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18/set/2019

Conhecido, também, como derrame cerebral o AVC é uma doença crônica, não transmissível e uma das principais causas de morte, incapacidade adquirida e internações em todo o mundo. Ocorre quando os vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se ropem, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea. É raro acontecer na infância mas pode atingir as pessoas de todas as idades.

Tipos de AVC:

AVC isquêmico (causado pela obstrução ou entupimento de um vaso) 

  • ocorre quando há obstrução de uma artéria, impedindo a passagem de oxigênio para células cerebrais, que acabam morrendo. Essa obstrução pode acontecer devido a uma trombose ou a uma embolia. O AVC isquêmico é o mais comum e representa 85% de todos os casos. 

AVC hemorrágico (quando um ou mais vasos se rompem)

  • ocorre quando há rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia. Esta hemorragia pode acontecer dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. É responsável por 15% de todos os casos de AVC, mas pode causar a morte com mais frequência do que o AVC isquêmico.

Ataque isquêmico transitório (AIT)

  • trata-se de uma espécie de mini-AVC que acontece quando o fornecimento de sangue para o cérebro é interrompido por pouco tempo. Em 87% dos casos, o acidente vascular cerebral é isquêmico.

 No Brasil, a doença é a segunda principal causa de morte, atrás apenas do infarto. Segundo dados do Ministério da Saúde, um brasileiro morre a cada cinco minutos em decorrência do AVC, contabilizando mais de 100 mil óbitos por ano.

Os sinais e sintomas do AVC acontecem de forma súbita podendo ser únicos ou combinados, tais como:

  • enfraquecimento,
  • adormecimento ou paralisação da face, braço ou perna de um lado do corpo,
  • alteração de visão (ficando turva ou até mesmo a perda),
  • dificuldade na fala ou compreensão,
  • Pode ocorrer também tontura sem causa definida,
  • desequilíbrio,
  • falta de coordenação no andar ou queda súbita e ainda dores de cabeça fortes e persistentes além de dificuldade para engolir.

 Existem alguns sinais que o corpo dá que ajudam a reconhecer um AVC. Atenção ao “SAMU”:

  • S ORRISO: peça para a pessoa sorrir. Se o sorriso sair torto ou se a boca entortar, pode ser AVC.
  • A BRAÇO: peça para a pessoa levantar os braços. Se a pessoa tiver alguma dificuldade para levantar um deles ou se após levantar os dois um deles cair bruscamente, pode ser AVC.
  • ENSAGEM: peça para a pessoa repetir uma frase ou uma mensagem qualquer. Se a pessoa não conseguir compreender ou não conseguir repetir a frase ou mensagem, pode ser AVC.
  • U RGÊNCIA: havendo qualquer um desses sinais, chame imediatamente o SAMU 192.

Quais as principais causas do AVC?

  • Hipertensão arterial,
  • fibrilação atrial,
  • diabetes,
  • tabagismo,
  • uso de pílulas anticoncepcionais,
  • álcool e problemas relacionados à coagulação sanguínea estão entre as principais causas do AVC.

Como é feito o diagnóstico do AVC?

O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem, que permitem identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame cerebral. Tomografia computadorizada de crânio é o método de imagem mais utilizado para a avaliação inicial do AVC isquêmico agudo, demonstrando sinais precoces de isquemia. Importante ressaltar que o acidente vascular cerebral é uma emergência médica e o paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar.

  • Mudanças de hábito podem ajudar na recuperação por isso é importante controlar o colesterol, pressão arterial e níveis de açúcar no sangue.  Os cardiologistas recomendam adotar uma dieta equilibrada e a pratica de atividade física.
  • As células cerebrais não se regeneram, e também não existe tratamento para recuperá-las, mas há tratamentos terapêuticos que auxiliam na restauração das funções, movimentos e fala e sua eficácia é melhor aproveitada quando o tratamento é imediato. Nunca suspenda o tratamento indicado pelo cardiologista e/ou neurologista.

Como prevenir o AVC?

Muitos fatores de risco contribuem para o aparecimento de um AVC e de outras doenças crônicas, como câncer e diabetes. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, dependem apenas da pessoa e são os principais para prevenir essas doenças.

  • Não fumar
  • Não consumir álcool
  • Não fazer uso de drogas ilícitas
  • Manter alimentação saudável
  • Manter o peso ideal
  • Beber bastante água
  • Praticar atividades físicas regularmente
  • Manter a pressão sob controle
  • Manter a glicose sob controle

Quais complicações o paciente pode apresentar?

Em alguns casos, o AVC pode deixar sequelas de acordo com a intensidade do evento cardiovascular, o que varia de pessoas para pessoa. 

  • A falta de força pode ocasionar em perdas motoras, como fala, o comer sozinho, andar ou se vestir. Pode incluir dificuldade na comunicação, compreensão, engasgos, incontinência, perda de visão, distúrbios neurológicos e agressividade comprometendo o convívio com amigos e familiares.

O AVC é uma doença totalmente dependente do tempo. Isso quer dizer que quanto mais rápido for o tratamento, maiores serão as chances de recuperação completa. Desta forma, torna-se essencial a identificação dos sinais e sintomas e o atendimento médico imediato.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia- SBC- Ministério da Saúde

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.


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18/set/2019

O Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente chamado de derrame cerebral, ainda é uma das principais causas de morte no Brasil. E especialistas alertam que o número de pessoas jovens atingidas pela doença é cada vez maior. De acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 2015 e 2017, cerca de 27 mil pessoas com idade entre 14 e 39 anos tiveram um AVC.

Outro aspecto que os especialistas destacam é a gravidade: quanto mais jovem, pior o quadro. Isso porque artérias e partes maiores do cérebro são afetadas nas pessoas mais jovens. No entanto, quanto mais jovem o cérebro, maiores as chances de se recuperar sem sequelas.

É importante destacar que existem dois tipos de AVC:

♦️ Isquêmico: compreende cerca de 80% de todos os casos de AVC. Ocorre quando o fornecimento de sangue é reduzido ou interrompido. Dessa forma, as células deixam de receber oxigênio e nutrientes.

♦️ Hemorrágico: quando ocorre o rompimento de uma artéria cerebral, provocando sangramento em uma parte do cérebro.

Segundo especialistas, o AVC em pessoas jovens está relacionado a hábitos e estilo de vida. Fatores de risco como sedentarismo, tabagismo, maus hábitos alimentares, estresse, colesterol e hipertensão também são a causa de AVC em pessoas cada vez mais jovens.

Mas também existem casos em que o AVC atinge os mais jovens por conta de doenças autoimunes e causas genéticas ou congênitas, podendo esse risco ser transmitido de forma hereditária. Nesse caso, de ocorrência de AVC na família, os médicos orientam que seja feita uma avaliação.
Assim, manter estilo de vida saudável e realizar avaliações médicas podem evitar esse tipo de evento.

 

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

 

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18/set/2019

A prática traz benefícios para a faixa entre 60 e 80 anos, independente da velocidade!


Os homens com mais de 60 anos podem se beneficiar da caminhada para reduzir as chances de sofrer um AVC fazendo uma caminhada diária – e não é necessário andar muito rápido. Isso é o que afirma uma pesquisa do University College London, na Inglaterra. O relatório foi publicado em 14 de novembro na edição online da revista Stroke.

A equipe coletou dados de 3.500 homens saudáveis com idades entre 60 e 80 anos, que estavam participando de um estudo sobre saúde cardíaca, envolvendo 24 cidades britânicas. Os homens foram questionados sobre o quanto eles caminhavam durante a semana. Os pesquisadores dividiram os homens em cinco grupos: aqueles que caminharam zero a três horas por semana, de quatro a sete horas por semana, de oito a 14 horas por semana, de 15 a 21 horas por semana e mais de 22 horas por semana.

Durante os 10 anos de acompanhamento do estudo, homens que caminhavam oito a 14 horas por semana reduziram o risco de AVC em cerca de um terço em relação aos homens que andavam zero a três horas por semana, segundo os pesquisadores. Para aqueles que andaram mais de 22 horas por semana, o risco de acidente vascular cerebral diminuiu em cerca de dois terços. Entre todos os homens, 42% caminhou por mais de oito horas por semana e 9% andou mais de 22 horas por semana.

O benefício da caminhada foi observado independentemente de quão rápido os homens caminhavam. Segundo os autores, os efeitos protetores foram observados pelo tempo que se passou caminhando, independente da velocidade. O AVC é a principal causa de morte e incapacidade no mundo, e é importante encontrar maneiras de prevenir o problema, especialmente em pessoas mais velhas.

Embora o estudo tenha encontrado uma associação entre maior tempo de caminhada semanal e menor risco de AVC em homens, não é possível estabelecer uma relação de causa e efeito. Os cientistas afirmam que todas as formas de atividade física, incluindo caminhadas, podem promover uma maior saúde do coração e consequentemente reduzir o risco de AVC.

EVITE O DERRAME CEREBRAL

O AVC é responsável pela morte de cinco milhões de pessoas no mundo a cada ano, de acordo com a OMS. No Brasil, a doença mata mais que o infarto: são mais de 100 mil pessoas por ano, segundo o Ministério da Saúde. Outro dado alarmante é que um em cada seis brasileiros corre risco de sofrer um derrame. “Popularmente conhecido como derrame, o acidente vascular cerebral é uma alteração do fluxo de sangue no cérebro, que ocorre por falta ou extravasamento de sangue em alguma região do corpo”. Mas é possível se prevenir de um AVC, já que a maioria dos fatores de risco para o quadro clínico pode ser evitada. “Quanto mais idade a pessoa tiver, maiores são as chances de derrame e, por isso, os cuidados devem ser redobrados”.

Conheça esses fatores e fique atento aos sintomas.

  • Colesterol alto

O excesso de colesterol no sangue aumenta o espessamento e endurecimento das artérias. “Placas de colesterol e conteúdos gordurosos se depositam lentamente na artéria, fazendo com que ela se feche aos poucos e impeça a passagem de fluxo sanguíneo”, explica Maurício Hoshino. Esse processo provoca arteriosclerose – endurecimento das artérias – e prejudica a oxigenação do cérebro, aumentando o risco de AVC.

  • Sedentarismo e obesidade

A prática de exercícios físicos é fundamental para controlar praticamente todos os fatores de risco de AVC. Por outro lado, a falta desse hábito e a obesidade só aumentam as chances. “Pressão alta, colesterol elevado, diabetes e doenças cardíacas são complicações decorrentes do excesso de peso e precisam ser prevenidas e controladas com bons hábitos, o que inclui atividade física regular”

  • Má alimentação

Uma vez que diabetes, colesterol, obesidade e hipertensão aumentam as chances de AVC, todos os cuidados para controlar essas doenças servem de prevenção – e a alimentação ganha destaque. Fazer uma dieta balanceada, moderar o consumo de sódio (para pressão alta), evitar alimentos ricos em colesterol e gorduras saturadas (frituras), controlar o consumo de açúcar (para diabetes) são alguns dos hábitos que devem fazer parte da rotina.

  • Pressão alta

A pressão alta ocupa o topo do ranking de maiores causas de acidente vascular cerebral. O neurologista André Lima explica que as paredes internas das artérias sofrem traumas por causa do fluxo do sangue mais forte. “Esses traumas formam pequenos ferimentos nas paredes, que podem obstruir a passagem do sangue (AVC isquêmico) ou romper a parede da artéria (AVC hemorrágico)”, explica. É possível, entretanto, controlar a hipertensão com medicação e hábitos saudáveis, como reduzir o consumo de sal da alimentação e praticar exercícios.

  • Excesso de açúcar no sangue

O excesso de glicose no sangue – característica do diabetes – aumenta a coagulação do sangue e o deixa mais viscoso. “Isso diminui o fluxo de sangue das artérias e pode levar a um AVC”, conta André Lima. Além disso, é comum que pessoas com diabetes também apresentem sobrepeso, colesterol alto e pressão alta – todos fatores de risco de derrame cerebral. Mas vale lembrar que esses problemas – inclusive diabetes – podem ser controlados com tratamento médico regular e hábitos de vida saudáveis.

  • Tabagismo

Substâncias do cigarro fazem com que a coagulação do sangue aumente. Com isso, o sangue fica mais grosso e fluxo nas artérias, por sua vez, fica prejudicado, aumentando as chances de um derrame. “Pessoas que fumam e usam contraceptivos orais têm riscos maiores ainda, pois os hormônios dos anticoncepcionais também interferem na coagulação sanguínea”

  • Doenças do coração

Arritmias cardíacas podem formar pequenos coágulos dentro das artérias e veias do coração. “Esses coágulos podem ser enviados às artérias cerebrais, provocando um AVC isquêmico”.
Há uma série de problemas do coração que podem atrapalhar o fluxo sanguíneo e aumentar as chances de derrame. “Um deles é o Forame Oval Patente (FOP), uma má formação do coração que atinge 15% da população e faz com que coágulos que deveriam ser filtrados pelo pulmão permaneçam na circulação, aumentando o risco de AVC, inclusive, em jovens”.

Cuide sua saúde!

 

Fonte: Minha Vida


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