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24/jun/2018

O período da gestação é um momento mágico e único para as mamães. Nesta etapa da vida elas ficam ansiosas a cada exame para saber o desenvolvimento do bebê, e alguns nomes de exame solicitados pelo médico chegam a assustar as mamães. Um deles é o ecocardiograma fetal, que avalia as estruturas e funções do coração do bebê durante a gestação. O procedimento é seguro, não oferece riscos para a gestante nem para o bebê. Também possibilita os benefícios de um diagnóstico precoce e de um tratamento eficaz das cardiopatias fetais. Dessa forma, certas doenças cardíacas fetais como a arritmia podem ser tratadas ainda dentro do útero.

Através do exame é possível identificar malformações cardíacas, fazer o acompanhamento de fetos com problemas cardíacos, aconselhamento genético-cardiológico para os pais e planejamento do parto em hospital com estrutura adequada em cardiologia pediátrica e cirurgia cardíaca.


O que é um ecocardiograma fetal?

O ecocardiograma fetal com mapeamento de fluxo a cores é um exame de ultrassom realizado durante a gestação para diagnosticar possíveis problemas cardíacos no feto. Uma pequena sonda chamada transdutor  é colocada no abdômen da mãe e envia ondas sonoras ultrassônicas a uma freqüência muito alta para ser ouvida. O transdutor pega as ondas refletidas e as envia para um computador. O computador interpreta os ecos em uma imagem das paredes e válvulas do coração.

Qual a função do exame?

O ecocardiograma fetal é importante para descobrir se existe alguma doença congênita, que ao ser detectado precocemente, e caso necessite de intervenção cirúrgica após o parto, ajudará o médico a recomendar um hospital com infraestrutura necessária para o atendimento imediato ao bebê após o nascimento. Até mesmo, se for necessário começar um tratamento ainda no útero da mãe devido a certas doenças cardíacas fetais, como a arritmia.

Como é feito o ecocardiograma fetal?

O exame é realizado por um cardiologista pediátrico. Aqui no ICOR, o exame é feito tipicamente colocando a sonda sobre o abdômen da mãe para visualizar o coração fetal, e não é necessária incisão no útero.

Quando é recomendado fazer o ecocardiograma fetal?

O exame pode ser feito a partir de 20 ª semana de gestação, porém a melhor época é com 28ª semana de gestação.

É um exame obrigatório para gestantes em casos especiais, como:

  • gestantes diabéticas;
  • hipertensas;
  • cardiopatas;
  • com idade maior que 40 anos;
  • que façam uso de medicamentos prejudiciais ao feto,
  • com alterações no ultrassom,
  • com alterações nos batimentos cardíacos fetais, ou sempre que o obstetra achar necessário.

Qual a duração do exame?

O eco fetal tem duração de cerca de 15 minutos.

Existem casos em que o exame precisa ser feito precocemente ou com maior frequência?

    • Em casos de cardiopatia congênita na família do pai ou da mãe e filhos anteriores nascidos com doença cardíaca.
    • Quando a gestante adquirir certas infecções que podem comprometer a formação do coração, como toxoplasmose, rubéola e citomegalovirose.
    • Se a mamãe fez uso de medicações que podem ser associadas ao desenvolvimento de doença cardíaca fetal, principalmente quando utilizadas nos primeiros meses de gestação. Nestes casos, o obstetra encaminha a gestante para uma avaliação, sendo necessário este exame.
    • Como na maioria das vezes as doenças ocorrem em fetos que não apresentam quaisquer fatores de risco, o coração fetal deve ser rastreado sistematicamente pelo ultrassonografista.
    • Em caso de qualquer suspeita, o médico encaminhará a gestante para uma avaliação especializada.
    • Gestantes com idade superior a 35 anos merecem uma avaliação pré-natal mais rigorosa devido às maiores chances de malformações fetais. Por este motivo, muitos obstetras têm incluído o ecocardiograma fetal entre os exames de rotina nesse grupo de pacientes.

 


 

MÉDICO QUE REALIZA O EXAME NO  ICOR:
Dr. Marcelo Souza Pinto- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 22593)

LOCAL DO EXAME: 
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. PINHEIRO MACHADO
Rua Pinheiro Machado, número 2380, bloco A, SALA 204.
Contato: (55) 3222 1333

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.


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24/jun/2018

O QUE É TAVI?

O TAVI (Implante Percutâneo de Válvula Aórtica) é um procedimento cirúrgico pouco invasivo, para implante de uma prótese aórtica sem a retirada da válvula velha e danificada. A válvula que é implantada permite restabelecer volumes normais do fluxo sanguíneo do ventrículo esquerdo do coração para a artéria aorta.

ONDE O PROCEDIMENTO É REALIZADO NO ICOR?

O TAVI é realizado na sala de hemodinâmica, por uma equipe de médicos e enfermeiros especializados em procedimentos cardíacos e vasculares.

PREPARO PARA O TAVI

As informações de preparo, como medicação a ser suspensa, tempo de jejum e necessidade de internação prévia, são passadas no momento de agendar o procedimento.

 

COMO FUNCIONA?

 

O TAVI consiste na substituição da válvula danificada por uma válvula artificial totalmente dobrável através de um cateter. O procedimento é realizado através de punções na virilha, podendo ser necessário a utilização de outros locais em caso de contraindicação ao uso da virilha. Um cateter guia a prótese através da aorta até ser posicionada dentro da válvula aórtica.

Todo percurso é visualizado por meio de RX contínuo e com auxúlio de ecocardiografia. A prótese vai compactada em um dispositivo, uma vez posicionada, é expandida empurrando os antigos folhetos da válvula nativa para fora do caminho e o tecido da nova válvula de substituição assume o trabalho de regulação do fluxo sanguíneo. Em seguida, retira-se o cateter, terminando o procedimento.

O TAVI é indicado para pacientes que não podem realizar a cirurgia de troca da válvula aórtica ou que apresentam alto risco de complicações com a cirurgia aberta.

 

CUIDADOS APÓS O PROCEDIMENTO

O paciente necessita de recuperação em unidade de terapia intensiva (UTI) especializada em procedimentos cardiológicos pelo período mínimo de 24 horas.

 

FONTE:

American Heart Association.

 


MÉDICOS QUE REALIZAM O EXAME NO ICOR:

Dr. Arnoldo Azevedo dos Santos- Cardiologista / Hemodinamicista (CRM 13677)
Dr. Anibal Pereira Abelin – Cardiologista/  Hemodinamicista (CRM 29842)

LOCAL DO EXAME: 
ICOR – Unidade HEMODINÂMICA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2291.  Subsolo do Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo.
Contato: (55) 3222 9888

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam  exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso,  contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

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24/jun/2018

A angioplastia coronária é um procedimento cirúrgico, pouco invasivo, realizado para desobstrução das artérias coronárias. O processo possibilita que as artérias coronárias voltem a funcionar permitindo que o coração receba maior fluxo de sangue e continue trabalhando normalmente. Para que este procedimento tenha maior durabilidade no organismo é recomendado colocar o stent, um pequeno tubo com hastes metálicas inserido juntamente com o balão, e que permanece na artéria evitando que as paredes das artérias voltem a fechar.  Entenda melhor abaixo:


Como angioplastia coronária é realizada?

Pode ser realizada com um stent ou com um balão. Para a realização do procedimento, um cateter é introduzido através de uma pequena incisão numa artéria na virilha ou no braço, e guiado até o local a ser obstruído.

  • Este cateter vai acompanhado de um balão, ou também de um stent.

 

 

 

 

 

 

 


A angioplata com stent é o método mais usado.

O stent coronário é um tubo metálico expansível em forma de malha que se encontra sobre o balão. Quando posicionado no interior do vaso, no local a ser obstruído, o stent é aberto é o balão insuflado o empurra contra a parede da artéria, permitindo que o fluxo sanguíneo seja restabelecido e o coração volte a receber oxigênio e nutrientes.

  • É importante destacar que, após a desobstrução da artéria coronária, por meio da angioplastia com balão, o mesmo é esvaziado e o stent de aço cirúrgico permanece no local garantindo um calibre adequado e a passagem do sangue.

 

 

 

 

 


 

 

 

A angioplastia com cateter de balão é um método pouco usado e em geral menos eficaz, porque a dilatação do vaso é feita apenas com balão, que, posicionado no local é insuflado rompendo as placas e expandindo o diâmetro da artéria, normalizando o fluxo sanguíneo.

 

 

 

 


Quando a Angioplastia Coronária é indicada?

Este procedimento cirúrgico é indicado quando o cateterismo cardíaco constata a existência de obstruções nas artérias coronárias que, em função da localização ou da gravidade, não é possível ser tratada com medicamentos.

Também é bastante comum na prevenção de infarto e em pacientes portadores de angina que apresentam esse fechamento por conta do acúmulo de placas de gordura. A cirurgia é feita com anestesia local com duração de aproximadamente uma hora.

 

Preparação para realizar o exame:

  • Fazer jejum de 06 horas antes do exame;
  • Trazer todos os medicamentos que faz uso e exames realizados nos últimos seis meses (teste de esforço, cintilografia miocárdica, cateterismo ou angioplastia, relatórios de cirurgia cardíaca e resultados de exames laboratoriais);
  • Vir com acompanhante (sozinho não realizará o exame; é permitido no máximo 2 acompanhantes;
  • Deixar documentos e objetos pessoais com os familiares antes de entrar para o exame;
  • Não viajar após o exame no período de 24 horas e não dirigir após o exame no período de 3 dias;
  • Tomar as medicações para controle da pressão arterial de acordo com o horário habitual;
  • Suspender Metaformia e/ou Glibenclamida 24 horas antes do dia do exame;
  • Suspender 07 dias antes do exame o uso de anticoagulantes: Marcomar, Marevam, Comadin;
  • Suspender 48 horas antes do exame o uso de Anticoagulantes: Xarelto, Pradaxa, Elequis;
  • Tomar Bissulfato de Clopidogrel e AAS (5 dias antes do procedimento).
Onde o procedimento é realizado?
  •  A angioplástica coronária é realizada no mesmo local do cateterismo cardíaco, no Laboratório de Hemodinâmica do ICOR, com o paciente acordado e sob anestesia local. Em geral recomenda-se dois dias de repouso e uma dieta balanceada.
  • A região onde foi realizada a punção deverá ser comprimida por alguns minutos e uma faixa é colocada ao redor da perna na altura da virilha, evitando que o paciente tenha sangramento pelo local da punção. Recomenda-se que o paciente permaneça com a faixa, 24 horas após o término da cirurgia.

Fonte: 
Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – SBACV


MÉDICOS QUE REALIZAM O EXAME NO ICOR:

Dr. Arnoldo Azevedo dos Santos- Cardiologista / Hemodinamicista (CRM 13677)
Dr. Anibal Pereira Abelin – Cardiologista/  Hemodinamicista (CRM 29842)

LOCAL DO EXAME: 
ICOR – Unidade HEMODINÂMICA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2291.  Subsolo do Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo.
Contato: (55) 3222 9888

 

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24/jun/2018

É um exame que avalia as variações do ritmo e da frequência cardíaca que ocorrem no período de uma semana. O método é recomendado quando o paciente sente palpitações e falta de ar. Através dele é possível detectar alterações como arritmias ou disritmias, que normalmente não aparecem no tempo limitado de alguns exames, como o eletrocardiograma ou o Holter 24 horas. Além disso, o exame é extremamente útil para identificar isquemias silenciosas, que ocorrem com maior frequência em diabéticos.


O procedimento do Holter 7 dias é o mesmo do Holter 24 horas, só que em vez de ser monitorado durante 24 horas o paciente fica sete dias realizando a gravação. O equipamento adotado utiliza quatro eletrodos posicionados no tórax do paciente, que devem ser retirados na hora do banho e trocados uma vez ao dia.
O exame é útil para paciente que apresentam sintomas mais esporádicos, por exemplo, a cada três dias ou semanalmente. Nesses casos, a monitorização por uma semana leva a uma maior chance de se documentar a anormalidade.

POR QUE O HOLTER 7 DIAS É REALIZADO?

O exame é realizado para determinar como o coração responde às atividades normais do dia a dia e para esclarecer sintomas que foram reclamados pelo paciente, assim como suspeitas de determinadas doenças analisadas pelo médico.

O QUE O EXAME AVALIA?

O Holter 7 dias tem como objetivo avaliar as variações do ritmo e da frequência cardíaca que ocorrem no período de uma semana. É um exame recomendado para pacientes com:

  • sintomas associados às arritmias cardíacas;
  • com palpitações;
  • perda de consciência ou que tenham sofrido um acidente isquêmico transitório;
  • para avaliar o prognóstico de alguns doentes com arritmias depois de contraírem um enfarte agudo do miocárdio.

Além disso, é um exame extremamente útil para identificar isquemias silenciosas, que ocorrem com maior frequência em diabéticos.

COMO FUNCIONA O HOLTER 7 DIAS?

São fixados no tórax do paciente, eletrodos que se conectam a um gravador ligado por cabos, e o monitor é posicionado na altura da cintura do paciente. Também é solicitado que o paciente escreva uma espécie de relatório diário com todas as atividades realizadas no dia do monitoramento e seus respectivos horários.

QUAL A PREPARAÇÃO PARA O EXAME?

Recomenda-se que o paciente tome banho antes de realizar o exame e que não utilize cremes, pomadas ou gel na pele próximo da região onde serão fixados os eletrodos. Os portadores de marcapasso devem trazer a carteirinha de identificação do aparelho. Solicita-se também, que o paciente traga o eletrocardiograma mais recente. Após a instalação do aparelho, o paciente é orientado a retirar os eletrodos fixados no tórax durante o banho e recolocar o equipamento com novos eletrodos, pelo menos uma vez ao dia.

QUANDO ESTIVER USANDO O HOLTER EVITE:

  • Deitar sobre cobertores elétricos;
  •  ímãs;
  • Áreas de alta tensão elétrica;
  • Detectores de metal.

 


MÉDICO QUE REALIZA O EXAME NO ICOR:
Dr. Diego Chemello- Cardiologista e Eletrofisiologista (CRM 26116)

LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. PINHEIRO MACHADO
Rua Pinheiro Machado, número 2380, bloco A, SALA 203.
Contato: (55) 3222 1333

 

 

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24/jun/2018

Caso você esteja com os batimentos acelerados ou sentindo palpitações, o Holter 24 horas é o exame mais indicado, pois ele monitora os batimentos cardíacos e esclarece grande parte dos sintomas que estão relacionados ao ritmo do coração.


Você sabe o que é o Holter?

Holter é um dispositivo portátil composto por um conjunto de equipamentos que monitoram o registro contínuo dos batimentos cardíacos. Durante o tempo que o paciente estiver usando o aparelho, ele deverá manter sua rotina normalmente, assim,  quaisquer alterações que vierem a ocorrer será detectada pelo holter.

 Qual objetivo do exame?

  • Avaliar as variações do ritmo e da frequência cardíaca que ocorrem no período de um dia, no qual o paciente deve executar suas atividades rotineiras; andar, trabalhar, dormir e comer.
  • É recomendado quando o paciente sente tontura, palpitação e falta de ar. A partir desse procedimento, é possível identificar a presença de arritmias ou disritmias.
  • Também é extremamente útil para identificar isquemias silenciosas, que ocorrem com maior frequência em diabéticos.

Como Funciona O Holter?

São fixados ao tórax do paciente, eletrodos que são conectados a um gravador através de cabos e um monitor é fixado na altura da cintura do paciente. É solicitado que o paciente escreva uma espécie de relatório diário com todas as atividades realizadas no dia do monitoramento e seus respectivos horários.

Preparação para o exame:

  • O paciente deve vir de banho tomado e evitar o uso de cremes e loções na região do tórax, para que seja possível fixar adequadamente os eletrodos.
  • Se o paciente for do sexo masculino, é necessário retirar todo o pelo que estiver na região onde serão colocados os eletrodos.
  • O paciente tem que informar: peso, altura, fumante, não fumante.
  • Trazer: RG, CPF e a solicitação do exame, caso contrário, o exame não será realizado.

Quando estiver usando o holter evite:

  • Deitar sobre cobertores elétricos;
  • ímãs;
  • Áreas de alta tensão elétrica;
  • Detectores de metal.

O Holter pode ser usado para esclarecer algumas doenças e situações clínicas, tais como:

  • Depois de um ataque cardíaco ou infarto do miocárdio;
  • Em pacientes com insuficiência cardíaca;
  • Em pacientes em hemodiálise;
  • Em pacientes com hipertensão arterial sistêmica;
  • Em pré-operatório e pós-operatório de algumas cirurgias;
  • Para monitorar o uso de alguns medicamentos e tratamentos;
  • Para diagnosticar problemas de ritmo cardíaco.

Tipos de exames com Holter 24 horas realizados no ICOR:

  • HOLTER DE 24 HORAS– Dois ou mais canais- Analógico.
  • HOLTER DE 24 HORAS– Três canais- Digital.

 


MÉDICOS QUE REALIZAM O EXAME NO ICOR:
Dr. Edes Oliveira Cavalheiro- Cardiologista ( CRM 11461)
Dr. Diego Chemello- Cardiologista e Eletrofisiologista (CRM 26116)

LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. PINHEIRO MACHADO
Rua Pinheiro Machado, número 2380, bloco A, SALA 203.
Contato: (55) 3222 1333

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam  exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso,  contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

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24/jun/2018

É um método de avaliação invasiva das propriedades elétricas do coração e sistema de condução, sendo um dos exames mais importantes para diagnosticar arritmia cardíaca. Através deste procedimento é possível analisar os intervalos de tempo que o sistema de condução necessita para permitir a passagem do impulso elétrico, assim como, estimular o coração em frequências diferentes para pesquisar a presença de determinados tipos de arritmias.
Por meio da estimulação programada, ou seja, da liberação de estímulos elétricos em intervalos de tempo programados é possível simular condições pelas quais o paciente se encontra exposto e vulnerável diariamente, como extrassístoles atriais e ventriculares e ver como o coração reage a esses estímulos.


 

O coração funciona como uma espécie de bomba, que mantém o sangue circulando pelos órgãos. O funcionamento correto do coração depende de um sistema elétrico especializado, capaz de estimular o coração periodicamente. O estudo eletrofisiológico consiste na avaliação detalhada desse sistema de condução elétrica, através da colocação de cateteres especiais em regiões específicas do coração. Esses cateteres são introduzidos por pequenos furos realizados nas veias da região inguinal (virilha) ou cervical (pescoço). Uma vez posicionados, estímulos controlados e indolores são aplicados no coração para avaliação do sistema de condução elétrico.

O estudo eletrofisiológico apresenta a vantagem de ser mais específico que os métodos convencionais (como o eletrocardiograma), possibilitando o diagnóstico exato de determinadas arritmias e indicando o tratamento mais adequado eletrofisiológico (no mesmo procedimento) ou em um segundo momento, dependendo da complexidade da mesma e do tempo dispendido.

Ablação de Arritmias

A ablação de arritmias consiste na realização de uma pequena cauterização que, quando aplicada de maneira controlada, determina resolução definitiva de certas arritmias. Essa cauterização é realizada por meio de cateteres especiais, com propriedades de liberar energia. A ablação pode ser realizada após o estudo.

Quando é indicado fazer?

O procedimento é indicado quando os métodos não invasivos não forem esclarecedores em pacientes com suspeita de arritmias. Casos de distúrbio de condução intraventricular ou cardiopatia estrutural, que não preencham os critérios para implante de marcapasso ou desfibrilador implantável devem ser submetidos a estudo eletrofisiológico para avaliação da integridade do sistema His-Purkinje e indução de taquiarritmias.

Já pacientes com sintomas sugestivos de taquiarritmias, por exemplo, palpitações, com investigação não invasiva inconclusiva podem ser submetidos a estudo para esclarecimento e direcionamento do tratamento.

Pacientes com a arritmia já diagnosticada e comprovada pelo eletrocardiograma podem ser submetidos ao exame já com a perspectiva de ablação no mesmo procedimento como forma de evitar uso de drogas ou no caso da falência da terapia medicamentosa.

O estudo eletrofisiológico, geralmente, é contraindicado para pessoas nas seguintes situações:

  • Gestantes
  • Distúrbio de coagulação grave
  • Peso abaixo de 25kg
  • Infecção em atividade
  • Impossibilidade de acesso vascular ao coração

Estas contraindicações devem ser analisadas ante o risco da arritmia e ao benefício do procedimento.

Preparação para o Estudo Eletrofisiológico e Ablação

Antes da realização do procedimento, o paciente deverá receber instruções específicas do médico em relação aos cuidados necessários para a realização de um procedimento seguro e tranquilo. Algumas orientações importantes que você deve saber em preparação ao seu teste:

Algumas orientações importantes que você deve saber em preparação ao seu teste:

 Medicamentos

● Informe sobre alergias ou intolerâncias a medicamentos;
● Traga sempre suas medicações nas consultas e no dia do exame para que possam ser revisadas;
● Você será orientado a suspender o uso de algumas medicações dias antes do procedimento. Certos medicamentos podem impedir o diagnóstico correto de arritmias, de modo que sua suspensão garante melhores resultados;
● Avise sobre a presença de diabetes e uso de medicações para tratamento do mesmo. Na maioria dos casos, ajustes de doses são necessários antes e após o procedimento;
● Avise sobre o uso de anticoagulantes (varfarina, femprocumona, dabigatrana, rivaroxabam, apixabam). Alguns procedimentos não podem ser feitos sob efeito dessas medicações.

É necessário jejum?

É necessário estar em jejum de 12 horas, sem a ingestão de qualquer alimento. Líquidos claros (água ou sucos sem polpa) podem ser ingeridos em pequena quantidade até 8 horas antes do procedimento. O jejum adequado garante sua segurança, evitando vômitos e aspiração de conteúdo gástrico.


Avaliação é necessária para a realização do exame?

Para realizar o procedimento o cardiologista solicitará uma avaliação detalhada, que inclui história médica do paciente, exames físicos, eletrocardiograma, ecocardiograma, holter de 24 horas e outros.

O procedimento é um dos mais modernos para o tratamento de arritmias cardíacas, especialmente para as taquicardias, quando o coração bate acelerado. Em pacientes com palpitações, desmaios ou tonturas, o procedimento é o mais recomendado quando não é possível o tratamento com remédios.

Indicado para descobrir as causas de sintomas como palpitações, tonturas ou desmaios, o estudo eletrofisiológico é um teste provocativo que, ao estimular o coração, induz arritmia cardíaca em pacientes com predisposição.

É fundamental acompanhante para o exame?

Sim, o paciente deverá comparecer ao local de exame com um acompanhante, o qual deverá permanecer durante o período do procedimento. Ele será fundamental no período da alta, pois você não poderá dirigir veículos ou caminhar longas distâncias.

Como é realizado o exame?

O procedimento é realizado pela equipe do Dr. Diego Chemello na Unidade de Cateterismo do ICOR, localizado no Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo, em Santa Maria. O paciente passa por uma sedação superficial e anestesia local. São puncionadas veias profundas, geralmente veia femoral direita e se necessário veia jugular interna direita, e raramente artéria femoral. Através dessas punções são inseridos dois ou mais cateteres, posicionados nas câmaras cardíacas de interesse.

Durante o Procedimento

Durante o procedimento, você estará em um ambiente hospitalar. Apesar da simpatia e dos cuidados da equipe, a ansiedade é um sintoma comum. Medicamentos podem ser administrados para reduzir a ansiedade e o desconforto, sem riscos à sua saúde. Durante o exame, os profissionais vão conversar com você. Não tenha medo! Informe o que está sentindo para que possamos lhe proporcionar uma experiência o mais agradável possível.

Dor/Desconforto

O estudo eletrofisiológico é realizado sob o efeito de anestesia local e sedação leve. Algum desconforto pode ser ocasionado no momento da aplicação do anestésico local, para a colocação dos cateteres. Durante o estudo, é normal você sentir palpitações ou aceleração dos batimentos cardíacos. Se for realizada ablação, é possível que você sinta um leve desconforto no peito, o qual desaparece rapidamente após o término da cauterização. Por fim, o tempo de permanência deitado durante e após o procedimento pode lhe causar algum desconforto nas costas. Você será capaz de informar seu médico durante o exame sobre a ocorrência desses sintomas!

Esperamos que estas informações tenham ajudado você a compreender melhor a eletrofisiologia. Mas, não fique com dúvidas, a melhor maneira de entender é conversando com seu médico.

 

 

Fonte:

Manual de Orientações ao Paciente
Dr. Diego Chemello – CRM 26116- Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca


MÉDICO QUE REALIZA O EXAME NO ICOR:
Dr. Diego Chemello- Cardiologista e Eletrofisiologista (CRM 26116)

LOCAL DO EXAME:
ICOR – Unidade HEMODINÂMICA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2291.  Subsolo do Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo.
Contato: (55) 3222 9888

 

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24/jun/2018

Hoje vamos te explicar como funciona e para que serve um ecocardiograma com mapeamento de fluxo a cores.

A ecocardiografia também é conhecida como ecocardiograma com Doppler. É um exame de ultrassom que usa ondas sonoras de alta frequência para reproduzir imagens que permitem analisar todas as estruturas do coração, as válvulas cardíacas e os principais vasos que chegam e saem do coração.



Principais características do ecocardiograma:

  • exame é simples
  • pouco invasivo
  • indolor
  • dura em torno de 20 minutos
  • não necessita de preparo prévio.

O exame apresenta imagens estáticas e em movimento do músculo e das valvas cardíacas, além disso, através do mapeamento de fluxos em cores pela técnica Doppler, é possível identificar a direção e velocidade do fluxo sanguíneo no interior das cavidades cardíacas.



Como o ecocardiograma é feito?

O paciente é deitado de costas, inclinado sobre o lado esquerdo com o peito exposto (nas mulheres é usada uma camisola cirúrgica com abertura frontal). Um transdutor desliza sobre o peito capta as ondas sonoras e forma as imagens, assim as estruturas do coração são analisadas em diferentes posições.  Em alguns momentos são feitas pequenas pressões para facilitar a visualização do órgão e as funcionalidades que devem ser testadas, sem causar dor ou desconforto ao paciente.

Porque o ecocardiograma é solicitado?

O exame é solicitado, pois auxilia para o diagnóstico e acompanhamento de uma série de doenças do coração, tais como:

  • sequelas de infarto;
  • insuficiência cardíaca (coração grande e fraco);
  • anomalias congênitas;
  • sopro e para indicar cirurgia cardíaca.

Também é indicado acompanhar a evolução do coração no seguimento pós-operatório e para avaliar sintomas como:

  • falta de ar;
  • palpitações;
  • cansaço;
  • inchaço;
  • aumento da pressão arterial.

Porque é importante fazer o exame?

Determinados resultados do ecocardiograma podem sugerir uma doença em fase inicial ou até congênita que não tenha se expressado até aquele momento. Um dos principais objetivos do exame é determinar se existem alterações estruturais no coração como hipertrofia aumento do músculo cardíaco.



TIPOS DE ECOCARDIOGRAMAS  QUE REALIZAMOS AQUI NO ICOR:

ECOCARDIOGRAMA TRANSTORÁCICO (ETT)

É um exame não invasivo, indolor e geralmente rápido. Utiliza o ultrassom para visualizar imagens de toda a estrutura do coração, podendo analisar com precisão: a forma, o tamanho das cavidades, a espessura das paredes do coração, a função de contração e de relaxamento, o funcionamento das válvulas cardíacas e os vasos sanguíneos que chegam e saem do coração. Esse ecocardiograma pode ser feito durante a gestação para avaliar o desenvolvimento do coração do bebê.



ECOCARDIOGRAMA TRANSESOFÁGICO (ETE)

É um procedimento semi-invasivo de baixo risco e usado para complementar o ecocardiograma transtorácico. O exame é semelhante à endoscopia, por meio da boca uma sonda é inserida e passa pelo esôfago do paciente para obter as imagens. O exame mostra imagens bastante nítidas do coração, pois a sonda está localizada próxima ao órgão e não existe o bloqueio das ondas sonoras pelos pulmões e ossos da parede torácica. Esta ecografia é feita com uso de sedação e analgesia, por isso, é necessário jejum antes do exame e levar um acompanhante, pois não é permitido dirigir após sua realização.



ECOCARDIOGRAMA SOB ESTRESSE

O ecocardiograma sob estresse é um exame de ultrassom usado para medir a capacidade do coração de se adaptar, a estresse externo, em um ambiente clínico controlado. Esse estresse pode ser reproduzido através de um esforço físico (esteira ergométrica / bicicleta / bike – stress) ou por meio do estímulo farmacológico com a injeção de um medicamento que faz o coração bater mais forte e mais rápido.

Esse método permite que o médico avalie o coração através de um ultrassom realizado sobre o tórax do paciente, antes, durante e após o esforço físico realizado em bicicleta ergométrica ou na esteira rolante. É um exame não invasivo que compara o movimento das paredes do coração em repouso e durante o estresse, permitindo assim, detectar alterações isquêmicas mais precocemente, pois a movimentação da parede do coração diminui na presença destas obstruções.



O exame tem o mesmo propósito do ecocardiograma sob estresse físico, de pesquisar alterações cardíacas que ocorrem durante situações em que o batimento cardíaco acelera e a pressão arterial sobe, porém o procedimento faz uso de medicamentos (como a dobutamina) e não exigindo esforço físico, muito útil em casos de pacientes que têm dificuldades para realizar o teste de esforço, como:

  • portadores de uma sequela de derrame cerebral ou doença ortopédica que impeça a caminhada.


ECOCARDIOGRAMA FETAL

O ecocardiograma fetal é um exame de ultrassom realizado durante a gestação para diagnosticar possíveis problemas cardíacos no feto. O processo é indolor, seguro não oferece riscos para a gestante nem para o bebê. O exame possibilita os benefícios de um diagnóstico precoce e de um tratamento eficaz das cardiopatias fetais, sendo um procedimento muito importante no pré-natal das gestantes.



ECOCARDIOGRAMA PEDIÁTRICO / INFANTIL

(até seis meses/após quatro anos)

O ecocardiograma infantil é um exame não invasivo fundamental para diagnosticar pacientes com cardiopatia congênita, seja ele recém-nascida, criança ou adolescente, fornecendo com precisão informações da anatomia cardíaca e da função cardíaca. Atualmente a criança que nascer com cardiopatias e que necessita de algum procedimento cirúrgico é operada apenas com uma boa avaliação ecocardiográfica, ficando reservado o cateterismo cardíaco para casos complexos, pré e pós-operatório de algumas patologias e tratamento.



MÉDICOS QUE REALIZAM ECOCARDIOGRAMA NO  ICOR:

Dr. Antonio Vicente Aita Hahn- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 6444)
Dr. Eduardo Radins- Cardiologista / Ecocardiografista (CRM 15471)
Dr. Marcelo Souza Pinto- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 22593
Dr. Felipe Weinmann de Moraes – Cardiologista e Ecocardiografista (CRM 33391)

LOCAL DO EXAME:

ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. POLICLÍNICA WILSON AITA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2355. Policlínica – Sala 105. (Anexo ao Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo).
Contato: (55) 3217 1919

ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. PINHEIRO MACHADO
Rua Pinheiro Machado, número 2380, bloco A, SALA 204.
Contato: (55) 3222 1333

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam  exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso,  contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.

 


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24/jun/2018

O eletrocardiograma (ECG ) foi introduzido na medicina pelo médico Willem Einthoven em 1902, é um exame que registra a atividade elétrica do coração em estado de repouso. É simples, indolor, relativamente barato e considerado obrigatório em qualquer avaliação das doenças do coração, pois oferece muitas informações ao cardiologista.



Qual a finalidade do eletrocardiograma?

O eletrocardiograma determina se o coração está funcionando normalmente ou se você sofre de anormalidades, permitindo ao médico detectar uma série de diagnósticos, como:

  • arritmias cardíacas
  • aumento de cavidades cardíacas
  • doenças das artérias coronárias
  • infarto do miocárdio
  • hipertrofia do músculo, entre outros.

O exame também pode indicar danos agudos (ataque cardíaco) ou crônicos ao músculo do coração. Além disso, permite a detecção de anomalias de condução (bloqueios de condução elétrica do coração). O eletrocardiograma é recomendado com frequência após os 40 anos. A partir dele podem ser solicitados outros exames, mais específicos, se necessário.

Você sabe como é feito o eletrocardiograma?

Para a realização do exame, o paciente é posicionado deitado de “barriga para cima”, com um pequeno aparelho que constitui o eletrocardiógrafo (usualmente portátil). Inicialmente, são aplicados eletrodos em regiões pré-estabelecidas:

  • 6 eletrodos no peito;
  • 2 nos antebraços próximo ao punho;
  • 2 eletrodos na pernas próximo aos tornozelos, para averiguar os impulsos elétricos do coração ou as repercussões deles a distância.

Cada uma das derivações em que são colocados eletrodos capta a atividade elétrica das várias partes do coração (anterior, posterior, lateral esquerda, lateral direita).

É importante salientar que a pele deve estar limpa nos locais de fixação dos eletrodos. Para facilitar a captação desses estímulos geralmente é aplicado sobre a pele um gel condutor. Os eletrodos dos membros são fixados por braceletes e os do tórax por uma espécie de ventosa de borracha, permitindo aderência à pele sem o uso de agulhas ou outros instrumentos invasivos.

O resultado do exame é desenhado em gráficos de padrão constante, cujo registro, analisado pelo cardiologista, pode indicar normalidade ou sugerir diversas patologias cardíacas presentes. Caso haja alguma doença, como arritmias, hipertrofia ou até infarto do miocárdio, estes gráficos podem sair alterados.

Existe algum preparo para realizar o exame?

Se o corpo do paciente tiver muitos pelos a depilação deverá ser feita para melhor fixação dos eletrodos.



MÉDICOS QUE REALIZAM ELETROCARDIOGRAMA NO ICOR:
Dr. Antonio Vicente Aita Hahn- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 6444)
Dr. Diego Chemello- Cardiologista e Eletrofisiologista (CRM 26116)
Dr. Edes Oliveira Cavalheiro- Cardiologista ( CRM 11461)
Dr. Eduardo Radins- Cardiologista / Ecocardiografista (CRM 15471)
Dr. Dr. Felipe Weinmann de Moraes- Cardiologista / Ecocardiografista (CRM 33391)
Dr. Gabriel Mário da Silva Pinto- Cardiologista (CRM 4363)
Dr. Luiz Braganca de Moraes- Cardiologista / Cirurgião Cardíaco (CRM 8661)
Dr. Marcelo Souza Pinto- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 22593)

LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. PINHEIRO MACHADO
Rua Pinheiro Machado, número 2380, bloco A, SALA 204.
Contato: (55) 3222 1333

LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. POLICLÍNICA WILSON AITA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2355. Policlínica – Sala 105. (Anexo ao Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo).
Contato: (55) 3217 1919

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam  exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso,  contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

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TESTE-ERGOMÉTRICO.jpg
24/jun/2018

O Teste Ergométrico, também conhecido como o teste da esteira é um exame importante para avaliar a saúde do coração quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante ou bicicleta ergométrica. Através do exame é possível analisar a capacidade física do indivíduo, a resposta da pressão arterial ao exercício e possíveis alterações do funcionamento cardíaco, antes, durante e após o exame.



PARA QUE SERVE TESTE ERGOMÉTRICO?

O exame serve para o diagnóstico de anormalidades da pressão arterial sistêmica, doença isquêmica do miocárdio (angina de peito, associada a doença das artérias coronárias), alterações da capacidade funcional respiratória e eventuais arritmias. Também é usado como base para estabelecer programas de condicionamento físico.

QUANDO O TESTE ERGOMÉTRICO É INDICADO?

O eletrocardiograma de esforço, avalia o ritmo cardíaco e detecta a presença de isquemia, ou seja, alterações nas artérias coronárias, assim como:

  • para investigação de dor no peito;
  • alguns tipos de tonturas, palpitações;
  • observação de alterações na pressão arterial sistêmica durante o esforço, na investigação de hipertensão arterial;
  • avaliação do coração para realização de atividade física;
  • detecção de doenças que causam falta de ar ou mal-estar aos esforços físicos.

 



QUANDO NÃO DEVE SER FEITO?

Quando houver suspeita de infarto agudo do miocárdio, angina do peito instável, arritmias não controladas, assim como:

  • Embolia pulmonar;
  • Hipertensão arterial sistêmica grave;
  • Intoxicação medicamentosa;
  • Insuficiência cardíaca descompensada;
  • Durante a gestação


PREPARAÇÃO PARA O EXAME:

No dia do exame não utilizar creme, gel ou pomada no corpo após o banho, porque poderá prejudicar a fixação dos eletrodos usados para o eletrocardiograma. Não é necessário estar em jejum, mas deve-se evitar:

  • ingerir alimentos pesados;
  • líquido que contenha cafeína;
  • chocolate;
  • chá;
  • refrigerante ou bebidas alcoólicas.

Importante ressaltar que não pode fumar nem realizar exercícios físicos no dia do exame. Pacientes com muitos pelos no tórax recomenda-se depilar a região onde serão colocados os eletrodos. Também é aconselhável usar roupas e tênis confortáveis. Menores de 18 anos devem estar acompanhados de um adulto responsável no dia do exame. E obrigatório trazer o pedido médico e não estar usando objetos metálicos (pulseiras, relógio, anéis).

Não é necessário suspender medicações, exceto se orientado pelo médico solicitante.
Informe no dia do exame os medicamentos em uso.

COMO O EXAME É REALIZADO?

  • 1º passo: Estabeleça o protocolo ideal de esforço para cada indivíduo, levando em conta a idade e limitações físicas.
  • 2º passo: Coloque eletrodos no tórax do paciente para registrar por meio de um eletrocardiograma (ECG).
  • 3º passo: Acompanhe o paciente até a esteira. Os movimentos devem começar lentamente e serem aumentados aos poucos. Depois que o esforço máximo for alcançado, o movimento é progressivamente desacelerado.

Através do teste ergométrico é possível analisar a capacidade física do indivíduo, a resposta da pressão arterial ao exercício e possíveis alterações do funcionamento cardíaco, antes, durante e após o exame. Caso o paciente apresente grande cansaço ou exaustão o exame pode ser interrompido.

QUANTO TEMPO DURA O TESTE ERGOMÉTRICO?

  • Tempo total entre o preparo e o esforço de aproximadamente de 15 a 30 minutos.

 



MÉDICOS QUE REALIZAM O TESTE ERGOMÉTRICO NO ICOR:
Dr. Diego Chemello- Cardiologista / Eletrofisiologista (CRM 26116)
Dr. Felipe Weinmann de Moraes- Cardiologista / Ecocardiografista (CRM 33391)
Dr. Marcelo Souza Pinto- Cardiologista/ Ecocardiografista (CRM 22593)
Dra. Márcia Helena Bolson Radins- Clínica Geral (CRM 18200)

LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. PINHEIRO MACHADO
Rua Pinheiro Machado, número 2380, bloco A, SALA 203.
Contato: (55) 3222 1333LOCAL DO EXAME:
ICOR – CARDIO CENTRO / Unid. POLICLÍNICA WILSON AITA- HCAA
Av. Presidente Vargas, 2355. Policlínica – Sala 105. (Anexo ao Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo).
Contato: (55) 3217 1919

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam  exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis. Além disso,  contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

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