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BLOG DO ICOR

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19/mar/2019

A fibromialgia é uma síndrome comum em que uma pessoa sofre de dores por todo o corpo por longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, nos tendões e em outros tecidos moles.


A fibromialgia também está relacionada à fadiga, distúrbios do sono, dores de cabeça, depressão e ansiedade.
A causa é desconhecida. As possíveis causas ou os desencadeadores da fibromialgia incluem:

  • Trauma físico ou emocional;
  • Resposta anormal à dor, em que áreas do cérebro responsáveis pela dor podem reagir de forma diferente em pacientes com fibromialgia;
  • Distúrbios do sono;
  • Infecção, como um vírus, embora nenhum tenha sido identificado;
  • A fibromialgia é mais comum em mulheres com idade entre 20 e 50 anos.

As seguintes doenças podem acompanhar a fibromialgia ou imitar seus sintomas:

  • Dor crônica no pescoço ou nas costas;
  • Síndrome da fadiga crônica;
  • Depressão;
  • Hipotireoidismo (tireoide inativa);
  • Doença de Lyme;
  • Distúrbios do sono.

Podem ser realizados exames para ser diagnosticado, porém é preciso ter pelo menos 3 meses de dor generalizada, além de dor e sensibilidade em pelo menos 11 de 18 áreas, incluindo:

  • Braços (cotovelos)
  • Nádegas
  • Peito
  • Joelhos
  • Região lombar
  • Pescoço
  • Caixa torácica
  • Ombros
  • Coxas

Os exames de sangue e urina geralmente estão normais. Entretanto, podem ser feitos exames para descartar outras doenças que apresentem sintomas similares. Os seus sintomas são:

  • Dor. Ela pode ser leve ou intensa. As regiões doloridas são chamadas de pontos de sensibilidade. Os pontos de sensibilidade se encontram no tecido mole da nuca, ombros, tórax, região lombar, quadris, canelas, cotovelos e joelhos. A dor então se espalha a partir dessas áreas.
  • A dor pode ser percebida como profunda ou uma dor aguda e ardente.
  • As articulações não são afetadas, embora possa parecer que a dor venha das articulações.
  • As pessoas com fibromialgia tendem a acordar com dores no corpo e rigidez. Em alguns pacientes, a dor melhora durante o dia e piora à noite. Outros pacientes sentem dor o dia inteiro.
  • A dor pode piorar com atividades, clima frio ou úmido, ansiedade e estresse.
  • Fadiga, estado deprimido e distúrbios do sono são observados em quase todos os pacientes com fibromialgia. Muitos afirmam que não conseguem dormir ou continuar dormindo e que se sentem cansados quando acordam.

Outros sintomas de fibromialgia podem incluir:

  • Síndrome do intestino irritável (SII);
  • Problemas de memória e de concentração.
  • Dormência e formigamento nas mãos e nos pés;
  • Palpitações;
  • Redução na capacidade de se exercitar;
  • Cefaleia tensional ou enxaqueca;
  • Reumatologistas e neurologistas ajudam no diagnóstico e no tratamento do problema.

 

Fonte: Minha vida


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19/mar/2019

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. 


Em geral, a conjuntivite ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas. A conjuntivite pode ser aguda ou crônica, afetar um dos olhos ou os dois.

Causas

  • A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes (poluição, fumaça, cloro de piscinas, produtos de limpeza ou de maquiagem, etc.).
  • A mais comum delas é a conjuntivite primaveril ou febre do feno, geralmente causada por pólen espalhado no ar.
  • A conjuntivite pode ser causada, também, por vírus e bactérias.
  • Nestes casos, a conjuntivite é contagiosa e pode ser transmitida pelo contato direto com as mãos, com a secreção ou com objetos contaminados.

Sintomas

  • Olhos vermelhos e lacrimejantes;
  • Pálpebras inchadas;
  • Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
  • Secreção purulenta (conjuntivite bacteriana);
  • Secreção esbranquiçada (conjuntivite viral);
  • Coceira;
  • Fotofobia (dor ao olhar para a luz);
  • Visão borrada;
  • Pálpebras grudadas quando a pessoa acorda.

Tratamento

  • O tratamento da conjuntivite é determinado pelo agente causador da doença.
  • Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos.
  • Já o tratamento da conjuntivite bacteriana inclui a indicação de colírios antibióticos, que devem ser prescritos por um médico, pois alguns colírios são altamente contra-indicados, porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.
  • Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da conjuntivite.
  • Qualquer que seja o caso, porém, é fundamental lavar os olhos e fazer compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico comprado em farmácias ou distribuído nos postos de saúde.

Prevenção

  • Evitar aglomerações ou frequentar piscinas de academias ou clubes;
  • Lavar com frequência o rosto e as mãos, uma vez que estes são veículos importantes para a transmissão de micro-organismos patogênicos;
  • Não coçar os olhos;
  • Usar toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos ou lavar todos os dias as toalhas de tecido;
  • Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente, enquanto perdurar a crise;
  • Não compartilhar o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza;
  • Não se automedique.

 

Fonte: Site Minha Vida


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19/mar/2019

As funções dessa proteína vão bem além de manter a pele firme. Ela atua na prevenção de doenças como osteoartrite, que incapacita muita gente de levar o dia a dia.


Estampado nos rótulos de xampus, hidratantes e produtos alimentícios, ele figura no imaginário popular como sinônimo de uma pele firme e de cabelos resistentes, devido às suas propriedades de sustentação e elasticidade. Menos popular e mais vital, porém, é a sua capacidade de fortalecer as cartilagens. “Essas estruturas é que atenuam o atrito entre os ossos, evitando a osteoartrite, ou seja, a inflamação das articulações, que ficam desgastadas especialmente nos quadris, nas mãos, nos ombros e nos joelhos”, esclarece a nutricionista Nadia Brito, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O quadro se acentua com o o envelhecimento e com o sobrepeso”, alerta.

A comida, diga-se, não entrega o colágeno de mão beijada. Mas as refeições abrigam a matéria-prima para sua fabricação dentro das células cartilaginosas. “Batizadas de condroblastos, essas unidades se valem dos aminoácidos glicina, prolina e hidroxiprolina, partículas proteicas provenientes dos alimentos de origem animal – como carnes vermelhas e ovos -, prontas para formar moléculas maiores, os peptídeos”, descreve, em detalhes, a nutricionista Andrea Frias, coordenadora do Centro de Pesquisas Sanavita, em São Paulo. “São esses peptídeos que dão origem às fibras colágenas, capazes de amortecer o impacto articular com força comparável à de um fio de aço.”

Acontece que, a partir dos 30 anos de idade, essa fábrica celular de colágeno “desacelera cerca de 1% ao ano”, como avisa Nadia. E a situação se agrava para o time feminino após a menopausa. “Os ovários deixam de liberar o hormônio estrogênio, que estimulava a síntese de colágeno a pleno vapor”, justifica Andrea. “Por isso, sua produção despenca, em média, 30% nos primeiros cinco anos dessa fase e, depois dela, uns 2% anualmente.” A boa notícia é que é possível evitar esse prejuízo com um cardápio que compensa a lentidão do organismo para gerar quantidades adequadas de colágeno. Os supermercados ainda exibem produtos que prometem o chamado colágeno hidrolisado em sua formulação.

“Eles contêm os aminoácidos submetidos a um processo enzimático químico que facilita sua incorporação pelo organismo”, explica Nadia. Vale dar crédito a eles, desde que com o cuidado de escolher uma marca idônea e devidamente certificada.


O destino do nutriente. O colágeno também constitui o tendão de aquiles, a ponta do nariz, os ossos e a conexão entre as costelas torácicas anteriores. “Os discos intervertebrais e uma das camadas das artérias são, ainda, formados por um tipo especial dessa proteína, chamado elastina”, explica o cientista de alimentos Jaime Farfan, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Por fim, o humor vítreo – substância ocular que preenche a área entre o cristalino e a retina – e músculos que revestem órgãos como o intestino também contam com o colágeno em sua composição.

Reforço bem-vindo .O laboratório Sanofi-Aventis acaba de lançar o Mobility, um suplemento de colágeno hidrolisado em forma de sachê, sem sabor nem cheiro, que pode ser dissolvido em bebidas e alimentos. “A suplementação é recomendada a pessoas com uma dieta carente em proteína animal e contraindicada a indivíduos com insuficiência renal”, esclarece Nadia Brito.

1. Peixe e rúcula. O ferro dos vegetais verde-escuros contribui com o processo de formação de colágeno. Aposte em pescados com rúcula e agrião.

2. Bife e suco. A bebida feita com laranja e acerola fornece vitamina C, que também dá uma força nesse processo. Ele pode acompanhar o bife do almoço.

3. Frango e tomate. Para que o consumo do frango resulte em uma fabricação de colágeno eficiente, consuma-o com tomate-cereja, que provê o auxílio das vitaminas A e C.

4. Gelatina e companhia. Contrariando a crença popular, a sobremesa está longe de ser a melhor coadjuvante na fabricação de colágeno. “A maioria das gelatinas contém uma quantidade insignificante de proteína”, desmitifica Andrea Frias. “A exceção são os produtos com colágeno hidrolisado”, ressalta Jaime Farfan. O mesmo vale para geleias de mocotó e balas de colágeno.

 

 

 

Fonte: REVISTA SAÚDE


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19/mar/2019

Consumo diário de 100 gramas da erva diminui 29% dos níveis de colesterol e 62% nos triglicerídeos, mas é preciso saber como servir a bebida para que o consumo seja seguro e saudável.


Muito mais do que um hábito da população do Sul do Brasil, a tradição de tomar chimarrão também faz bem à saúde. Estudos comprovam que a erva-mate, que pode ser consumida como chimarrão ou chá, traz diversos benefícios às funções orgânicas. Os principais componentes da planta atuam como auxiliar em dietas, como diurético, digestivo e também ajudam no tratamento da fadiga funcional.

De acordo com um estudo feito recentemente pela Feevale de Novo Hamburgo (RS), o mate, além de estimulante, também faz bem ao coração. O trabalho coordenado pela biomédica Rejane Giacomelli mostra que o uso diário de 100 gramas da erva-mate pode causar a diminuição de 29% dos níveis de colesterol e de 62% nos triglicerídeos, afastando os riscos de problemas cardíacos.

Mas de nada adianta consumir a erva como chimarrão se você não souber como servir a bebida. O porongo, material utilizado na fabricação de cuias, é muito poroso, absorve umidade e provoca o acúmulo de resíduos e a proliferação de bactérias, tornando-se uma ameaça à saúde. Já as cuias de cerâmica, são as melhores opções para o consumo, pois além de serem atóxicas e livres de metais pesados, as cuias ajudam a preservar a temperatura da bebida, otimizando o aroma e o sabor da erva.

A MondoCeram – marca que pertence ao grupo Ceraflame – tem em seu mix de produtos diferentes opções de cuias. Todas são fabricadas em cerâmica, atóxicas, fáceis de lavar e não acumulam mau cheiro e resíduos. No portfólio da indústria estão oito modelos do produto: Cuia Rio Grande do Sul 280, 350 e 500 ml, Cuia Santa Catarina 350 ml, Cuia Tropeiro Branca, marrom, marrom escura e clara 350 ml. Além disso, a MondoCeram também oferece ao mercado porta erva com capacidade para 0,5 kg, disponível em duas cores.

Segundo a fabricante, os produtos são fabricados em um processo de alta tecnologia. As cuias de cerâmica são fabricadas com matéria prima de primeira qualidade e a decoração das peças é feita manualmente, tudo para garantir um resultado único e exclusivo aos produtos.

 

 

Fonte: Guia Viver Bem


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19/mar/2019

Em geral, as pessoas com hipertensão arterial precisam verificar os níveis de sua pressão de 2 a 4 vezes por dia.


Vale lembrar que o diagnóstico da hipertensão somente pode ser feito por um médico. Em todos os casos, os cuidados com a saúde devem ser diários.

Confira as 10 coisas que você precisa saber sobre hipertensão arterial:

  1. A hipertensão, ou pressão alta, acontece quando a pressão arterial, após ser medida por diversas vezes, é igual ou superior a 14 por 9. Isso acontece porque os vasos por onde o sangue circula se contraem e fazem com que a pressão do sangue se eleve. Ela é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassa 130 mmHg e a diastólica (mínima) é inferior a 85 mmHg.
  2. A pressão arterial pode variar durante o dia. A tendência é que ela diminua quando estamos dormindo e aumente quando realizamos esforço físico. Estas situações não querem dizer que você seja necessariamente um hipertenso, mas o acompanhamento médico é sempre importante nesses casos.
  3. As pessoas acreditam que a pressão arterial só está alterada quando elas ficam ruborizadas, com raiva, tensas ou animadas. Isso é um tabu. Embora seja possível que isso aconteça, na maioria dos casos, a hipertensão não produz sintomas óbvios.
  4. A hipertensão, na maioria das vezes, é uma herança genética. Entretanto, pode ser desencadeada por hábitos de vida como: obesidade, ingestão excessiva de sal ou de bebida alcoólica e inatividade física.
  5. Ela não tem cura, mas pode e deve ser controlada. O tratamento contínuo pode evitar futuros infartos do coração, derrames e paralisação dos rins. Ele deve ser feito através de remédios controladores da pressão e hábitos saudáveis (diminuir a quantidade de sal na alimentação, bebidas alcoólicas, controlar o peso, fazer exercícios físicos, evitar o fumo e controlar o estresse).
  6. Qualquer pessoa pode medir a pressão, desde que esteja apta para isso. Mesmo assim, os profissionais de saúde são os mais indicados. Para medir a própria pressão é preciso estar em ambiente calmo, após repouso de 5 minutos, com o braço no qual fará a medição apoiado em uma mesa na altura do coração, as costas apoiadas na cadeira e os pés encostados no chão. A bexiga deve estar vazia e a pessoa não pode ter fumado, se alimentado ou ingerido café pelo menos 30 minutos antes da medida.
  7. Existem pessoas que só têm pressão alta quando esta é medida em consultório médico. Fora do consultório, ela é normal. É a chamada síndrome do avental branco. Para saber se existe esse tipo de hipertensão, o médico precisa conhecer a pressão do paciente no consultório e a pressão medida na casa do paciente ou adotar a monitorização ambulatorial, que mede a pressão durante 24 horas com aparelho automático.
  8. O sal pode interferir no aumento da pressão arterial, já que ele faz o corpo reter mais líquidos. Porém, não existe a necessidade de os hipertensos se alimentarem apenas de comida sem sal, basta evitar o exagero. Quem tem pressão alta deve ficar atento, também, a alimentos ricos em sódio, como os refrigerantes “zero açúcar”, além de conservas (picles, zeitona, maionese e ervilha), alimentos embutidos (salsicha, mortadela, lingüiça, presunto, salame e paio), carnes salgadas (bacalhau, charque, carne-seca e defumados) queijos em geral, dando preferência a queijo branco ou ricota sem sal.
  9. A prática de exercícios físicos  ajuda a baixar a pressão. O exercício físico adequado não apresenta efeitos colaterais e traz vários benefícios para a saúde, tais como ajudar a controlar o peso e a pressão arterial, diminuir as taxas de gordura e açúcar no sangue, elevar o “bom colesterol”, diminuir a tensão emocional e aumentar a auto-estima. De qualquer maneira, deve-se sempre seguir orientação médica na hora de praticar exercícios físicos.
  10. A maioria das pessoas tem a pressão ligeiramente diferente em cada braço, por isso, para manter um controle adequado dos seus níveis é preciso que a medição seja efetuada sempre no mesmo braço e nas mesmas condições contidas no item 6 desta listagem.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

 


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19/mar/2019

A prática traz benefícios para a faixa entre 60 e 80 anos, independente da velocidade!


Os homens com mais de 60 anos podem se beneficiar da caminhada para reduzir as chances de sofrer um AVC fazendo uma caminhada diária – e não é necessário andar muito rápido. Isso é o que afirma uma pesquisa do University College London, na Inglaterra. O relatório foi publicado em 14 de novembro na edição online da revista Stroke.

A equipe coletou dados de 3.500 homens saudáveis com idades entre 60 e 80 anos, que estavam participando de um estudo sobre saúde cardíaca, envolvendo 24 cidades britânicas. Os homens foram questionados sobre o quanto eles caminhavam durante a semana. Os pesquisadores dividiram os homens em cinco grupos: aqueles que caminharam zero a três horas por semana, de quatro a sete horas por semana, de oito a 14 horas por semana, de 15 a 21 horas por semana e mais de 22 horas por semana.

Durante os 10 anos de acompanhamento do estudo, homens que caminhavam oito a 14 horas por semana reduziram o risco de AVC em cerca de um terço em relação aos homens que andavam zero a três horas por semana, segundo os pesquisadores. Para aqueles que andaram mais de 22 horas por semana, o risco de acidente vascular cerebral diminuiu em cerca de dois terços. Entre todos os homens, 42% caminhou por mais de oito horas por semana e 9% andou mais de 22 horas por semana.

O benefício da caminhada foi observado independentemente de quão rápido os homens caminhavam. Segundo os autores, os efeitos protetores foram observados pelo tempo que se passou caminhando, independente da velocidade. O AVC é a principal causa de morte e incapacidade no mundo, e é importante encontrar maneiras de prevenir o problema, especialmente em pessoas mais velhas.

Embora o estudo tenha encontrado uma associação entre maior tempo de caminhada semanal e menor risco de AVC em homens, não é possível estabelecer uma relação de causa e efeito. Os cientistas afirmam que todas as formas de atividade física, incluindo caminhadas, podem promover uma maior saúde do coração e consequentemente reduzir o risco de AVC.

EVITE O DERRAME CEREBRAL

O AVC é responsável pela morte de cinco milhões de pessoas no mundo a cada ano, de acordo com a OMS. No Brasil, a doença mata mais que o infarto: são mais de 100 mil pessoas por ano, segundo o Ministério da Saúde. Outro dado alarmante é que um em cada seis brasileiros corre risco de sofrer um derrame. “Popularmente conhecido como derrame, o acidente vascular cerebral é uma alteração do fluxo de sangue no cérebro, que ocorre por falta ou extravasamento de sangue em alguma região do corpo”. Mas é possível se prevenir de um AVC, já que a maioria dos fatores de risco para o quadro clínico pode ser evitada. “Quanto mais idade a pessoa tiver, maiores são as chances de derrame e, por isso, os cuidados devem ser redobrados”.

Conheça esses fatores e fique atento aos sintomas.

  • Colesterol alto

O excesso de colesterol no sangue aumenta o espessamento e endurecimento das artérias. “Placas de colesterol e conteúdos gordurosos se depositam lentamente na artéria, fazendo com que ela se feche aos poucos e impeça a passagem de fluxo sanguíneo”, explica Maurício Hoshino. Esse processo provoca arteriosclerose – endurecimento das artérias – e prejudica a oxigenação do cérebro, aumentando o risco de AVC.

  • Sedentarismo e obesidade

A prática de exercícios físicos é fundamental para controlar praticamente todos os fatores de risco de AVC. Por outro lado, a falta desse hábito e a obesidade só aumentam as chances. “Pressão alta, colesterol elevado, diabetes e doenças cardíacas são complicações decorrentes do excesso de peso e precisam ser prevenidas e controladas com bons hábitos, o que inclui atividade física regular”

  • Má alimentação

Uma vez que diabetes, colesterol, obesidade e hipertensão aumentam as chances de AVC, todos os cuidados para controlar essas doenças servem de prevenção – e a alimentação ganha destaque. Fazer uma dieta balanceada, moderar o consumo de sódio (para pressão alta), evitar alimentos ricos em colesterol e gorduras saturadas (frituras), controlar o consumo de açúcar (para diabetes) são alguns dos hábitos que devem fazer parte da rotina.

  • Pressão alta

A pressão alta ocupa o topo do ranking de maiores causas de acidente vascular cerebral. O neurologista André Lima explica que as paredes internas das artérias sofrem traumas por causa do fluxo do sangue mais forte. “Esses traumas formam pequenos ferimentos nas paredes, que podem obstruir a passagem do sangue (AVC isquêmico) ou romper a parede da artéria (AVC hemorrágico)”, explica. É possível, entretanto, controlar a hipertensão com medicação e hábitos saudáveis, como reduzir o consumo de sal da alimentação e praticar exercícios.

  • Excesso de açúcar no sangue

O excesso de glicose no sangue – característica do diabetes – aumenta a coagulação do sangue e o deixa mais viscoso. “Isso diminui o fluxo de sangue das artérias e pode levar a um AVC”, conta André Lima. Além disso, é comum que pessoas com diabetes também apresentem sobrepeso, colesterol alto e pressão alta – todos fatores de risco de derrame cerebral. Mas vale lembrar que esses problemas – inclusive diabetes – podem ser controlados com tratamento médico regular e hábitos de vida saudáveis.

  • Tabagismo

Substâncias do cigarro fazem com que a coagulação do sangue aumente. Com isso, o sangue fica mais grosso e fluxo nas artérias, por sua vez, fica prejudicado, aumentando as chances de um derrame. “Pessoas que fumam e usam contraceptivos orais têm riscos maiores ainda, pois os hormônios dos anticoncepcionais também interferem na coagulação sanguínea”

  • Doenças do coração

Arritmias cardíacas podem formar pequenos coágulos dentro das artérias e veias do coração. “Esses coágulos podem ser enviados às artérias cerebrais, provocando um AVC isquêmico”.
Há uma série de problemas do coração que podem atrapalhar o fluxo sanguíneo e aumentar as chances de derrame. “Um deles é o Forame Oval Patente (FOP), uma má formação do coração que atinge 15% da população e faz com que coágulos que deveriam ser filtrados pelo pulmão permaneçam na circulação, aumentando o risco de AVC, inclusive, em jovens”.

Cuide sua saúde!

 

Fonte: Minha Vida


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19/mar/2019

Quem tem pernas inquietas durante a noite toda deve ficar de olho no coração.


Quando a noite chega, surge um desconforto nas pernas que parece inexplicável. Não dá pra dizer se é dor, aflição, arrepio, sensação de peso, mas que algo está errado, está. Na hora de dormir, quem se encontra na outra metade da cama sofre com a movimentação constante da pessoa ao seu lado e pode até tomar um chute na canela sem querer. Aparentemente trivial, o transtorno descrito aqui tem nome: síndrome das pernas inquietas, ou SPI. E não afeta pouca gente. “A prevalência na população chega a 15%.

Mas é um distúrbio ainda desconhecido e cujo diagnóstico não é tão simples”, expõe o neurologista Fernando Morgadinho, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Agora, além do desconforto e da privação de sono, a SPI vem sendo associada a um maior risco de problemas cardiovasculares, como infartos e derrames.

Esse elo inusitado foi sugerido no ano passado, quando pesquisadores ao redor do mundo publicaram dados mostrando a prevalência de hipertensos entre portadores da síndrome. Um deles veio da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Ao avaliar questionários e medir a pressão arterial de 65 mil mulheres com a mesma faixa etária e sem outros problemas de saúde, os especialistas verificaram que 33% das voluntárias com pernas inquietas tinham pressão alta. Já entre o grupo sem a chateação, essa incidência caía para 21%.

Outra pesquisa que ajuda a comprovar a ligação vem da também americana Clínica Mayo. Dessa vez, 584 pessoas diagnosticadas com a SPI submeteram-se a um exame de imagem que avaliava o estado cardíaco. Os resultados mostraram o seguinte: quem chutava mais vezes durante o sono possuía um risco maior de ser acometido pela chamada hipertrofia ventricular esquerda, quando uma parte do coração aumenta de espessura, dificultando o bombeamento do sangue. Aliás, disfunção típica de quem sofre com a pressão nas alturas.

Ainda não se sabe muito bem por que tudo isso ocorre, mas as principais suspeitas recaem sobre um descompasso que a SPI promove no sistema nervoso simpático, responsável por regular a pressão e os batimentos cardíacos. “A síndrome se manifesta quando o indivíduo está propenso a relaxar, naquele estado de transição da vigília para o sono”, explica o neurologista Raimundo Nonato, professor da Universidade de Brasília, na capital federal. “Com os movimentos, há uma descarga de adrenalina que altera o sistema simpático, elevando a pressão durante o período noturno.” Esses picos contribuem para que a hipertensão arterial se instale de vez — de noite, de dia, toda hora. “No entanto, precisamos de mais pesquisas para confirmar essa relação. Não sabemos se os dois problemas estão associados ou se essas pessoas já apresentavam risco cardiovascular”, pondera Nonato, com cautela.

Se já sabemos como a SPI pode influenciar o sistema nervoso e até o coração, falta indagar: que fator estaria por trás dela? “A SPI é fruto de um problema na ação da dopamina, neurotransmissor envolvido nos movimentos do corpo”, esclarece o neurologista Gustavo Guimarães Protti, do Hospital Santa Isabel, em São Paulo. “Por algum motivo, a capacidade de inibir a movimentação fica diminuída. Com isso, o indivíduo precisa se mexer constantemente”, completa Protti.

Os deflagradores desse defeito variam. Quando a síndrome aparece em crianças e jovens, a causa é genética, mas, se a doença surge na fase adulta, na maioria dos casos a culpa incide sobre o ferro — sim, o mesmo mineral que, em falta, prejudica o transporte de oxigênio no sangue.

“O nutriente é necessário para a produção da dopamina e sua carência colabora para que os níveis desse neurotransmissor caiam, fazendo a pessoa perder o controle motor e sobre algumas sensações”, explica Nonato. Daí vêm à tona dores, incômodos e os chutes na calada da noite. “A principal razão para tratarmos o indivíduo não é o desconforto nas pernas em si, mas a má qualidade do sono, que provoca cansaço intenso durante o dia”, diz Protti.

Identificar a síndrome não é tarefa das mais fáceis. “Muitas vezes, ela é confundida com outros distúrbios que também podem ser percebidos durante a polissonografia, exame que avalia o descanso noturno”, diz Geraldo Lorenzi Filho, diretor do Labor tório do Sono do Instituto do Coração, em São Paulo. Para complicar, além da polissonografia, não existem testes que apontem a SPI e o diagnóstico é feito inteiramente pelo médico, baseado num conceito adotado por todos que une quatro sintomaschave. O primeiro deles é a já descrita sensação incômoda na perna. O segundo diz respeito ao fato de a pessoa melhorar somente quando se movimenta. Por acontecer nos momentos de repouso, sentado ou deitado, configura o terceiro sinal. Por fim, a síndrome só se manifesta entre o começo da noite e o meio da madrugada.

Há alguns grupos específicos que devem ficar bem mais atentos a essa encrenca. Anêmicos, por exemplo, já que a deficiência de ferro está presente nos dois chabus, além de doentes renais crônicos. Nesse caso, os colapsos nos rins prejudicam a absorção do mineral no organismo. Sobra até para as gestantes e mulheres com transtornos que afetem o ciclo menstrual — aliás, a ala feminina sofre mais de SPI.

Após a detecção, o médico avalia a necessidade de remédios como a levodopa, que auxilia a dopamina a cumprir seu papel. Mas o tratamento depende muito da origem do mexe-remexe. Eis o porquê de uma análise completa. “Às vezes, só a suplementação de ferro é eficaz”, conta Protti. Outras atitudes também ajudam a boicotar os chutes noturnos (veja o slideshow abaixo). Uma vez controlada, a síndrome deixa de atormentar as noites — e, como agora se sabe, o coração do sujeito.

Parkinson e SPI
Ambos aparecem quando a dopamina — neurotransmissor responsável pelos movimentos dos membros — não consegue cumprir bem seu papel. A diferença entre os dois é que, no Parkinson, os neurônios que produzem a molécula vão se destruindo, enquanto na síndrome das pernas inquietas são os receptores dela que não funcionam lá muito bem.

Medicar ou não?
Os especialistas são quase unânimes ao dizer que o indivíduo que sofre com as pernas inquietas deve tomar medicamentos controlados. Mas a decisão deve levar em conta uma série de fatores, que vão da idade ao grau do incômodo.

Vale a pena esclarecer: balançar as pernas sem parar enquanto se está sentado não tem relação nenhuma com o distúrbio do sono.

Sono menos agitado:

Exercite-se! Praticar atividades físicas libera endorfina, substância que atua no sistema nervoso de maneira semelhante à de alguns remédios usados para tratar a síndrome.

Evite café e cigarro Ambos interferem no cérebro, prejudicando ainda mais o descanso de quem já não dorme direito. O álcool também entra na mira pelo mesmo motivo.

Medicar ou não? Os especialistas são quase unânimes ao dizer que o indivíduo que sofre com as pernas inquietas deve tomar medicamentos controlados. Mas a decisão deve levar em conta uma série de fatores, que vão da idade ao grau do incômodo.

O ambiente é importante A higiene do sono conta na hora de driblar a situação. Escolha bem a cama e o travesseiro, estabeleça horários fixos para dormir e prefira quartos escuros e silenciosos.

 

Fonte: Portal

 


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19/mar/2019

Você costuma dormir pouco e compensar nos fins de semana?


De acordo com estudo da Universidade Baylor, nos Estados Unidos, o costume de dormir por horas seguidas, em ‘maratonas de sono’ para tentar contrabalançar as noites mal dormidas, pode causar sérios danos ao cérebro.O estudo mostrou que períodos de sono irregulares, principalmente em pessoas mais jovens, deteriora a função cognitiva, afeta a atenção e a criatividade. O costume de postergar o sono pode influenciar, até mesmo, a saúde mental, causando ansiedade e depressão, segundo informações do site britânico Daily Mail.

A Fundação Nacional do Sono, dos Estados Unidos, recomenda que jovens adultos durmam entre sete e oito horas por noite. No estudo, os pesquisadores analisaram os padrões de sono de 28 estudantes de design de interiores da Universidade Baylor, em Waco, no Texas (EUA), a partir da actigrafia – monitoramento do ciclo atividade-repouso do corpo humano. Os resultados mostraram que 79% dos participantes dormiam menos de sete horas em, pelo menos, três noites por semana. O interessante é que os próprios estudantes acreditavam que dormirem mais do que de fato dormiam.

  •  Criatividade
  • Memória a curto prazo

 

Fonte: Veja.com


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19/mar/2019

Você costuma dormir pouco e compensar nos fins de semana?


De acordo com estudo da Universidade Baylor, nos Estados Unidos, o costume de dormir por horas seguidas, em ‘maratonas de sono’ para tentar contrabalançar as noites mal dormidas, pode causar sérios danos ao cérebro.O estudo mostrou que períodos de sono irregulares, principalmente em pessoas mais jovens, deteriora a função cognitiva, afeta a atenção e a criatividade. O costume de postergar o sono pode influenciar, até mesmo, a saúde mental, causando ansiedade e depressão, segundo informações do site britânico Daily Mail.

A Fundação Nacional do Sono, dos Estados Unidos, recomenda que jovens adultos durmam entre sete e oito horas por noite. No estudo, os pesquisadores analisaram os padrões de sono de 28 estudantes de design de interiores da Universidade Baylor, em Waco, no Texas (EUA), a partir da actigrafia – monitoramento do ciclo atividade-repouso do corpo humano. Os resultados mostraram que 79% dos participantes dormiam menos de sete horas em, pelo menos, três noites por semana. O interessante é que os próprios estudantes acreditavam que dormirem mais do que de fato dormiam.

  •  Criatividade
  • Memória a curto prazo

 

Fonte: Veja.com


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19/mar/2019

A pielonefrite é uma infecção do trato urinário superior, que envolve o rim. Geralmente causada por bactérias vindas da bexiga que alcança a pelve renal por via ascendente. 


Existe um segundo modo, que pode ser pela via hematógena, quando há alguma outra infecção no organismo, a bactéria pode viajar pela corrente sanguínea e acabar se alojando no rim.

  • Sexo feminino: as mulheres são mais propensas às cistites (infecções de bexiga) do que os homens. Isto se dá em consequência da distância ser pequena e direta, entre a bexiga e a pele (onde as bactérias vivem normalmente);
  • Gravidez: durante a gravidez as chances de desenvolvimento desta infecção aumentam;
  • Obstrução: como tumores, cálculos, estenoses, aumento de próstata, entre outros, podem levar ao aumento da parte interna do rim (hidronefrose) e em infecção renal;
  • Diabetes Melittus;
  • Bexiga neurogênica: quando há problemas nervosos que impeçam a contração da bexiga e seu consequente esvaziamento;
  • Refluxo vesicouretral: pode ocorrer em crianças, devido a uma anormalidade existente na bexiga que permite que a urina volte em direção ao ureter;
  • Desenvolvimento anormal das vias urinárias;
  • Idade e baixa imunidade: em pessoas mais idosas e com o sistema imunitário comprometido, a pielonefrite pode levar a óbito.

Os sinais clínicos apresentados podem surgir de forma repentina (aguda) ou progressivamente (crônica), sendo que o paciente apresenta dor intermitente (cólica renal); dor no rim afetado devido ao aumento deste órgão; disúria (dificuldade para urinar); dificuldade ou sensação de urgência para urinar; urina fétida e concentrada; hematúria; sensação de mal-estar com arrepios; náuseas e vômito; febre alta.

O diagnóstico é feito através do histórico clínico que o paciente tem apresentado e também, através do exame clínico realizado pelo médico através da palpação e percussão da região lombar, havendo manifestação de dor por parte do paciente. Para um diagnóstico conclusivo é feito um exame de urina simples e um exame de sangue que irá confirmar a infecção. Através da urocultura, será elucidado o tipo de bactéria que está causando a infecção, deste modo, é feito um antibiograma para identificar quais antibióticos serão efetivos no tratamento da infecção em questão.

O tratamento da pielonefrite aguda é feito a base de antibióticos de acordo com a bactéria em questão, por via oral. Na maioria das vezes, esse tipo de infecção é causada pela bactéria Escherichia coli, comum nas fezes, e o tratamento é feito durante 10 a 14 dias. Nos casos da infecção ser causada por uma obstrução ou malformação, pode ser necessária a realização de cirurgia para eliminação da causa. Casos de pielonefrite crônica podem resultar em hipertensão arterial de causa renal, síndrome nefrótica e insuficiência renal, podendo existir a necessidade de realização de diálise.

A profilaxia dessa doença pode ser feita com o aumento da ingestão de água durante o dia e também, através do tratamento de problemas no trato urinário, como cálculos e malformações.

Procure seu médico.

 

 Fonte: InfoEscola

 


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