ÔMEGA 3, SAIBA MAIS!

04/10/2017 por ICOR0
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Os ácidos graxos podem ser classificados em três tipos: saturado, monoinsaturado e poli-insaturado.


Contraindicações do suplemento

O suplemento é contraindicado para pessoas com problemas de coagulação, como os portadores de hemofilia, pois há o risco de hemorragia já que o ácido graxo evita coagulações. Pessoas com próteses cardíacas também devem evitar o consumo.

Riscos do consumo em excesso de ômega 3

O excesso de ômega 3 no organismo pode causar uma série de problemas. Apesar de ser um potente anti-inflamatório, o ômega 3 em grandes quantidades pode favorecer um processo pró-inflamatório que chega a induzir a resistência à insulina, causar hemorragia e em casos de pessoas com obesidade, o quadro pode piorar.

Nutrientes similares ao ômega 3

Não há nutrientes similares ao ômega 3, porém há outro ácido graxo poli-insaturado que também é muito importante para o organismo. Trata-se do ômega 6 que assim como o ômega 3 é um importante componente de membranas celulares.

Equilíbrio entre o ômega 3 e 6
A preocupação atual vem sendo em relação à proporção do consumo entre as gorduras ômega 6 e ômega 3, pois o equilíbrio entre esses dois tipos de “gorduras” confere um efeito metabólico protetor ao organismo. O consumo exagerado de ômega 6 comparado ao ômega 3 é visto como fato extremamente prejudicial à saúde do homem, principalmente porque mantém relação com o surgimento de doenças cardíacas e câncer. Na alimentação moderna há o grande aumento de alimentos industrializados – óleos refinados, baixo consumo de alimentos de origem vegetal e pescados e frutos do mar.

Os valores sugeridos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para um bom equilíbrio entre as quantidades de ômega 6 e ômega 3 na alimentação é a razão de (5:1). Isto porque o ômega 3 é mais facilmente metabolizado pelo organismo do que o ômega 6. Então, se eles fossem consumidos na mesma quantidade o corpo priorizaria o ômega 3 e não iria ingerir os valores necessários do 6. Proporções acima desta recomendação, com mais ômega 6, não é interessante, pois o excesso deste ácido tem caráter pró-inflamatório.

Para conseguir cumprir esses valores, há condutas que podem ser encontradas no Guia Dietético para Dieta do Ômega em Sete Etapas. Entretanto, devem estar associadas a uma alimentação bem planejada.

  • Escolher alimentos ricos em acido graxo ômega 3, como peixes gordurosos (salmão, atum, truta arenque e cavala), nozes, óleo de canola, linhaça e vegetais verdes;
  • Usar óleos monoinsaturados, como azeite de oliva e óleo de canola;
  • Comer sete ou mais porções de frutas e vegetais por dia;
  • Coma mais proteínas vegetais, incluindo ervilhas, feijões e nozes;
  • Evitar carnes gordas e produtos lácteos com alto teor de gordura devido a presença de gordura saturada;
  • Evitar óleos ricos em ômega 6, como: milho, cártamo, girassol, soja e óleos de algodão;
  • Reduza a ingestão de gordura trans, “trocando” os seguintes produtos: margarina, gordura vegetal, preparações de pastelaria, frituras, snacks e alimentos processados.

 


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