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18/set/2019


  • Arritmia cardíaca controlada, distúrbios de condução (bloqueio atrioventricular completo, bloqueio do ramo esquerdo);
  • Marcapasso artificial;
  • Distúrbios eletrolíticos;
  • Uso de medicamentos (digital, betabloqueadores, antagonistas de cálcio, anticoagulantes, insulina);
  • Angina de peito estável;
  • Obesidade acentuada;
  • Osteoporose;
  • Insuficiência hepática;
  • Insuficiência renal.

FASES DA REABILITAÇÃO CARDÍACA

A reabilitação cardíaca está dividida em diversas fases:

  • Fase I (aguda) período de internação hospitalar;
  • Fase II constitui-se na fase de convalescença, em ambiente domiciliar ou intra-hospitalar;
  • Fase III denominada reabilitação em fase crônica, a partir do terceiro mês pós evento cardíaco e
  • Fase IV paciente que podem realizar atividades liberadas pelo médico sem monitorização ou sem supervisão.

 

EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NA REABILITAÇÃO CARDÍACA

De acordo com o Consenso, 1997, a equipe multidisciplinar tem sua participação abordada de forma global nos aspectos que envolvem a vida do cardiopata e é fator fundamental para que sejam alcançados os objetivos da reabilitação.

Segundo Sanagua, 1999, a equipe será integrada por: médicos especialistas em RC, fisioterapeutas, profissionais de educação física, nutricionistas, enfermeiros, assistentes sociais, terapeutas educacionais e psicólogos. Na sua constituição deverão ser lembrados os aspectos biológicos, psicológicos e socioculturais.

A complexidade dependerá das características do centro de RC e da quantidade de pacientes incorporados nos programas.

 


As recomendações de reabilitação foram sugeridas por:

  • Professora Viviane Acunha Barbosa
    Profª. Assistente na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
    Professora de Educação Física e Fisioterapeuta
    Pós-graduação em Ginástica Médica e Fisioterapia Respiratória
    Mestre em Educação

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Conforme o I Consenso Brasileiro de Reabilitação Cardíaca (1997), os programas de RC estão indicados para:

  • Indivíduos preventivos primários, tais como: os portadores de hipertensão arterial, dislipidemias, hiperuricemia, diabetes, tendência à obesidade, etc.
  • Indivíduos preventivos secundários, tais como: portadores de doença coronariana, arritmias cardíacas, pós-infarto do miocárdio, pós-revascularização miocárdica e pós-angioplastia, pós-transplante cardíaco, colocação de marcapasso, pós cirurgias valvulares, etc.

No I Consenso, 1997, encontram-se as contraindicações absolutas e relativas do treinamento convencional e as condições que requerem preocupações especiais.

CONTRAINDICAÇÕES ABSOLUTAS AO TREINAMENTO CONVENCIONAL:

  • Insuficiência cardíaca descompensada;
  • IAM instável, angina estável de grau IV e instável;
  • Miocardite ativa, pericardite aguda;
  • Aneurismas de aorta torácica ou abdominal;
  • Embolias pulmonar ou sistêmica recentes;
  • Tromboflebite, hipertensão pulmonar ou arterial grave não tratada;
  • Estenose aórtica e insuficiência mitral graves;
  • Taquicardia ventricular em repouso;
  • Infecções agudas;
  • Lesão de tronco de coronária esquerda ou equivalente;
  • Não tratadas;
  • Obstrução arterial periférica graus III, IV e V;
  • Retinopatia diabética com deslocamento de retina.

CONTRAINDICAÇÕES RELATIVAS AO TREINAMENTO FÍSICO CONVENCIONAL:

  • Extra-sistolia ventricular Classe II, III e IV de Lown;
  • Arritmia supraventricular de alta freqüência não controlada;
  • Aneurisma ventricular;
  • Estenose aórtica moderada;
  • Cardiomiopatia hipertrófica;
  • Cardiomegalia acentuada;
  • Anemias em geral;
  • Distúrbios metabólicos não-compensados (diabetes, tireotoxicose, mixedema, dislipidemias graves, hiperuricemia);
  • Distúrbios neuromusculares;
  • Músculo-esquelético e osteoarticulares incapacitantes;
  • Distúrbio psiconeuróticos terapia-dependente;
  • Insuficiência respiratória moderada.

As recomendações de reabilitação foram sugeridas por:

  • Professora Viviane Acunha Barbosa
    Profª. Assistente na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
    Professora de Educação Física e Fisioterapeuta
    Pós-graduação em Ginástica Médica e Fisioterapia Respiratória
    Mestre em Educação

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18/set/2019

Horário:

Escolha um horário em que normalmente você não esteja cansado. Dê preferência ao período da manhã até às 10 horas, e a tarde após às 17 horas, nos dias ensolarados. Quando se mantém um horário fixo, o organismo se adapta melhor. É aconselhável, se você for cardíaco, que consulte o seu médico para verificar se pode exercitar-se pela manhã sem riscos.

Roupas:

  • Use roupas leves, folgadas e algodão.
  • Evite tecidos sintéticos.
  • O tênis deve estar ajustado, macio.
  • Meias esportivas para evitar bolhas.

Local:

Dê preferência a locais seguros, sem riscos de assalto ou atropelamento, a local sem poluição, em áreas verdes de sua comunidade. Evite local com muitas inclinações ou ladeiras.

RECOMENDAÇÕES PARA A PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS

Para qualquer pessoa com mais de 35 anos, o ideal, além do exame clínico convencional, pode ser, a critério de seu médico, a realização de um teste ergométrico para avaliar sua condições cardiovasculares, seu nível de tolerância ao exercício e sua resposta eletrocardiográfica ao exercício.

O teste permite ao seu médico classificar sua capacidade cardiorrespiratória atual. A caminhada não combina com o uso regular do cigarro, ingestão excessiva de álcool antes de caminhar e comportamento obsessivo de competir com os participantes.

Se você perceber qualquer dos itens a seguir, durante ou depois da caminhada, procure seu médico ele é a pessoa ideal para lhe ajudar:

• Tontura;
• Fadiga excessiva;
• Sudorese intensa;
• Batimentos cardíacos irregulares;
• Falta de ar intensa;
• Má recuperação dor no peito.

Leve sempre uma identificação médica, em caso de emergência, as pessoas saberão que você é diabético. Avalie seu desempenho de tempos em tempos, você perceberá o quanto este simples exercício é capaz de proporcionar benefícios ao seu organismo. Para isso, basta você caminhar corretamente com energia e disposição.

REABILITAÇÃO CARDÍACA

Segundo a Organização Mundial da Saúde, reabilitação cardíaca é o somatório das atividades necessárias para garantir aos pacientes portadores de cardiopatia as melhores condições física, mental e social, de forma que eles consigam, pelo seu próprio esforço, reconquistar uma posição normal na comunidade e levar uma vida ativa e produtiva.

 


As recomendações de reabilitação foram sugeridas por:

  • Professora Viviane Acunha Barbosa
    Profª. Assistente na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
    Professora de Educação Física e Fisioterapeuta
    Pós-graduação em Ginástica Médica e Fisioterapia Respiratória
    Mestre em Educação

 


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18/set/2019

Caminhar é indiscutivelmente o exercício aeróbico ideal para adultos saudáveis, especialmente para idosos, para os pacientes portadores de doenças metabólicas e cardíacas (diabetes, obesidade e excesso de triglicerídeos no sangue).


O ato de andar faz parte de nossa vida e a caminhada/exercício é simplesmente o ato de andar num ritmo mais acelerado. Entre as vantagens da caminhada sobre outras modalidades de exercícios aeróbios, incluem-se:

  • Produz os mesmos benefícios da corrida, do ciclismo e da natação, se bem executada;
  • É considerada a prática mais segura de exercícios aeróbios, sob o ponto de vista cardiovascular e ortopédico;
  • Apresenta índices quase inexistentes de lesões osteoarticulares e cardíacas;
  • Apresenta maior índice de aderência em exercício para prevenção de problemas e promoção de saúde;
  • Grande número de pessoas que caminham regularmente por mais de 4 semanas adere a caminhada;
  • É uma atividade física simples de ser executada, requerendo muito pouco em termos de equipamentos e facilidades;
  • Pode ser realizada individualmente ou de forma coletiva;
  • Ajudam controlar o peso;
  • Baixar o nível de açúcar no sangue;
  • Evitar enfermidades do coração;
  • Pode também controlar a pressão e os níveis de gordura no sangue.

Antes de caminhar

Aquecimento:
Antes de iniciar sua caminhada, faça uma ginástica leve durante 5 a 10 minutos para aquecer. Aprenda uma série de alongamentos musculares para serem executados antes da caminhada.

Frequência semanal:
O ideal é caminhar diariamente, principalmente nos casos de obesos e de pacientes cardíacos que podem fazer esse exercício sem problemas. É eficaz mesmo se a caminhada for feita em dias alternados, desde que praticada três vezes por semana (no mínimo).

Duração:
30 a 60 minutos, não incluindo o aquecimento e a fase de desaquecimento. Em indivíduos com baixa capacidade funcional, deve-se iniciar com duração de 10 a 15 dias minutos em dias alternados. A cada semana, acrescente 5 a 10 minutos na duração total.

 


As recomendações de reabilitação foram sugeridas por:

  • Professora Viviane Acunha Barbosa
    Profª. Assistente na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
    Professora de Educação Física e Fisioterapeuta
    Pós-graduação em Ginástica Médica e Fisioterapia Respiratória
    Mestre em Educação

 


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