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17/fev/2020

Com o nome técnico de cardiomiopatia de Takotsubo ou cardiomiopatia induzida por estresse, essa doença afeta o músculo cardíaco e seus sintomas podem ser confundidos com os do infarto agudo do miocárdio: arritmias, dor no peito, falta de ar, desmaio, suor em excesso.

Essa condição, que basicamente provoca descompasso temporário no ritmo do músculo cardíaco, afeta principalmente mulheres acima dos 50 anos. Isso porque a síndrome do “coração partido” se relaciona com a diminuição de estrogênio (hormônio feminino que protege os vasos do coração) após a menopausa. Ainda que não tenha causas específicas determinadas, é sabido que em 80% dos casos está associada a situações agudas de estresse físico ou emocional.


Os sintomas da síndrome, em geral, desaparecem sem necessidade de tratamento. Mas é preciso ficar alerta para possíveis complicações, como insuficiência cardíaca, edema pulmonar ou choque cardiogênico (quando o coração não consegue bombear sangue e nutrir os órgãos de forma adequada). E também pela similaridade com sintomas com o infarto agudo do miocárdio.


Fonte: Dr. Drauzio Varella

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Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

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17/fev/2020

Você sabia que descongestionante nasal pode causar problemas cardíacos?

Esses eventos cardíacos decorrem do uso contínuo do descongestionante, pois parte de sua composição contém substância vasoconstritora, ou seja, que provoca a contração dos vasos sanguíneos. Caso seja absorvida pela mucosa do nariz e caia na corrente sanguínea pode atingir o sistema cardiovascular e sobrecarregar o coração.

Como sintomas pode apresentar: arritmia cardíaca, taquicardia, hipertensão arterial, trombose, tonturas e dor de cabeça. Com crianças o cuidado deve ser redobrado. Uma superdosagem pode elevar demais a pressão e causar reações cardiovasculares, com risco de provocar falta de ar ou até mesmo parada cardíaca.
Por isso a recomendação é utilizar o descongestionante nasal sob orientação médica e por prazo determinado. Como alternativas para aliviar o desconforto causado pela congestão nasal estão: hidratação da mucosa nasal com soro fisiológico várias vezes ao dia; uso de umidificadores de ambientes ou banho quente para que o vapor da água umedeça as vias respiratória; evitar exposição ao ar-condicionado e ingerir bastante líquido.

Fonte: Revista Saúde

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17/fev/2020

Um ataque cardíaco é a morte de um segmento do músculo cardíaco causado por uma perda de suprimento de sangue. O sangue é geralmente cortado quando uma artéria que supre o músculo cardíaco é bloqueada por um coágulo sanguíneo. Se algum músculo cardíaco morre, a pessoa sente dor no peito e instabilidade elétrica no tecido do músculo cardíaco.

Fatos rápidos sobre ataques cardíacos:

  • Durante um ataque cardíaco, o músculo cardíaco perde o suprimento de sangue e é danificado.
  • Desconforto no peito e dor são sintomas comuns.
  • O risco de ataque cardíaco aumenta quando um homem tem mais de 45 anos e uma mulher tem mais de 55 anos.
  • Fumar e obesidade são grandes fatores, particularmente na faixa etária em risco.

Sintomas

Existem sintomas claros de um ataque cardíaco que exigem atenção médica imediata. Uma sensação de pressão, aperto, dor, aperto ou dor no peito ou nos braços que se espalham pelo pescoço, mandíbula ou dorso pode ser um sinal de que uma pessoa está tendo um ataque cardíaco.

A seguir estão outros possíveis sinais e sintomas de um ataque cardíaco que ocorre:

  • tosse
  • náusea
  • vômito
  • dor torácica esmagadora
  • tontura
  • falta de ar chamada dispneia
  • cara parecendo cinza na cor
  • um sentimento de terror que a vida está acabando
  • sentindo-se horrível, geralmente
  • inquietação
  • sentindo-se úmida e suada
  • falta de ar

Mudar de posição não alivia a dor de um ataque cardíaco. A dor que uma pessoa sente é normalmente constante, embora às vezes possa ir e vir.

Tratamento

Quanto mais rápido alguém for tratado quando tiver um ataque cardíaco, maiores serão as chances de sucesso. Nos dias de hoje, a maioria dos ataques cardíacos pode ser tratada de forma eficaz. No entanto, é crucial lembrar que a sobrevivência de uma pessoa depende em grande parte da rapidez com que ela chega ao hospital. Se uma pessoa tem um histórico de ataques cardíacos, deve falar com um médico sobre os planos de tratamento.

Prevenção

A melhor maneira de prevenir um ataque cardíaco é ter um estilo de vida saudável. Medidas para uma vida saudável incluem o seguinte:

  • não fume
  • comendo uma dieta equilibrada e saudável
  • fazendo muito exercício
  • dormir bastante de boa qualidade
  • manter o diabetes sob controle
  • mantendo o consumo de álcool baixo
  • manter o colesterol no sangue em níveis ótimos
  • manter a pressão arterial em um nível seguro
  • manter um peso corporal saudável
  • evitando estresse sempre que possível
  • aprendendo a administrar o estresse

Pode ser útil que as pessoas aprendam mais sobre os sinais de alerta de um ataque cardíaco também.

Diagnóstico

Qualquer médico, enfermeiro ou profissional de saúde enviará alguém diretamente ao hospital se suspeitar que esteja sofrendo um ataque cardíaco. Uma vez lá, vários testes podem ser feitos, incluindo:

  • ECG ou eletrocardiógrafo
  • testes de enzimas cardíacas
  • Raio-x do tórax

Causas

Os seguintes fatores estão associados ao aumento do risco de ataque cardíaco:

  • Idade: Os ataques cardíacos são mais prováveis ​​quando o homem tem mais de 45 anos e quando a mulher tem mais de 55 anos.
  • Angina: Isso causa dor no peito devido à falta de oxigênio ou suprimento de sangue ao coração.
  • Níveis elevados de colesterol: Estes podem aumentar a chance de coágulos sanguíneos nas artérias.
  • Diabetes: Isso pode aumentar o risco de ataque cardíaco.
  • Dieta: Por exemplo, consumir grandes quantidades de gorduras saturadas pode aumentar a probabilidade de um ataque cardíaco.
  • Genética: Uma pessoa pode herdar um risco maior de ataque cardíaco.
  • Cirurgia cardíaca: isso pode levar a um ataque cardíaco mais tarde.
  • Hipertensão: A pressão alta pode causar tensão desnecessária no coração.
  • Obesidade: Estar significativamente acima do peso pode pressionar o coração.
  • Ataque cardíaco anterior .
  • Fumar: Os fumantes correm um risco muito maior do que os não fumantes.
  • HIV: As pessoas que são seropositivas têm um risco 50 por cento maior.
  • Estresse no trabalho: aqueles que trabalham em turnos ou têm trabalhos estressantes podem enfrentar um risco maior de ataque cardíaco.

A inatividade física é um fator no risco de ataque cardíaco, e quanto mais ativas as pessoas, menor o risco de ter um ataque cardíaco. Muitas vezes, quando isso ocorre, um ataque cardíaco é causado por uma combinação de fatores, em vez de um único.

 

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Fonte: Medical News Today

 

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17/fev/2020

A aterosclerose é uma condição em que as artérias se tornam estreitas e endurecidas devido a um acúmulo de placas ao redor da parede da artéria. É também conhecida como doença vascular arteriosclerótica. 
A doença perturba o fluxo de sangue ao redor do corpo, colocando o risco de complicações sérias.
A aterosclerose é o estreitamento das artérias devido ao acúmulo de placas nas paredes das artérias. As artérias transportam sangue do coração para o resto do corpo. Eles são revestidos com uma fina camada de células que os mantém lisos e permitem que o sangue flua com facilidade. Isso é chamado de endotélio.

A aterosclerose começa quando o endotélio é danificado, permitindo que o tipo prejudicial de colesterol se acumule na parede da artéria. O corpo envia um tipo de glóbulo branco para limpar esse colesterol, mas, às vezes, as células ficam presas no local afetado. Com o tempo, a placa pode se acumular, formada por colesterol, macrófagos, cálcio e outras substâncias do sangue.

Às vezes, a placa cresce até um certo tamanho e pára de crescer, fazendo com que o indivíduo não tenha problemas. No entanto, às vezes, a placa obstrui a artéria, interrompendo o fluxo de sangue ao redor do corpo. Isso torna os coágulos sanguíneos mais prováveis, o que pode resultar em condições de risco de vida.

Em alguns casos, a placa eventualmente se rompe. Se isso acontecer, as plaquetas se acumulam na área afetada e podem se unir, formando coágulos sanguíneos. Isso pode bloquear a artéria, levando a complicações fatais, como derrame e ataque cardíaco.

A condição pode afetar toda a árvore arterial, mas afeta principalmente as artérias maiores e de alta pressão.

Sintomas

Os primeiros sinais de aterosclerose podem começar a se desenvolver durante a adolescência, com listras de glóbulos brancos aparecendo na parede da artéria. Na maioria das vezes, não há sintomas até que uma placa se rompa ou o fluxo sanguíneo seja muito restrito. Isso normalmente leva muitos anos para ocorrer. Os sintomas dependem de quais artérias são afetadas.

Artérias carótidas

As artérias carótidas fornecem sangue ao cérebro. Um suprimento sanguíneo limitado pode levar a um derrame, e uma pessoa pode experimentar uma variedade de sintomas como resultado da aterosclerose nessa área, incluindo:

  • fraqueza
  • dificuldade ao respirar
  • dor de cabeça
  • dormência facial
  • paralisia

Artérias renais

As artérias renais fornecem sangue aos rins. Se o suprimento de sangue se tornar limitado, há um sério risco de desenvolver doença renal crônica .

A pessoa com bloqueio da artéria renal pode apresentar:

  • perda de apetite
  • inchaço das mãos e pés
  • Dificuldade de concentração

Tratamento
O tratamento da aterosclerose é importante para prevenir complicações. As opções de tratamento incluem mudanças de estilo de vida, vários medicamentos e intervenções cirúrgicas. No entanto, é importante que o médico diagnostique corretamente a aterosclerose para garantir que as artérias sejam devolvidas à plena capacidade.

Prevenção

Prevenir o desenvolvimento da aterosclerose é uma das melhores maneiras de tratar a doença. Etapas para limitar o risco de acúmulo de placa incluem:

Dieta: Tente evitar gorduras saturadas, elas aumentam os níveis de colesterol ruim. Os seguintes alimentos são ricos em gorduras insaturadas e podem ajudar a manter baixos os níveis de colesterol ruim:

  • azeite
  • abacates
  • nozes
  • peixe oleoso
  • nozes
  • sementes

Exercício: O exercício irá melhorar os níveis de condicionamento físico, diminuir a pressão arterial e ajudar na perda de peso.

Não fumar: fumar é um dos principais fatores de risco para a aterosclerose e também aumenta a pressão arterial. Os fumantes devem deixar o mais rapidamente possível e marcar uma reunião com seu médico sobre formas de desistir e administrar os sintomas de abstinência.

Causas
Certos fatores podem danificar a área interna da artéria e levar à aterosclerose. Esses fatores incluem:

  • pressão alta
  • altos níveis de colesterol
  • fumar
  • altos níveis de açúcar no sangue

Fatores de risco
Certas pessoas têm um risco maior de desenvolver a doença. Esses incluem

  • Diabetes: Indivíduos com diabetes mal controlada e freqüentemente altos níveis de glicose no sangue são mais propensos a desenvolver aterosclerose.
  • Genética: Pessoas que têm um pai ou irmão com aterosclerose e doença cardiovascular têm um risco muito maior de desenvolver aterosclerose do que outras.
  • Poluição do ar: A exposição à poluição do ar parece aumentar o risco de acumulação de colesterol nas artérias coronárias.

As pessoas expostas a esses fatores de risco devem ter um cuidado especial em manter uma dieta com baixo teor de gordura e baixo teor de sódio e evitar a ingestão de tabaco.

 

 

Fonte: Medical News Today

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17/fev/2020

Você sabia que, na maioria das pessoas, os batimentos do coração ficam em torno de 60 a 100 por minuto? Essa média de batimentos tem algumas variações quando a pessoa se encontra em repouso ou realiza algum esforço físico. 

Já as arritmias são alterações do ritmo normal das batidas coração e podem ser de vários tipos:

👉 quando o coração bate rápido demais (taquicardia)

👉 quando as batidas são muito lentas (bradicardia)

👉 quando o coração bate com total irregularidade (descompasso)

Um dos tipos mais comuns de arritmia é a fibrilação atrial (FA). Ocorre quando os batimentos dos átrios (câmaras superiores do coração) batem de forma rápida e irregular.

As arritmias, em sua maioria, são benignas e não costumam apresentar sintomas. Mas alguns relatados são:

👉 palpitações

👉  fraqueza

👉 tonturas

👉 queda de pressão

👉 desmaios

👉 confusão mental

👉 falta de ar

👉 mal-estar e sensação de dor no peito.

Por isso, quando não diagnosticadas e tratadas de forma adequada, podem provocar doenças no coração, parada cardíaca ou morte súbita.

Fonte: Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas

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17/fev/2020

Conhecido, também, como derrame cerebral o AVC é uma doença crônica, não transmissível e uma das principais causas de morte, incapacidade adquirida e internações em todo o mundo. Ocorre quando os vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se ropem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. É raro acontecer na infância mas pode atingir as pessoas de todas as idades.

Tipos de AVC:

AVC isquêmico (causado pela obstrução ou entupimento de um vaso) 

  • ocorre quando há obstrução de uma artéria, impedindo a passagem de oxigênio para células cerebrais, que acabam morrendo. Essa obstrução pode acontecer devido a uma trombose ou a uma embolia. O AVC isquêmico é o mais comum e representa 85% de todos os casos. 

AVC hemorrágico (quando um ou mais vasos se rompem)

  • ocorre quando há rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia. Esta hemorragia pode acontecer dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. É responsável por 15% de todos os casos de AVC, mas pode causar a morte com mais frequência do que o AVC isquêmico.

Ataque isquêmico transitório (AIT)

  • trata-se de uma espécie de mini-AVC que acontece quando o fornecimento de sangue para o cérebro é interrompido por pouco tempo. Em 87% dos casos, o acidente vascular cerebral é isquêmico.

 No Brasil, a doença é a segunda principal causa de morte, atrás apenas do infarto. Segundo dados do Ministério da Saúde, um brasileiro morre a cada cinco minutos em decorrência do AVC, contabilizando mais de 100 mil óbitos por ano.

Os sinais e sintomas do AVC acontecem de forma súbita podendo ser únicos ou combinados, tais como:

  • enfraquecimento,
  • adormecimento ou paralisação da face, braço ou perna de um lado do corpo,
  • alteração de visão (ficando turva ou até mesmo a perda),
  • dificuldade na fala ou compreensão,
  • Pode ocorrer também tontura sem causa definida,
  • desequilíbrio,
  • falta de coordenação no andar ou queda súbita e ainda dores de cabeça fortes e persistentes além de dificuldade para engolir.

 Existem alguns sinais que o corpo dá que ajudam a reconhecer um AVC. Atenção ao “SAMU”:

  • S ORRISO: peça para a pessoa sorrir. Se o sorriso sair torto ou se a boca entortar, pode ser AVC.
  • A BRAÇO: peça para a pessoa levantar os braços. Se a pessoa tiver alguma dificuldade para levantar um deles ou se após levantar os dois um deles cair bruscamente, pode ser AVC.
  • ENSAGEM: peça para a pessoa repetir uma frase ou uma mensagem qualquer. Se a pessoa não conseguir compreender ou não conseguir repetir a frase ou mensagem, pode ser AVC.
  • U RGÊNCIA: havendo qualquer um desses sinais, chame imediatamente o SAMU 192.

Quais as principais causas do AVC?

  • Hipertensão arterial,
  • fibrilação atrial,
  • diabetes,
  • tabagismo,
  • uso de pílulas anticoncepcionais,
  • álcool e problemas relacionados à coagulação sanguínea estão entre as principais causas do AVC.

Como é feito o diagnóstico do AVC?

O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem, que permitem identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame cerebral. Tomografia computadorizada de crânio é o método de imagem mais utilizado para a avaliação inicial do AVC isquêmico agudo, demonstrando sinais precoces de isquemia. Importante ressaltar que o acidente vascular cerebral é uma emergência médica e o paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar.

  • Mudanças de hábito podem ajudar na recuperação por isso é importante controlar o colesterol, pressão arterial e níveis de açúcar no sangue.  Os cardiologistas recomendam adotar uma dieta equilibrada e a pratica de atividade física.
  • As células cerebrais não se regeneram, e também não existe tratamento para recuperá-las, mas há tratamentos terapêuticos que auxiliam na restauração das funções, movimentos e fala e sua eficácia é melhor aproveitada quando o tratamento é imediato. Nunca suspenda o tratamento indicado pelo cardiologista e/ou neurologista.

Como prevenir o AVC?

Muitos fatores de risco contribuem para o aparecimento de um AVC e de outras doenças crônicas, como câncer e diabetes. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, dependem apenas da pessoa e são os principais para prevenir essas doenças.

  • Não fumar
  • Não consumir álcool
  • Não fazer uso de drogas ilícitas
  • Manter alimentação saudável
  • Manter o peso ideal
  • Beber bastante água
  • Praticar atividades físicas regularmente
  • Manter a pressão sob controle
  • Manter a glicose sob controle

Quais complicações o paciente pode apresentar?

Em alguns casos, o AVC pode deixar sequelas de acordo com a intensidade do evento cardiovascular, o que varia de pessoas para pessoa. 

  • A falta de força pode ocasionar em perdas motoras, como fala, o comer sozinho, andar ou se vestir. Pode incluir dificuldade na comunicação, compreensão, engasgos, incontinência, perda de visão, distúrbios neurológicos e agressividade comprometendo o convívio com amigos e familiares.

O AVC é uma doença totalmente dependente do tempo. Isso quer dizer que quanto mais rápido for o tratamento, maiores serão as chances de recuperação completa. Desta forma, torna-se essencial a identificação dos sinais e sintomas e o atendimento médico imediato.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia- SBC- Ministério da Saúde

 

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17/fev/2020

A morte súbita é a morte instantânea, inesperada, repentina e não acidental, na maioria das vezes de origem cardíaca. Geralmente, está associada a dois tipos de miocardiopatia: hipertrófica, quando há um aumento no tamanho do músculo cardíaco e que causa arritmia; e displasia arritmogênica do ventrículo direito, quando as células do músculo cardíaco morrem e são substituídas por células gordurosas, sem relação com a alimentação. 

De modo geral, qualquer pessoa pode ser diagnostica com arritmia cardíaca, independentemente de faixa etária, sexo ou condição socioeconômica. As arritmias cardíacas podem acometer recém-nascidos, jovens saudáveis e esportistas. Tem alta incidência na população brasileira, sobretudo entre idosos.

A morte súbita pode ser evitada?

A morte súbita não é inevitável, sendo reversível em muitas vítimas, se tratada rapidamente com um choque elétrico aplicado no peito. Poucas tentativas de ressuscitação são bem-sucedidas após 10 minutos e, a partir de três minutos, o cérebro já começa a sofrer danos.

Quem está sujeito às arritmias cardíacas e à morte súbita?

Qualquer pessoa, independente da faixa etária e sexo, pode sofrer uma arritmia cardíaca. No entanto, a maioria das ocorrências está em pessoas que possuem doenças cardíacas ou já sofreram parada cardíaca, e pessoas que têm histórico de doenças da família (pais, irmãos etc.)

Somente indivíduos idosos têm arritmias cardíacas e podem sofrer morte súbita?

Não, as arritmias cardíacas podem acometer pessoas de qualquer faixa etária, até mesmo recém-nascidos. Segundo dados, a maioria das vítimas de morte súbita se encontra em sua idade mais produtiva.

Arritmias cardíacas certamente provocam a morte súbita?

Mais de 95% das mortes súbitas ocorrem fora do ambiente hospitalar. Por isso, a rápida desfibrilação e o suporte básico de vida podem aumentar a taxa de sobrevida em longo prazo. Em caso nos quais o acesso aos desfibriladores ocorre no período entre cinco a sete minutos após a parada cardíaca, a sobrevida é maior que 49%.

O que é um marca-passo?

O marca-passo é um dispositivo implantável que também podem ser utilizado no tratamento dos pacientes com arritmia cardíaca.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Arritmias  Cardíacas- SOBRAC 

 

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17/fev/2020

Arritmias são batimentos anormais do coração. Existe uma região dentro do coração responsável por gerar estimulo elétrico e fazê-lo bater. Esta região se chama ” Nó Sinusal”. Ela gera em torno de 50 a 100 batimentos por minuto e, em episódios de estresse ou esforço, acelera o coração para frequências  bem acima destes valores. Toda vez que um estímulo elétrico nasce de alguma outra região,  damos o nome de arritmia.

As arritmias podem tanto fazer o coração acelerar (taquiarritmias) quanto fazê-lo bater mais lento (bradiarritmias). Estas últimas ocorrem geralmente por falha na capacidade de gerar estímulo ou por atraso do estímulo dentro do coração.

Quais os fatores que facilitam a ocorrência de arritmias? 

Pessoas com doença cardíaca estrutural como infarto prévio (ataque cardíaco), insuficiência cardíaca (coração inchado), problemas nas válvulas do coração (sopros cardíaco significativos), doença de Chagas (doença do bicho barbeiro), entre outras, apresentam maior chance de ter arritmias e, mais graves.

As arritmias graves podem ocorrer em corações normais? 

Sim, mas com menor frequência. Na verdade, nestes corações “aparentemente” normais, existem alterações microscópicas que facilitam sua ocorrência, mas que são imperceptíveis nos exames convencionais de imagem.

Qual a gravidade das arritmias cardíacas? 

Quando não diagnosticada e tratada corretamente, a arritmia cardíaca pode provocar parada cardíaca, doenças no coração e a morte súbita.

Mas toda arritmia é grave?

Não. Felizmente a maior parte das arritmias encontradas em exames de rotina são benignas e bem toleradas. Ainda assim, é fundamental o acompanhamento junto ao cardiologista/arritmologista a fim de que se tenha certeza da “benignidade” da arritmia e da melhor conduta a ser feita.

Quais os sintomas que as arritmias provocam?

Os sintomas podem ser variados. Na maioria das vezes a pessoa se queixa da sensação de que o coração acelerou de uma hora para outra, “deu uns pulinhos” ou “deu um tranco”. Outros sintomas por vezes atribuídos às arritmias são tontura, visão borrada, desmaio, dor no peito e falta de ar. Em raros casos, o primeiro e único sintoma por ser a parada cardíaca.

As arritmias cardíacas são malignas? 

As arritmias podem ser benignas, mas também podem apresentar alta malignidade. Algumas podem causar falta de ar, dor no peito, desmaios e até morte súbita. Normalmente, as arritmias cardíacas que ocorrem em quem já apresenta problemas cardíacos, como infarto, cirurgias prévias, insuficiência cardíaca, são de maior risco aos pacientes.

Qual é o tratamento das arritmias? Sempre tenho que tratar?

Nem toda arritmia precisa ser tratada. Quando necessário, o tratamento deve ser individualizado de acordo com a arritmia em questão. A base do tratamento das arritmias que aceleram o coração são algumas classes de medicamentos; em alguns casos, é necessário o tratamento mais invasivo com cateter de ablação, que procura a arritmia dentro do coração e elimina o foco gerador. As arritmias que fazem o coração bater mais lento tem como base de tratamento o implante de um marcapasso, aparelho inserido de baixo da pele, que através de um cabo (eletrodo) alcança o coração e o estimula a bater.

O que posso fazer para prevenir as arritmias?

A prevenção é feita através da adoção de um estilo de vida saudável: prática regular de atividade física; alimentação adequada (rica em verduras, legumes e frutas, e pobre em gorduras e açúcares); controle da obesidade; interrupção do tabagismo; controle adequado dos níveis pressóricos, de açúcar e de colesterol; evitar alimentos e bebidas estimulantes, tais como suplementos para queima de gordura, energéticos, álcool e drogas ilícitas.

Quais são os sintomas das arritmias cardíacas? 

Os sintomas mais comuns sintomas são palpitações ou “batedeiras”, desmaios e tonturas. Em outros casos, podem apresentar confusão mental, fraqueza, pressão baixa e dor no peito. Mas, muitas vezes, as arritmias cardíacas não provocam sintomas, sendo uma doença silenciosa e, por isso, perigosa. Em casos graves, pode ocorrer parada cardíaca, que pode levar à morte súbita.

 

Fontes: Dr. Pedro Duccini Trindade- Via Viva Coração 
 Sociedade Brasileira de Arritmias  Cardíacas- SOBRAC 

 

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17/fev/2020

A Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê.


Acontece quando existe uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca. As cardiopatias congênitas mais comuns incluem alteração em alguma válvula cardíaca, que influencia no fluxo sanguíneo dificultando ou impedindo sua passagem, alterações nas paredes do coração levando a comunicações cardíacas que não deveriam existir e mistura do sangue oxigenado com o não oxigenado ou ainda a formação de um único ventrículo. Pode ainda haver a combinação de malformações.

Quais os sintomas?

Em bebês: os sintomas podem ser notados durante as mamadas, quando há o cansaço excessivo e transpiração, o mesmo pode acontecer durante o sono. 

  • Dificuldade no ganho de peso
  • irritação frequente
  • cianose, que é caracterizada pela ponta dos dedos e/ ou lábios arroxeados.

Em crianças maiores o cansaço pode ser notado durante as atividades físicas ou até mesmo na dificuldade de acompanhar o ritmo de outras crianças.

  • crescimento e ganho de peso de forma inadequada
  • infecções pulmonares repetidas
  • taquicardia ou ainda lábios roxos e pelo pálida quando brinca muito
  • episódios de desmaios precedido de tontura
  • visão turva
  • dores no peito
  • mal-estar

Quais os exames?

  • ultrassom morfológico
  • ecocardiograma fetal
  • teste do coraçãozinho

Outra forma de diagnóstico é por exame físico realizado pelo pediatra com ajuda de exames complementares como:

  • raio x de tórax
  • eletrocardiograma
  • ecocardiograma
  • cateterismo
  • holter de 24h
  • angiotomografia.

Principais Causas

As cardiopatias congênitas não têm causa definida, ocorrem pela interação de fatores genéticos e ambientais. No entanto, está comprovado que existem algumas situações que podem contribuir para o aumento do risco dessa condição.

  • Mães com mais de 35 anos
  • históricos de filhos anteriores cardiopatas
  • mães diabéticas
  • portadoras de lúpus e hipotireoidismo
  • mães que apresentaram toxoplasmose ou rubéola ou  fizeram uso de anticonvulsivos
  • antiinfamatórios
  • ácido retinóico
  • lítio durante a gravidez podem aumentar as chances de alterações na formação do coração do feto.
  • Gravidez de gêmeos, múltiplos ou fertilização in vitro também podem ter influência.

Tratamento e cuidados após o diagnóstico

  • O diagnóstico precoce pode salvar a vida da criança, principalmente em cardiopatias mais graves, quando o parto deve ser planejado e a criança precisa ser operada nos primeiros dias de vida.
  • As cardiopatias congênitas podem ser prevenidas em parte através da vacinação contra a rubéola e do consumo de ácido fólico.
  • Algumas cardiopatias não necessitam de tratamento.
  • Outras podem ser tratadas de forma eficaz com procedimentos com cateteres ou cirurgia cardiovascular.
  • Em alguns casos podem ser necessárias várias cirurgias.
  • Em outros, podem ser necessários transplantes de coração.
  • Com tratamento apropriado, o prognóstico é geralmente bom, mesmo dos problemas mais complexos.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia -SBC 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.

 


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17/fev/2020

O diabetes é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares. A doença está relacionada ao infarto, ao acidente vascular cerebral (AVC), ao entupimento de artérias e à formação de aneurisma.


O diabetes é classificado em dois tipos: 1 e 2. Aparece quando o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina, hormônio responsável por facilitar a entrada de glicose nas células. Sem ela, o açúcar não chega ao destino correto e permanece na corrente sanguínea. A tendência é de que a doença seja descoberta ainda na infância ou adolescência. Normalmente, é provocada por um problema no sistema imunológico e só pode ser controlada a partir da administração de injeções diárias do hormônio em falta.

👉 Em casos de diabetes tipo II o risco é maior, pois a glicose em circulação no organismo é pouco utilizada, o que agrava as chances de problemas cardíacos. Além disso, o diabetes tipo II potencializa outros fatores que também podem ser ruins para o coração, como o nível elevado de colesterol e a pressão alta.

As consequências da doença também podem ser percebidas em gestantes, pois os bebês podem desenvolver predisposição para a obesidade. Órgãos como os olhos e os rins também podem ser prejudicados, assim como os dentes e os pés, que às vezes precisam ser amputados em decorrência de alguma complicação ocasionada pelo diabetes.

👉 Cuidados na alimentação e a prática regular de atividade física são boas formas de evitar que a doença prejudique o corpo.

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