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BLOG DO ICOR

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18/set/2019

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) ou pressão alta é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial (PA).


Hipertensão  é uma doença democrática que acomete crianças, adultos e idosos, homens e mulheres de todas as classes sociais e condições financeiras.  Está relacionada com a força que o sangue faz contra as paredes das artérias para conseguir circular por todo o corpo. O estreitamento das artérias aumenta a necessidade de o coração bombear com mais força para impulsionar o sangue e recebê-lo de volta. Como consequência, a hipertensão dilata o coração e danifica as artérias.

SINTOMAS

Hipertensão arterial é uma doença traiçoeira, só provoca sintomas em fases muito avançadas ou quando a pressão arterial aumenta de forma abrupta e exagerada. Algumas pessoas, porém, podem apresentar sintomas, como dores de cabeça, no peito e tonturas, entre outros, que representam um sinal de alerta.

RECOMENDAÇÕES

A principal recomendação dos médicos, para todos os hipertensos, é mudar o estilo de vida. Adotar uma dieta adequada associada a uma rotina de exercícios, opera verdadeiros milagres. Claro que existem os casos em que paciente precisa tomar remédios, às vezes pelo resto da vida. É importante lembrar que o tratamento leva em conta vários fatores de risco, como tabagismo, níveis de colesterol e história familiar do paciente.

O dia 26 de abril foi escolhido para reforçar a importância dos cuidados básicos para prevenção dessa doença. Alguns fatores que podem levar a hipertensão são:

👉 Obesidade;

👉 Má alimentação (muito consumo de sal);

👉 Sedentarismo;

👉 Tabagismo;

👉 E em alguns casos, o fator hereditário.

Cuide da sua saúde!

 

Fonte: Minha Vida


Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.


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18/set/2019

Um aneurisma é uma área frágil na parede de um vaso sanguíneo que faz com que o vaso forme uma protuberância ou aumente de tamanho. Quando o aneurisma ocorre em um vaso sanguíneo do cérebro, ele é denominado de aneurisma cerebral.

Quando ocorre o aneurisma?

Ocorre quando a região da artéria, já enfraquecida, sofre pressão devido ao estresse, tabagismo, hipertensão, agitação ou medicamentos, desta maneira ela se rompe.

Quais os sintomas do aneurisma?

Os sintomas dependem da localização do aneurisma, o mais comum aparece quando o vaso rompe e se caracteriza como uma dor de cabeça extremamente intensa, surgindo de forma repentina, porém podem surgir outros sintomas que são convulsões, desvio nos olhos, visão dupla e perda da consciência.

Como diagnosticar o aneurisma antes que ele rompa?

Através dos sintomas e realizando exames de diagnóstico como angiotomografia computadorizada, das artérias cerebrais, a angioressonância magnética do crânio e a angiografia cerebral para diagnóstico definitivo.

Como é o tratamento do aneurisma?

O tratamento  é bastante variável, podendo ser de maneira cirúrgica aberta ou por técnica endovascular e as indicações vão ser baseadas na angioarquitetura (como o aneurisma está formado) e a localização do mesmo.

Como prevenir?

Tratar a pressão alta pode reduzir a chance de ruptura de um aneurisma. Controlar os fatores de risco da arteriosclerose pode reduzir a probabilidade de alguns tipos de aneurisma. Se descobertos a tempo, aneurismas não rompidos podem ser tratados antes de causarem problemas.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia

 

 

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18/set/2019

Segundo a pesquisa, Short-term Effects of High-Dose Caffeine on Cardiac Arrhythmias in Patients With Heart Failure, publicada no JAMA Internal Medicine, realizada por profissionais do ICOR, em parceira com o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, a ingestão de altas doses de cafeína não aumentou a incidência de arritmias em pacientes com Insuficiência Cardíaca sistólica crônica em repouso e durante exercício físico limitado por sintomas. Ainda conforme o estudo, até o momento, não há evidências sólidas para apoiar a recomendação comum de limitar o consumo moderado de cafeína em pacientes com risco de arritmias.

 

 


SOBRE O ESTUDO:

Nosso médico cardiologista, Diego Chemello é um dos autores do estudo “Os efeitos a curto prazo da cafeína de alta dose em arritmias cardíacas em pacientes com insuficiência cardíaca”, um ensaio clínico randomizado duplo-cego, que teve como objetivo comparar o efeito da alta dose de cafeína ou placebo na freqüência de arritmias supraventriculares e ventriculares, tanto em repouso como durante um teste de exercício. O estudo incluiu pacientes com insuficiência cardíaca crônica disfunção sistólica moderada a grave  e Classe funcional York I-III da Associação do Coração de York. 

Leia o artigo completo no link abaixo:

http://saigaiin.sakura.ne.jp/sblo_files/saigaiin/image/ioi160084.pdf

 

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18/set/2019

O que é?

É uma doença inflamatória que ocorre pela formação de placas de colesterol nas paredes das artérias, que prejudicam a passagem do sangue. Ocorre de maneira progressiva, começa na infância e pode apresentar consequências mais tarde.

Essas placas são chamadas de ateromas, que podem se romper e provocar oclusão aguda. Este quadro está associado à ocorrência de derrame cerebral, ataque cardíaco e claudição em membros inferiores quando afeta as pernas.

Quais os sintomas da aterosclerose?

Normalmente, é uma doença assintomática até o rompimento das placas ou quando o acúmulo é grave o suficiente para obstruir o fluxo sanguíneo. Quando ocorre essa ruptura, os sintomas variam são de acordo com a região em que a doença se evidencia:

  • Membros inferiores: pode apresentar dor para caminhar ou mesmo em repouso, assim como o surgimento de feridas.
  • Artérias carótidas: o acidente vascular cerebral (AVC) pode ser o primeiro sintoma da doença obstrutiva carotídea. Desmaios e tonturas também são sintomas transitórios.
  • Artérias viscerais: pode causar perda de peso, náuseas e diarreia.
  • Artérias renais: pode causar pressão alta de difícil controle e insuficiência renal.

Quais os fatores de risco da doença?

O envelhecimento é um dos fatores de risco da aterosclerose, assim como a diabetes, obesidade, sedentarismo, colesterol alto, pressão alta, tabagismo e histórico familiar.

Qual melhor prevenção?

Manter uma vida com hábitos saudáveis é a melhor recomendação. Uma dieta adequada, com baixo teor de gordura animal e saturada, controle do peso e atividades físicas regulares podem ajudar.

Qual o tratamento?

Os tratamentos incluem medicamentos, procedimentos para desobstruir as artérias e, em alguns casos, é necessário procedimento cirúrgico, através da angioplastia e colocação de stent – dispositivo metálico cilíndrico que desobstrui a artéria – ou cirurgia de revascularização com pontes de safena.

 


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18/set/2019

Cateterismo cardíaco, stents, tratamento de doenças das válvulas cardíacas e de defeitos cardíacos congênitos.


O cateterismo cardíaco é um exame realizado por médico especialista em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista no setor de Hemodinâmica do hospital, através do punho ou da virilha. São colocados na veia ou na artéria tubos bem finos e de material flexível chamados cateteres, os quais são levados até o coração com o auxílio de um aparelho de raio-X contínuo, o angiógrafo.

O exame é feito com anestesia local e sedação leve, por isso necessita de jejum de aproximadamente 6 a 8 horas. Durante o exame é utilizado contraste iodado para auxiliar na visualização das artérias e câmaras cardíacas. Ao final o procedimento o cateter é removido e um curativo é colocado no local. Após 4 a 6 horas de recuperação o paciente pode retornar ao domicílio ou internar no hospital, dependendo do tipo de tratamento necessário para o paciente.

A chance de complicações graves relacionadas ao cateterismo é muito baixa (mortalidade menor que 0,01%), sendo que pessoas de qualquer idade podem ser submetidas com segurança ao procedimento quando o mesmo for indicado pelo médico.

O exame de cateterismo cardíaco é indicado principalmente na suspeita de obstrução das artérias coronárias, que são as artérias que levam sangue para o músculo do coração. Os sintomas de obstrução das artérias coronárias variam de dor/desconforto torácico, chamado de angina do peito, até infarto agudo do miocárdio ou parada cardíaca, dependendo da gravidade e tempo de instalação da obstrução. Em caso de infarto agudo do miocárdio o tratamento é realizado ao final do cateterismo cardíaco, também através de cateter, sendo o procedimento de tratamento chamado de angioplastia coronariana com implante de stents.

Os stents são próteses de material metálico e formato cilíndrico implantados nas artérias coronárias através de cateteres para tratamento de obstruções, sendo o tratamento padrão para casos de infarto agudo do miocárdio e angina. São flexíveis e de diversos tamanhos para melhor adaptação aos variados diâmetros das artérias do coração, sendo um procedimento seguro (índice de complicações menor que 1%) e com rápida recuperação (o paciente pode receber alta do hospital em no máximo 24 horas).

Através do cateterismo cardíaco também é possível examinar e tratar doenças do músculo e das válvulas cardíacas, assim como defeitos congênitos do coração. O número de doenças que podem ser tratadas com cateterismo cardíaco é muito grande, sendo as principais listadas abaixo:

 

  • – Estenose valvar aórtica
  • – Estenose e insuficiência valvar mitral
  • – Miocardiopatia hipertrófica
  • – Comunicação interatrial e forame oval patente

 

Artigo publicado na Revista FeedBack, de autoria do nosso cardiologista intervencionista, Anibal Abelin:
  • Anibal Pereira Abelin, MD, MSc
  • Mestre em Ciências da Saúde: Cardiologia – Instituto de Cardiologia/FUC-RS
  • Cardiologista Intervencionista – ICOR/HCAA e HUSM/UFSM
  • Professor Assistente – Medicina – UFN
  • Professor Assistente de Clínica Médica – UFSM
  • Consultório Médico na Clínica Pneumocor – (55) 32217773, 30272411 e 996105051
  • Santa Maria/RS – Brasil
  • http://lattes.cnpq.br/7291316753951094
  • anibalpabelin@yahoo.com.br
  • (55) 992050666 (Urgências e Whatsapp)

MÉDICOS QUE REALIZAM O EXAME NO ICOR:
Dr. Anibal Pereira Abelin – Cardiologista/  Hemodinamicista (CRM 29842)
Dr. Arnoldo Azevedo dos Santos- Cardiologista / Hemodinamicista (CRM 13677)

LOCAL DO EXAME:
ICOR – Unidade HEMODINÂMICA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2291.  Subsolo do Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo.
Contato: (55) 3222 9888

 

 

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18/set/2019

O QUE É?

Endocardite é uma doença que afeta o endocárdio, isto é, provoca inflamação na membrana que reveste a parede interna do coração e as válvulas cardíacas. Ela pode ser classificada, de acordo com a causa, em endocardite infecciosa ou não infecciosa.

A endocardite bacteriana está sempre associada a uma bactéria que o sistema imunológico não conseguiu debelar. Uma vez instaladas em áreas danificadas do endocárdio, elas se multiplicam e formam vegetações, que dão continuidade ao processo infeccioso.


QUAIS OS SINTOMAS A ENDOCARDITE PODE CAUSAR?

Muitos dos sintomas da endocardite bacteriana são semelhantes aos de outras doenças. A intensidade e frequência podem variar de um doente para outro.

? Aparecimento de um sopro cardíaco novo ou alteração no som de um sopro já instalado;
? Febre alta, calafrios, suores noturnos indicativos da bacteremia;
? Inchaço nos pés, pernas e abdômen;
? Fadiga intensa;
? Dor nos músculos, nas articulações e no peito;
? Perda de peso e inapetência;
? Aumento do baço (esplenomegalia);
? Pequenas manchas vermelhas ou arroxeadas na pele, no branco dos olhos (petéquias);
? Nódulos macios nas pontas dos dedos das mãos e dos pés (nódulos de Osler);
? Áreas de sangramento não dolorosas nas palmas das mãos e nas plantas dos pés (lesões de Janeway);
? Hemorragias na retina e nos olhos (manchas de Roth).

 


PRINCIPAIS CAUSAS DA ENDOCARDITE?

? Normalmente, a endocardite (infeção do endocárdio) é causada por uma bactéria, mas fungos e outros microrganismos podem ocasionar a doença.

? Em sua maioria, os casos de infecção do endocárdio são ocasionados por uma bactéria, mas fungos e outros microrganismos podem desencadear a doença. Os agentes infecciosos entram na corrente sanguínea pela gengiva e dentes não saudáveis, áreas de infecções, intestinos, materiais perfurantes como cateteres e agulhas e procedimentos dentais.


DIAGNÓSTICO 

? O diagnóstico da doença baseia-se no exame físico, no levantamento da história clínica e na avaliação dos sintomas que o doente apresenta. É preciso redobrar os cuidados diante da possibilidade de diagnóstico de endocardite bacteriana subaguda, uma vez que no início os sintomas são imprecisos e podem ser confundidos com os de outras doenças.

 


TRATAMENTO

? O tratamento deve começar o quanto antes possível. Ele deve ser realizado em ambiente hospitalar, uma vez que exige a indicação de doses altas de antibióticos por via endovenosa durante várias semanas. Quando não for possível controlar a infecção a tempo de evitar danos às válvulas, a cirurgia pode ser um recurso para corrigir o defeito e melhorar a função cardíaca.

 

COMPLICAÇÕES

? A endocardite, assim como outros problemas que atingem o coração, pode ter complicações. Insuficiência cardíaca, danos em órgãos e tecidos além de infecções no cérebro, rins, baço e fígado são as mais comumente registradas.

 

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)


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18/set/2019

O Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral AVC, celebrado em 29 de outubro, tem a finalidade de conscientizar as pessoas sobre as formas de prevenção da doença cerebral que mais mata no Brasil. A data foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2006, em parceria com a Federação Mundial de Neurologia.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 100 mil pessoas morrem todos os anos de AVC no Brasil, um número superior ao total de mortes causadas por malária, tuberculose e AIDS juntas. O conhecimento básico, por parte da população, sobre o que é a doença, como caracterizá-la, seus riscos, como preveni-la ou tratá-la é fundamental.

 


O QUE É AVC:

O Acidente Vascular Cerebral (AVC), também conhecido como Acidente Vascular Encefálico (AVE) ou o popular Derrame Cerebral, ocorre quando há um entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada.

Existem dois tipos de AVC, em ambos os casos o sangue não chega a determinadas áreas do cérebro ocasionando a perda de funções neurológicas. É raro acontecer na infância mas pode atingir as pessoas de todas as idades.


 

TIPOS DE AVC:

? ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ISQUÊMICO:  Ocorre quando há obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria do cérebro, o que causa a falta de circulação vascular na região. O acidente vascular isquêmico é responsável por 85% dos casos de acidente vascular cerebral.

? ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL HEMORRÁGICO: Acontece quando um vaso se rompe espontaneamente e há extravasamento de sangue para o interior do cérebro. Este tipo de AVC está mais ligado a quadros de hipertensão arterial.


QUAIS OS FATORES DE RISCOS?

? Fibrilação atrial

? Hipertensão arterial

? Diabetes

? Colesterol elevado

? Excesso de peso

? Tabagismo

? Sedentarismo

? Histórico familiar


QUAIS SINTOMAS PODEM OCORRER:

Segundo os especialistas, o AVC é considerado uma doença tempo-dependente, ou seja, quanto mais rápido o tratamento, maior a chance de sobrevida ou recuperação completa. Deste modo, é extremamente importante que a população conheça os sinais de alerta da doença:

  • enfraquecimento
  • adormecimento ou paralisação da face, braço ou perna de um lado do corpo
  • alteração de visão (ficando turva ou até mesmo a perda),
  • dificuldade na fala ou compreensão,
  • tontura sem causa definida,
  • desequilíbrio,
  • falta de coordenação no andar ou queda súbita
  • dores de cabeça fortes e persistentes
  • dificuldade para engolir

 

Mudanças de hábito podem ajudar na recuperação por isso é importante controlar o colesterol, pressão arterial e níveis de açúcar no sangue. Adote uma dieta equilibrada, pratique alguma atividade física.

 

ATENÇÃO: O acidente vascular cerebral é uma emergência médica e o paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

 

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18/set/2019

Outubro Rosa é um mês marcado pelas campanhas de conscientização e prevenção ao câncer de mama e, agora também, o câncer de colo do útero. O objetivo principal é chamar a atenção das pessoas para uma das doenças que mais mata as mulheres: o câncer de mama. É uma espécie de alerta para que elas façam exames periódicos, para facilitar o diagnóstico precoce e aumentar as chances de cura.

Desde de 1990 a data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) o câncer de mama é o segundo mais prevalente entre as mulheres e representa 28% dos casos de câncer por ano. É uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns se desenvolvem mais rápido, outros podem levar anos.

O câncer de mama não tem somente uma causa. Um dos mais importantes fatores de risco para a doença é a idade, por esta razão mulheres com mais de 50 anos devem fazer a mamografia a cada dois anos ou segundo recomendações médica.

 

É importante observar as mamas e fazer o autoexame valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.


 

Saiba mais sobre o assunto no Blog da  ONCOCENTRO, no link abaixo:

https://oncocentrosm.com.br/outubro-rosa-pela-prevencao-e-combate-ao-cancer-em-mulheres/

 

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18/set/2019

Temidas, na maioria das vezes, pelos aspectos estéticos as varizes são veias grandes e inchadas que geralmente aparecem nas pernas e nos pés. As causas para o seu aparecimento estão relacionadas com a má circulação do sangue no corpo. De acordo com o angiologista e cirurgião vascular, Dr. Jeferson Aita, uma forma natural de prevenir a doença é através de um boa alimentação, a base de fontes ricas em vitaminas e mineiras.

Segundo o especialista, alguns nutrientes encontrados no peixe, em produtos desnatados e integrais melhoram a circulação e auxiliam no combate as varizes. Assim como as fibras das verduras escuras.

Abaixo, algumas recomendações para você fazer a escolha certa na hora das refeições.


 

 

Na hora de compor seu prato dê preferência a peixes, peito de galinha ou de peru sem a pele.

Você pode consumir, mas com moderação, carne escura de galinha ou peito do peru, carne magra do boi, vitela, porco, cordeiro, camarão, siro, mariscos e mexilhões.

O ideal é evitar carnes gordas de boi, porco, cordeiro e ovelha, além de miúdos- fígado, rim, miolos, pele de galinha, embutidos, linguiça, presunto gordo e salsicha.

 

 


 

Com os produtos lácteos também é importante dar uma atenção especial. Opte por leite e iogurtes desnatados, queijos magros- tipo minas e ricota.

Vale lembrar que o leite semidesnatado pode ser consumido, mas com moderação.

Recomenda-se evitar o leite e iogurtes integral, queijos amarelos e gordos, creme de leite, nata, manteiga, sorvete de nata ou creme, molhos com queijos ou creme de leite.

 

 

 


 

As gorduras e os óleos também podem ser controlados.

O ideal é consumir os óleos vegetais de milho, arroz, soja, girassol, oliva e margarina cremosa.

Já a margarina dura deve ser consumida com moderação.

E para os adoradores de bacon, banha, manteiga e frituras em geral a recomendação é evitar!

 

 


 

 

Com os ovos a indicação é consumir somente a clara, evitando a gema, omeletes e maionese.

 

 

 

 

 


 

No caso das verduras, legumes e cereais também exitem restrições. 

Na hora de fazer a feira coloque no carrinho verduras e legumes em geral, arroz, feijão, lentilha, massa sem ovo, milho, aipim cozido e todos os tipos de pães. O consumo de biscoitos e panquecas deve ser com moderação.

Já as massas com ovos, pizza, feijoada com carnes gordurosas, alimentos preparados com gordura animal, croassant, waffles, pasteis e sonhos devem ser EVITADOS nas refeições.

 


 

Com as FRUTAS a única restrição é quanto o consumo de ABACATE e COCO.

As demais frutas podem ser consumidas, mas nada em exagero.

 

 

 

 


 

 

É quase impossível não sentir vontade de comer uma sobremesa depois do almoço, não é mesmo?

Por isso, dê preferência as gelatinas,  as frutas, sorvete de frutas, bolo preparado com clara, farinha e açúcar.

Mesmo que seja um tentação, é importante evitar os doces, bolos, tortas preparadas com nata, gema ou chocolate, sorvete de creme ou de nata e pudim.

 

 


 

E para finalizar as sugestões não podemos deixar de fora os chás, o café, a mostarda, o Ketchup, o vinagre e temperos.

Já o amendoim, o caju, as nozes e amêndoas devem ser consumidas com moderação.

E mesmo que muitos sejam chocólatras assumidos, a recomendação para não ter problemas com a circulação é que se evite chocolate.

Fonte: Diário BEM-VIVE
Referência: Dr. Jeferson Aita | CRM 23730
Angiologista e Cirurgião Vascular ICOR

 

 


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18/set/2019

A mudança de perfil dos portadores do HIV depois dos antirretrovirais é apontada pelos médicos, como o principal fator para justificar o aumento dos casos de doenças cardíacas na população.


Há uma expectativa de que a tendência de doenças cardíacas e cardiovasculares aumente nas próximas décadas, devido ao risco cardiovascular elevado do soropositivo. Com o aumento da expectativa de vida desses pacientes, e com a redução das infecções oportunistas, houve também um crescimento das doenças crônicas e de afecções relacionadas a fatores de risco, comuns, à população mais velha em geral, mas que não podem ser desassociadas da própria toxicidade dos medicamentos anti-retrovirais.

Estudos feitos na década de 90 concluíram que, mesmo compensando-se o efeito dos fatores de risco já conhecidos, ainda há um risco maior de desenvolvimento de enfarte agudo do miocárdio nesta população.

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES

“As modificações no metabolismo do paciente infectado pelo HIV estão totalmente interligadas e são as responsáveis por doenças que podem vir a se desenvolver mais adiante. A recomendação dos especialistas é que seja feita a dosagem do perfil lipídico e de glicemia no início do acompanhamento clínico do paciente soropositivo”, afirmam especialistas, que acompanham pacientes soropositivos. Segundo eles, o tratamento adotado nesses casos é praticamente semelhante ao para a população em geral, porém ele chama a atenção para o risco de interações medicamentosas.

“Alguns remédios podem diminuir o efeito dos medicamentos contra a aids, acumulando-se em doses tóxicas”.
É sugerido, primeiramente, que os profissionais de saúde tentem medidas não-farmacológicas, como dieta e exercício: “Se o resultado não for satisfatório, inicia-se a medicação com cautela”. Entretanto, cardiologistas alertam que “em alguns pacientes de risco cardiovascular muito elevado, os medicamentos devem ser usados logo no início”.

RISCO CARDIOVASCULAR

O monitoramento constante de pacientes infectados com HIV que tenham fatores de risco cardiovascular elevados deve ser uma prática adotada por todos os profissionais de saúde. Deve-se optar por exames anuais e, em algumas situações, esse prazo deve ser diminuído.

“Mesmo em pacientes assintomáticos, o cuidado deverá ser redobrado e exames cardiovasculares mais detalhados”.

ATEROSCLEROSE PRECOCE

A doença cardiovascular aterosclerótica é responsável por 30 a 35% da morbidade e mortalidade em todo o mundo. Como já mencionado no início da matéria, no paciente soropositivo a situação é preocupante, porque além de apresentar fatores de risco para as principais causas da aterosclerose – dislipidemia, hipertensão arterial, diabetes e tabagismo –, ainda faz uso obrigatório de medicações que, por vários mecanismos ainda em estudo, potencializam este risco. A aterosclerose pode levar o soropositivo a ter uma doença cerebrovascular ou até mesmo um enfarte.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia inclui, em 2001, nas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Diretriz de Prevenção de Aterosclerose, um tópico específico para conduta em pacientes soropositivos. A recomendação é que seja feita uma dosagem do perfil lipídico no início do acompanhamento e, se não houver anormalidade – caso o paciente não esteja em tratamento com um inibidor de protease –, repetir a avaliação a cada um ou dois anos, dependendo do caso. Se houver alteração, inicia-se o tratamento e apenas após três meses se repete o teste. Antes disso, não é possível verificar alterações.

DOENÇAS CEREBROVASCULARES

Dados do Ministério da Saúde indicam que as doenças cerebrovasculares são a primeira causa de morte no nosso país. Os acidentes vasculares cerebrais (AVCs) ou acidentes vasculares encefálicos (AVEs) representam o problema neurológico mais comum, sendo a terceira causa mundial de mortalidade, perdendo apenas para enfarte do miocárdio e câncer. Além disso, os AVCs são a principal causa de incapacidade neurológica temporária ou permanente em adultos após os 50 anos.

HIPERTENSÃO ARTERIAL

Um cardiologista cita um estudo recente, publicado no periódico médico AIDS, que relaciona o uso de anti-retrovirais por um período superior a dois anos à causa de elevação da pressão arterial em indivíduos soropositivos. Porém, o cardiologista diz que serão necessárias mais pesquisas para chegar a uma conclusão sobre essa relação:

“ainda não existem provas concretas que relacionem o aumento da pressão arterial com o uso dos anti-retrovirais ou com o fato de ser soropositivo”, informa.

DOENÇA VASCULAR PERIFÉRICA

Neste caso, repetimos a tese de que a alteração metabólica está intimamente ligada aos problemas vasculares que podem ser desenvolvidos em pessoas soropositivas. Além do fumo, a resistência à insulina é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença vascular periférica. A enfermidade é caracterizada pelo estreitamento dos vasos sanguíneos que levam o sangue à musculatura dos braços e das pernas. O bloqueio, por coágulo, de uma artéria que sofreu estreitamento, pode resultar em danos a um braço, a uma perna ou em perda de uma dessas extremidades.

DAS MUDANÇAS METABÓLICAS SURGEM OS PROBLEMAS CORONARIANOS

O coração é um órgão bastante afetado nos pacientes soropositivos. Cardiologista se interroga sobre o motivo do aumento de ocorrências de enfarte, ou de angina em pacientes infectados pelo HIV. Uma das possibilidades, segundo o médico, é a mudança do perfil lipídico do paciente em tratamento com os anti-retrovirais: “Aumentaram os triglicerídeos e mudaram a relação do colesterol HDL (colesterol bom) com LDL (colesterol ruim). Esses fatores, por si sós, já significam um maior risco cardíaco ou isquêmico”.

A observação do cardiologista já foi descrita em diferentes estudos clínicos que mostram o crescimento da incidência de aterosclerose prematura em doentes infectados pelo HIV e tratados com os anti-retrovirais. Isso porque essas drogas elevam a taxa de lipídeos (gorduras do sangue), um dos fatores responsáveis pela doença aterosclerótica. A prevenção e o controle de doenças passam pela identificação dos fatores de riscos, como tabagismo, excesso de peso, hipertensão arterial, sedentarismo, alcoolismo, histórico familiar e o uso de medicamentos como os betabloqueadores.

“Não há diferença no tratamento de pacientes portadores do HIV ou não. Porém, o cuidado precisa ser reforçado em pacientes com HIV. O cigarro continua sendo o grande vilão, a hipertensão tem que ser controlada e a atividade física é fundamental. É gritante a diferença entre o perfil lipídico do paciente que faz atividade física com aquele que não faz. Às vezes, é possível tratar sem recorrer ao medicamento, somente incluindo uma rotina de exercícios físicos”.

Um estudo realizado com mais de 23 mil pessoas com HIV, em 2003, sobre a influência do tratamento antiretroviral na taxa de enfartes do miocárdio, revelou um aumento de 26% na incidência de enfarte por ano de pessoas em tratamento com anti-retrovirais. Em outras pesquisas, é comparada a associação entre o uso dos inibidores da protease e a concentração de lipídeos, hipercolesteremia e hipertrigliceridemia no sangue, podendo variar de acordo com o tipo e a dosagem da droga.

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Fonte: Saber Viver

 

 


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