabagismo –, ainda faz uso obrigatório de medicações que, por vários mecanismos ainda em estudo, potencializam este risco. A aterosclerose pode levar o soropositivo a ter uma doença cerebrovascular ou até mesmo um enfarte.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia inclui, em 2001, nas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Diretriz de Prevenção de Aterosclerose, um tópico específico para conduta em pacientes soropositivos. A recomendação é que seja feita uma dosagem do perfil lipídico no início do acompanhamento e, se não houver anormalidade – caso o paciente não esteja em tratamento com um inibidor de protease –, repetir a avaliação a cada um ou dois anos, dependendo do caso. Se houver alteração, inicia-se o tratamento e apenas após três meses se repete o teste. Antes disso, não é possível verificar alterações.

DOENÇAS CEREBROVASCULARES

Dados do Ministério da Saúde indicam que as doenças cerebrovasculares são a primeira causa de morte no nosso país. Os acidentes vasculares cerebrais (AVCs) ou acidentes vasculares encefálicos (AVEs) representam o problema neurológico mais comum, sendo a terceira causa mundial de mortalidade, perdendo apenas para enfarte do miocárdio e câncer. Além disso, os AVCs são a principal causa de incapacidade neurológica temporária ou permanente em adultos após os 50 anos.

HIPERTENSÃO ARTERIAL

Um cardiologista cita um estudo recente, publicado no periódico médico AIDS, que relaciona o uso de anti-retrovirais por um período superior a dois anos à causa de elevação da pressão arterial em indivíduos soropositivos. Porém, o cardiologista diz que serão necessárias mais pesquisas para chegar a uma conclusão sobre essa relação:

“ainda não existem provas concretas que relacionem o aumento da pressão arterial com o uso dos anti-retrovirais ou com o fato de ser soropositivo”, informa.

DOENÇA VASCULAR PERIFÉRICA

Neste caso, repetimos a tese de que a alteração metabólica está intimamente ligada aos problemas vasculares que podem ser desenvolvidos em pessoas soropositivas. Além do fumo, a resistência à insulina é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença vascular periférica. A enfermidade é caracterizada pelo estreitamento dos vasos sanguíneos que levam o sangue à musculatura dos braços e das pernas. O bloqueio, por coágulo, de uma artéria que sofreu estreitamento, pode resultar em danos a um braço, a uma perna ou em perda de uma dessas extremidades.

DAS MUDANÇAS METABÓLICAS SURGEM OS PROBLEMAS CORONARIANOS

O coração é um órgão bastante afetado nos pacientes soropositivos. Cardiologista se interroga sobre o motivo do aumento de ocorrências de enfarte, ou de angina em pacientes infectados pelo HIV. Uma das possibilidades, segundo o médico, é a mudança do perfil lipídico do paciente em tratamento com os anti-retrovirais: “Aumentaram os triglicerídeos e mudaram a relação do colesterol HDL (colesterol bom) com LDL (colesterol ruim). Esses fatores, por si sós, já significam um maior risco cardíaco ou isquêmico”.

A observação do cardiologista já foi descrita em diferentes estudos clínicos que mostram o crescimento da incidência de aterosclerose prematura em doentes infectados pelo HIV e tratados com os anti-retrovirais. Isso porque essas drogas elevam a taxa de lipídeos (gorduras do sangue), um dos fatores responsáveis pela doença aterosclerótica. A prevenção e o controle de doenças passam pela identificação dos fatores de riscos, como tabagismo, excesso de peso, hipertensão arterial, sedentarismo, alcoolismo, histórico familiar e o uso de medicamentos como os betabloqueadores.

“Não há diferença no tratamento de pacientes portadores do HIV ou não. Porém, o cuidado precisa ser reforçado em pacientes com HIV. O cigarro continua sendo o grande vilão, a hipertensão tem que ser controlada e a atividade física é fundamental. É gritante a diferença entre o perfil lipídico do paciente que faz atividade física com aquele que não faz. Às vezes, é possível tratar sem recorrer ao medicamento, somente incluindo uma rotina de exercícios físicos”.

Um estudo realizado com mais de 23 mil pessoas com HIV, em 2003, sobre a influência do tratamento antiretroviral na taxa de enfartes do miocárdio, revelou um aumento de 26% na incidência de enfarte por ano de pessoas em tratamento com anti-retrovirais. Em outras pesquisas, é comparada a associação entre o uso dos inibidores da protease e a concentração de lipídeos, hipercolesteremia e hipertrigliceridemia no sangue, podendo variar de acordo com o tipo e a dosagem da droga.

Procure seu médico!

 

Fonte: Saber Viver

 

 


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21/jul/2018

A dor nas costas está entre as queixas físicas mais comuns. Ela pode ser leve ou extrema, rápida ou constante.


Existem várias causas, fatores de risco e formas de prevenção para a dor nas costas. Essa dor pode originar na coluna vertebral, músculos, nervos ou a partir de outras estruturas na região. Ela também pode irradiar a partir de outros órgãos, como os rins ou ovários.

Causas:

  • Quedas
  • Estresse
  • Exercícios praticados da maneira errada ou com carga muito alta
  • Má postura
  • Sedentarismo
  • Hérnia de disco
  • Ciática
  • artrose
  • Lombalgia
  • Dorsalgia
  • Espondilite Anquilosante
  • Espondilolistese
  • Artrite reumatoide
  • Alterações na coluna como lordose, escoliose e cifose
  • Estenose espinhal
  • Aneurisma na aorta
  • Síndromes de dor músculo-esquelética, como fibromialgia ou polimialgia
  • Infecções dos ossos da coluna vertebral como osteomielite

Uma dor decorrente de outros órgãos também pode ser sentida nas costas. Distúrbios intra-abdominais pode causar dor irradiada nas costas, entre eles:

  • Apendicite
  • Cálculo renal
  • Pedra na vesícula
  • Infecções da bexiga
  • Endometriose
  • Câncer de ovário
  • Cistos ovarianos
  • Torção testicular

Na consulta médica

Você sabe que suas costas doem, mas você pode não saber por que, ou o que fazer sobre isso. Ao chegar ao médico, ele fará uma série de perguntas sobre a área das costas que está doendo, seus hábitos como alimentação e prática de atividade física, além de pedir informações sobre o seu trabalho e ritmo de sono.

Durante a consulta, você deve responder perguntas de seu médico sobre a sua dor nas costas, incluindo a frequência da dor, localização e intensidade. Entre as perguntas que seu médico pode fazer na consulta para descobrir a causa da sua dor nas costas, estão:

  • A sua dor é de apenas um lado ou ambos os lados?
  • Como é a dor que está sentido? É cortante, latejante, ela queima?
  • Esta é a primeira vez que teve dor nas costas?
  • Quando a dor começou? Ela começou de repente?
  • Você sofreu algum acidente recentemente?
  • O que você estava fazendo antes de iniciar a dor? Você estava levantando pesos ou fazendo, estava sentado ou dirigindo?
  • Se você já teve dor nas costas antes, essa dor é semelhante ou diferente?
  • Você sabe a causa de episódios anteriores de dor nas costas?
  • Quanto tempo cada episódio de dor nas costas costuma durar?
  • Você sente a dor em qualquer lugar que não seja no quadril, coxa, perna ou pé?
  • Você tem alguma dormência ou formigamento?
  • Qualquer fraqueza ou perda de função em sua perna ou em outro lugar?
  • O que piora a dor? Elevação, torção, em pé ou sentado por longos períodos de tempo?
  • O que faz você se sentir melhor?
  • Existem outros sintomas presentes?
  • Perda de peso?
  • Febre?
  • Dificuldade de urinar?
  • Mudança nos hábitos intestinais?

Diagnóstico

Durante o exame físico, o seu médico irá tentar identificar a localização da dor e descobrir como isso afeta o seu movimento. Você será solicitado a: sentar, levantar e andar.

O seu médico pode pedir para você tentar andar na ponta dos pés e, em seguida, sobre os calcanhares. Também vai pedir para você levantar as pernas para cima, enquanto está deitado. Se a dor é pior quando você faz isso, você pode ter dor ciática, especialmente se você também sentir dormência ou formigamento em uma de suas pernas.

Seu médico também vai mover suas pernas em diferentes posições, incluindo dobrar e esticar os joelhos. Ao mesmo tempo, o médico está avaliando sua força, bem como a sua capacidade de se mover.

Para testar a função do nervo, o médico irá usar um equipamento para verificar os seus reflexos. Também irá tocar suas pernas em muitos locais, com um pino ou cotonete ou outros objetos para testar o seu sistema nervoso sensorial. O seu médico irá perguntar se há áreas onde a sensação do pino, algodão, ou de penas incomoda.

 

Exames que podem ser encomendados incluem:

Tomografia computadorizada da parte inferior da coluna ou Ressonância magnética da coluna lombar
mielograma (um raio-x ou tomografia computadorizada da coluna depois de corante foi injetado na coluna vertebral)
um raio-x.

Prevenção

O exercício é importante para a prevenção de dores nas costas no futuro e através disso você pode:

  • Melhorar a sua postura
  • Fortalecer as costas e melhorar a flexibilidade
  • Perder peso
  • Evitar quedas
  • Um programa de exercício completo deve incluir atividade aeróbica (como caminhar, nadar ou andar de
  • Bicicleta ergométrica), bem como alongamento e treinamento de força.

Para evitar a dor nas costas, também é muito importante aprender a levantar e abaixar adequadamente.

Tratamento

O tratamento para dor nas costas vai variar conforme a causa do problema. Pode incluir repouso, medicação, tratamento quiroprático, acupuntura, fisioterapia e até mesmo cirurgia.

Procure seu médico!

Fonte: Site  Minha vida


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21/jul/2018

O álcool encontrado nas bebidas é o etanol, uma substância resultante da fermentação de elementos naturais.


O álcool da aguardente vem da fermentação da cana-de-açúcar, e o da cerveja, da fermentação da cevada, por exemplo. Quando ingerido, o etanol é digerido no estômago e absorvido no intestino. Pela corrente sanguínea suas moléculas são levadas ao cérebro.

  • Cérebro: O excesso de álcool pode causar, nessa ordem; perda de reflexo, problemas de atenção, perda de memória, sonolência e coma alcoólico, que em alguns casos pode resultar em parada cardíaca e morte.
  • Coração: A bebida faz com que o cérebro libere uma substância chamada adrenalina, que acelera a atividade do sangue no sistema cardiovascular, aumentando a frequência dos batimentos cardíacos.
  • Fígado: A bebida altera a produção de enzimas no fígado, que leva em média, uma hora para metabolizar cada dose de bebida. Por conta disso esse órgão direciona 100% dos esforços para metabolizar o álcool consumido. Em consequências disso, pode surgir uma inflamação crônica e uma hepatite alcoólica, que podem evoluir para cirrose.
  • Estômago: O álcool irrita as mucosas do estômago e esôfago, alterando o funcionamento das membranas intestinais, podendo causar esofagite, gastrite e até diarreia.
  • Rins: O álcool sobrecarrega os rins, comprometendo o trabalho deste órgão que é filtrar as substâncias do nosso corpo.
  • Músculos: Quando abusamos do álcool, os músculos ficam relaxados porque a ligação entre o sistema nervoso periférico – responsável por controlar nossos movimentos – e nosso sistema muscular fica comprometida.
  • Ressaca: Além de todas as complicações que o álcool causa durante o estado de embriaguez, ele ainda pode deixar uma lembrança para o dia seguinte. A famosa ressaca! Dentre os sintomas da ressaca estão enjoo, vômitos, diarreia, tontura, pensamento embaralhado, moleza e até um sentimento de tristeza.

A longo prazo, o álcool prejudica todos os órgãos, em especial o fígado, que é responsável pela destruição das substâncias tóxicas ingeridas ou produzidas pelo corpo durante a digestão. Dessa forma, havendo uma grande dosagem de álcool no sangue, o fígado sofre uma sobrecarga para metabolizá-lo.

O álcool no organismo causa inflamações, que podem ser: gastrite, quando ocorre no estômagoHepatite alcoólica, no fígadoPancreatite, no pâncreasNeurite, nos nervos.

Cuidado, todo exagero faz mal.

 

Fonte: Minha Vida

 


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21/jul/2018

Os ácidos graxos podem ser classificados em três tipos: saturado, monoinsaturado e poli-insaturado.


Contraindicações do suplemento

O suplemento é contraindicado para pessoas com problemas de coagulação, como os portadores de hemofilia, pois há o risco de hemorragia já que o ácido graxo evita coagulações. Pessoas com próteses cardíacas também devem evitar o consumo.

Riscos do consumo em excesso de ômega 3

O excesso de ômega 3 no organismo pode causar uma série de problemas. Apesar de ser um potente anti-inflamatório, o ômega 3 em grandes quantidades pode favorecer um processo pró-inflamatório que chega a induzir a resistência à insulina, causar hemorragia e em casos de pessoas com obesidade, o quadro pode piorar.

Nutrientes similares ao ômega 3

Não há nutrientes similares ao ômega 3, porém há outro ácido graxo poli-insaturado que também é muito importante para o organismo. Trata-se do ômega 6 que assim como o ômega 3 é um importante componente de membranas celulares.

Equilíbrio entre o ômega 3 e 6
A preocupação atual vem sendo em relação à proporção do consumo entre as gorduras ômega 6 e ômega 3, pois o equilíbrio entre esses dois tipos de “gorduras” confere um efeito metabólico protetor ao organismo. O consumo exagerado de ômega 6 comparado ao ômega 3 é visto como fato extremamente prejudicial à saúde do homem, principalmente porque mantém relação com o surgimento de doenças cardíacas e câncer. Na alimentação moderna há o grande aumento de alimentos industrializados – óleos refinados, baixo consumo de alimentos de origem vegetal e pescados e frutos do mar.

Os valores sugeridos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para um bom equilíbrio entre as quantidades de ômega 6 e ômega 3 na alimentação é a razão de (5:1). Isto porque o ômega 3 é mais facilmente metabolizado pelo organismo do que o ômega 6. Então, se eles fossem consumidos na mesma quantidade o corpo priorizaria o ômega 3 e não iria ingerir os valores necessários do 6. Proporções acima desta recomendação, com mais ômega 6, não é interessante, pois o excesso deste ácido tem caráter pró-inflamatório.

Para conseguir cumprir esses valores, há condutas que podem ser encontradas no Guia Dietético para Dieta do Ômega em Sete Etapas. Entretanto, devem estar associadas a uma alimentação bem planejada.

  • Escolher alimentos ricos em acido graxo ômega 3, como peixes gordurosos (salmão, atum, truta arenque e cavala), nozes, óleo de canola, linhaça e vegetais verdes;
  • Usar óleos monoinsaturados, como azeite de oliva e óleo de canola;
  • Comer sete ou mais porções de frutas e vegetais por dia;
  • Coma mais proteínas vegetais, incluindo ervilhas, feijões e nozes;
  • Evitar carnes gordas e produtos lácteos com alto teor de gordura devido a presença de gordura saturada;
  • Evitar óleos ricos em ômega 6, como: milho, cártamo, girassol, soja e óleos de algodão;
  • Reduza a ingestão de gordura trans, “trocando” os seguintes produtos: margarina, gordura vegetal, preparações de pastelaria, frituras, snacks e alimentos processados.

 


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21/jul/2018

A fibromialgia é uma síndrome comum em que uma pessoa sofre de dores por todo o corpo por longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, nos tendões e em outros tecidos moles.


A fibromialgia também está relacionada à fadiga, distúrbios do sono, dores de cabeça, depressão e ansiedade.
A causa é desconhecida. As possíveis causas ou os desencadeadores da fibromialgia incluem:

  • Trauma físico ou emocional;
  • Resposta anormal à dor, em que áreas do cérebro responsáveis pela dor podem reagir de forma diferente em pacientes com fibromialgia;
  • Distúrbios do sono;
  • Infecção, como um vírus, embora nenhum tenha sido identificado;
  • A fibromialgia é mais comum em mulheres com idade entre 20 e 50 anos.

As seguintes doenças podem acompanhar a fibromialgia ou imitar seus sintomas:

  • Dor crônica no pescoço ou nas costas;
  • Síndrome da fadiga crônica;
  • Depressão;
  • Hipotireoidismo (tireoide inativa);
  • Doença de Lyme;
  • Distúrbios do sono.

Podem ser realizados exames para ser diagnosticado, porém é preciso ter pelo menos 3 meses de dor generalizada, além de dor e sensibilidade em pelo menos 11 de 18 áreas, incluindo:

  • Braços (cotovelos)
  • Nádegas
  • Peito
  • Joelhos
  • Região lombar
  • Pescoço
  • Caixa torácica
  • Ombros
  • Coxas

Os exames de sangue e urina geralmente estão normais. Entretanto, podem ser feitos exames para descartar outras doenças que apresentem sintomas similares. Os seus sintomas são:

  • Dor. Ela pode ser leve ou intensa. As regiões doloridas são chamadas de pontos de sensibilidade. Os pontos de sensibilidade se encontram no tecido mole da nuca, ombros, tórax, região lombar, quadris, canelas, cotovelos e joelhos. A dor então se espalha a partir dessas áreas.
  • A dor pode ser percebida como profunda ou uma dor aguda e ardente.
  • As articulações não são afetadas, embora possa parecer que a dor venha das articulações.
  • As pessoas com fibromialgia tendem a acordar com dores no corpo e rigidez. Em alguns pacientes, a dor melhora durante o dia e piora à noite. Outros pacientes sentem dor o dia inteiro.
  • A dor pode piorar com atividades, clima frio ou úmido, ansiedade e estresse.
  • Fadiga, estado deprimido e distúrbios do sono são observados em quase todos os pacientes com fibromialgia. Muitos afirmam que não conseguem dormir ou continuar dormindo e que se sentem cansados quando acordam.

Outros sintomas de fibromialgia podem incluir:

  • Síndrome do intestino irritável (SII);
  • Problemas de memória e de concentração.
  • Dormência e formigamento nas mãos e nos pés;
  • Palpitações;
  • Redução na capacidade de se exercitar;
  • Cefaleia tensional ou enxaqueca;
  • Reumatologistas e neurologistas ajudam no diagnóstico e no tratamento do problema.

 

Fonte: Minha vida


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21/jul/2018

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. 


Em geral, a conjuntivite ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas. A conjuntivite pode ser aguda ou crônica, afetar um dos olhos ou os dois.

Causas

  • A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes (poluição, fumaça, cloro de piscinas, produtos de limpeza ou de maquiagem, etc.).
  • A mais comum delas é a conjuntivite primaveril ou febre do feno, geralmente causada por pólen espalhado no ar.
  • A conjuntivite pode ser causada, também, por vírus e bactérias.
  • Nestes casos, a conjuntivite é contagiosa e pode ser transmitida pelo contato direto com as mãos, com a secreção ou com objetos contaminados.

Sintomas

  • Olhos vermelhos e lacrimejantes;
  • Pálpebras inchadas;
  • Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
  • Secreção purulenta (conjuntivite bacteriana);
  • Secreção esbranquiçada (conjuntivite viral);
  • Coceira;
  • Fotofobia (dor ao olhar para a luz);
  • Visão borrada;
  • Pálpebras grudadas quando a pessoa acorda.

Tratamento

  • O tratamento da conjuntivite é determinado pelo agente causador da doença.
  • Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos.
  • Já o tratamento da conjuntivite bacteriana inclui a indicação de colírios antibióticos, que devem ser prescritos por um médico, pois alguns colírios são altamente contra-indicados, porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.
  • Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da conjuntivite.
  • Qualquer que seja o caso, porém, é fundamental lavar os olhos e fazer compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico comprado em farmácias ou distribuído nos postos de saúde.

Prevenção

  • Evitar aglomerações ou frequentar piscinas de academias ou clubes;
  • Lavar com frequência o rosto e as mãos, uma vez que estes são veículos importantes para a transmissão de micro-organismos patogênicos;
  • Não coçar os olhos;
  • Usar toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos ou lavar todos os dias as toalhas de tecido;
  • Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente, enquanto perdurar a crise;
  • Não compartilhar o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza;
  • Não se automedique.

 

Fonte: Site Minha Vida


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21/jul/2018

As funções dessa proteína vão bem além de manter a pele firme. Ela atua na prevenção de doenças como osteoartrite, que incapacita muita gente de levar o dia a dia.


Estampado nos rótulos de xampus, hidratantes e produtos alimentícios, ele figura no imaginário popular como sinônimo de uma pele firme e de cabelos resistentes, devido às suas propriedades de sustentação e elasticidade. Menos popular e mais vital, porém, é a sua capacidade de fortalecer as cartilagens. “Essas estruturas é que atenuam o atrito entre os ossos, evitando a osteoartrite, ou seja, a inflamação das articulações, que ficam desgastadas especialmente nos quadris, nas mãos, nos ombros e nos joelhos”, esclarece a nutricionista Nadia Brito, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O quadro se acentua com o o envelhecimento e com o sobrepeso”, alerta.

A comida, diga-se, não entrega o colágeno de mão beijada. Mas as refeições abrigam a matéria-prima para sua fabricação dentro das células cartilaginosas. “Batizadas de condroblastos, essas unidades se valem dos aminoácidos glicina, prolina e hidroxiprolina, partículas proteicas provenientes dos alimentos de origem animal – como carnes vermelhas e ovos -, prontas para formar moléculas maiores, os peptídeos”, descreve, em detalhes, a nutricionista Andrea Frias, coordenadora do Centro de Pesquisas Sanavita, em São Paulo. “São esses peptídeos que dão origem às fibras colágenas, capazes de amortecer o impacto articular com força comparável à de um fio de aço.”

Acontece que, a partir dos 30 anos de idade, essa fábrica celular de colágeno “desacelera cerca de 1% ao ano”, como avisa Nadia. E a situação se agrava para o time feminino após a menopausa. “Os ovários deixam de liberar o hormônio estrogênio, que estimulava a síntese de colágeno a pleno vapor”, justifica Andrea. “Por isso, sua produção despenca, em média, 30% nos primeiros cinco anos dessa fase e, depois dela, uns 2% anualmente.” A boa notícia é que é possível evitar esse prejuízo com um cardápio que compensa a lentidão do organismo para gerar quantidades adequadas de colágeno. Os supermercados ainda exibem produtos que prometem o chamado colágeno hidrolisado em sua formulação.

“Eles contêm os aminoácidos submetidos a um processo enzimático químico que facilita sua incorporação pelo organismo”, explica Nadia. Vale dar crédito a eles, desde que com o cuidado de escolher uma marca idônea e devidamente certificada.


O destino do nutriente. O colágeno também constitui o tendão de aquiles, a ponta do nariz, os ossos e a conexão entre as costelas torácicas anteriores. “Os discos intervertebrais e uma das camadas das artérias são, ainda, formados por um tipo especial dessa proteína, chamado elastina”, explica o cientista de alimentos Jaime Farfan, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Por fim, o humor vítreo – substância ocular que preenche a área entre o cristalino e a retina – e músculos que revestem órgãos como o intestino também contam com o colágeno em sua composição.

Reforço bem-vindo .O laboratório Sanofi-Aventis acaba de lançar o Mobility, um suplemento de colágeno hidrolisado em forma de sachê, sem sabor nem cheiro, que pode ser dissolvido em bebidas e alimentos. “A suplementação é recomendada a pessoas com uma dieta carente em proteína animal e contraindicada a indivíduos com insuficiência renal”, esclarece Nadia Brito.

1. Peixe e rúcula. O ferro dos vegetais verde-escuros contribui com o processo de formação de colágeno. Aposte em pescados com rúcula e agrião.

2. Bife e suco. A bebida feita com laranja e acerola fornece vitamina C, que também dá uma força nesse processo. Ele pode acompanhar o bife do almoço.

3. Frango e tomate. Para que o consumo do frango resulte em uma fabricação de colágeno eficiente, consuma-o com tomate-cereja, que provê o auxílio das vitaminas A e C.

4. Gelatina e companhia. Contrariando a crença popular, a sobremesa está longe de ser a melhor coadjuvante na fabricação de colágeno. “A maioria das gelatinas contém uma quantidade insignificante de proteína”, desmitifica Andrea Frias. “A exceção são os produtos com colágeno hidrolisado”, ressalta Jaime Farfan. O mesmo vale para geleias de mocotó e balas de colágeno.

 

 

 

Fonte: REVISTA SAÚDE


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21/jul/2018

Consumo diário de 100 gramas da erva diminui 29% dos níveis de colesterol e 62% nos triglicerídeos, mas é preciso saber como servir a bebida para que o consumo seja seguro e saudável.


Muito mais do que um hábito da população do Sul do Brasil, a tradição de tomar chimarrão também faz bem à saúde. Estudos comprovam que a erva-mate, que pode ser consumida como chimarrão ou chá, traz diversos benefícios às funções orgânicas. Os principais componentes da planta atuam como auxiliar em dietas, como diurético, digestivo e também ajudam no tratamento da fadiga funcional.

De acordo com um estudo feito recentemente pela Feevale de Novo Hamburgo (RS), o mate, além de estimulante, também faz bem ao coração. O trabalho coordenado pela biomédica Rejane Giacomelli mostra que o uso diário de 100 gramas da erva-mate pode causar a diminuição de 29% dos níveis de colesterol e de 62% nos triglicerídeos, afastando os riscos de problemas cardíacos.

Mas de nada adianta consumir a erva como chimarrão se você não souber como servir a bebida. O porongo, material utilizado na fabricação de cuias, é muito poroso, absorve umidade e provoca o acúmulo de resíduos e a proliferação de bactérias, tornando-se uma ameaça à saúde. Já as cuias de cerâmica, são as melhores opções para o consumo, pois além de serem atóxicas e livres de metais pesados, as cuias ajudam a preservar a temperatura da bebida, otimizando o aroma e o sabor da erva.

A MondoCeram – marca que pertence ao grupo Ceraflame – tem em seu mix de produtos diferentes opções de cuias. Todas são fabricadas em cerâmica, atóxicas, fáceis de lavar e não acumulam mau cheiro e resíduos. No portfólio da indústria estão oito modelos do produto: Cuia Rio Grande do Sul 280, 350 e 500 ml, Cuia Santa Catarina 350 ml, Cuia Tropeiro Branca, marrom, marrom escura e clara 350 ml. Além disso, a MondoCeram também oferece ao mercado porta erva com capacidade para 0,5 kg, disponível em duas cores.

Segundo a fabricante, os produtos são fabricados em um processo de alta tecnologia. As cuias de cerâmica são fabricadas com matéria prima de primeira qualidade e a decoração das peças é feita manualmente, tudo para garantir um resultado único e exclusivo aos produtos.

 

 

Fonte: Guia Viver Bem


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21/jul/2018

Em geral, as pessoas com hipertensão arterial precisam verificar os níveis de sua pressão de 2 a 4 vezes por dia.


Vale lembrar que o diagnóstico da hipertensão somente pode ser feito por um médico. Em todos os casos, os cuidados com a saúde devem ser diários.

Confira as 10 coisas que você precisa saber sobre hipertensão arterial:

  1. A hipertensão, ou pressão alta, acontece quando a pressão arterial, após ser medida por diversas vezes, é igual ou superior a 14 por 9. Isso acontece porque os vasos por onde o sangue circula se contraem e fazem com que a pressão do sangue se eleve. Ela é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassa 130 mmHg e a diastólica (mínima) é inferior a 85 mmHg.
  2. A pressão arterial pode variar durante o dia. A tendência é que ela diminua quando estamos dormindo e aumente quando realizamos esforço físico. Estas situações não querem dizer que você seja necessariamente um hipertenso, mas o acompanhamento médico é sempre importante nesses casos.
  3. As pessoas acreditam que a pressão arterial só está alterada quando elas ficam ruborizadas, com raiva, tensas ou animadas. Isso é um tabu. Embora seja possível que isso aconteça, na maioria dos casos, a hipertensão não produz sintomas óbvios.
  4. A hipertensão, na maioria das vezes, é uma herança genética. Entretanto, pode ser desencadeada por hábitos de vida como: obesidade, ingestão excessiva de sal ou de bebida alcoólica e inatividade física.
  5. Ela não tem cura, mas pode e deve ser controlada. O tratamento contínuo pode evitar futuros infartos do coração, derrames e paralisação dos rins. Ele deve ser feito através de remédios controladores da pressão e hábitos saudáveis (diminuir a quantidade de sal na alimentação, bebidas alcoólicas, controlar o peso, fazer exercícios físicos, evitar o fumo e controlar o estresse).
  6. Qualquer pessoa pode medir a pressão, desde que esteja apta para isso. Mesmo assim, os profissionais de saúde são os mais indicados. Para medir a própria pressão é preciso estar em ambiente calmo, após repouso de 5 minutos, com o braço no qual fará a medição apoiado em uma mesa na altura do coração, as costas apoiadas na cadeira e os pés encostados no chão. A bexiga deve estar vazia e a pessoa não pode ter fumado, se alimentado ou ingerido café pelo menos 30 minutos antes da medida.
  7. Existem pessoas que só têm pressão alta quando esta é medida em consultório médico. Fora do consultório, ela é normal. É a chamada síndrome do avental branco. Para saber se existe esse tipo de hipertensão, o médico precisa conhecer a pressão do paciente no consultório e a pressão medida na casa do paciente ou adotar a monitorização ambulatorial, que mede a pressão durante 24 horas com aparelho automático.
  8. O sal pode interferir no aumento da pressão arterial, já que ele faz o corpo reter mais líquidos. Porém, não existe a necessidade de os hipertensos se alimentarem apenas de comida sem sal, basta evitar o exagero. Quem tem pressão alta deve ficar atento, também, a alimentos ricos em sódio, como os refrigerantes “zero açúcar”, além de conservas (picles, zeitona, maionese e ervilha), alimentos embutidos (salsicha, mortadela, lingüiça, presunto, salame e paio), carnes salgadas (bacalhau, charque, carne-seca e defumados) queijos em geral, dando preferência a queijo branco ou ricota sem sal.
  9. A prática de exercícios físicos  ajuda a baixar a pressão. O exercício físico adequado não apresenta efeitos colaterais e traz vários benefícios para a saúde, tais como ajudar a controlar o peso e a pressão arterial, diminuir as taxas de gordura e açúcar no sangue, elevar o “bom colesterol”, diminuir a tensão emocional e aumentar a auto-estima. De qualquer maneira, deve-se sempre seguir orientação médica na hora de praticar exercícios físicos.
  10. A maioria das pessoas tem a pressão ligeiramente diferente em cada braço, por isso, para manter um controle adequado dos seus níveis é preciso que a medição seja efetuada sempre no mesmo braço e nas mesmas condições contidas no item 6 desta listagem.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

 


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