Você está no

BLOG DO ICOR

COSTAS.jpg
18/set/2019

A dor nas costas está entre as queixas físicas mais comuns. Ela pode ser leve ou extrema, rápida ou constante.


Existem várias causas, fatores de risco e formas de prevenção para a dor nas costas. Essa dor pode originar na coluna vertebral, músculos, nervos ou a partir de outras estruturas na região. Ela também pode irradiar a partir de outros órgãos, como os rins ou ovários.

Causas:

  • Quedas
  • Estresse
  • Exercícios praticados da maneira errada ou com carga muito alta
  • Má postura
  • Sedentarismo
  • Hérnia de disco
  • Ciática
  • artrose
  • Lombalgia
  • Dorsalgia
  • Espondilite Anquilosante
  • Espondilolistese
  • Artrite reumatoide
  • Alterações na coluna como lordose, escoliose e cifose
  • Estenose espinhal
  • Aneurisma na aorta
  • Síndromes de dor músculo-esquelética, como fibromialgia ou polimialgia
  • Infecções dos ossos da coluna vertebral como osteomielite

Uma dor decorrente de outros órgãos também pode ser sentida nas costas. Distúrbios intra-abdominais pode causar dor irradiada nas costas, entre eles:

  • Apendicite
  • Cálculo renal
  • Pedra na vesícula
  • Infecções da bexiga
  • Endometriose
  • Câncer de ovário
  • Cistos ovarianos
  • Torção testicular

Na consulta médica

Você sabe que suas costas doem, mas você pode não saber por que, ou o que fazer sobre isso. Ao chegar ao médico, ele fará uma série de perguntas sobre a área das costas que está doendo, seus hábitos como alimentação e prática de atividade física, além de pedir informações sobre o seu trabalho e ritmo de sono.

Durante a consulta, você deve responder perguntas de seu médico sobre a sua dor nas costas, incluindo a frequência da dor, localização e intensidade. Entre as perguntas que seu médico pode fazer na consulta para descobrir a causa da sua dor nas costas, estão:

  • A sua dor é de apenas um lado ou ambos os lados?
  • Como é a dor que está sentido? É cortante, latejante, ela queima?
  • Esta é a primeira vez que teve dor nas costas?
  • Quando a dor começou? Ela começou de repente?
  • Você sofreu algum acidente recentemente?
  • O que você estava fazendo antes de iniciar a dor? Você estava levantando pesos ou fazendo, estava sentado ou dirigindo?
  • Se você já teve dor nas costas antes, essa dor é semelhante ou diferente?
  • Você sabe a causa de episódios anteriores de dor nas costas?
  • Quanto tempo cada episódio de dor nas costas costuma durar?
  • Você sente a dor em qualquer lugar que não seja no quadril, coxa, perna ou pé?
  • Você tem alguma dormência ou formigamento?
  • Qualquer fraqueza ou perda de função em sua perna ou em outro lugar?
  • O que piora a dor? Elevação, torção, em pé ou sentado por longos períodos de tempo?
  • O que faz você se sentir melhor?
  • Existem outros sintomas presentes?
  • Perda de peso?
  • Febre?
  • Dificuldade de urinar?
  • Mudança nos hábitos intestinais?

Diagnóstico

Durante o exame físico, o seu médico irá tentar identificar a localização da dor e descobrir como isso afeta o seu movimento. Você será solicitado a: sentar, levantar e andar.

O seu médico pode pedir para você tentar andar na ponta dos pés e, em seguida, sobre os calcanhares. Também vai pedir para você levantar as pernas para cima, enquanto está deitado. Se a dor é pior quando você faz isso, você pode ter dor ciática, especialmente se você também sentir dormência ou formigamento em uma de suas pernas.

Seu médico também vai mover suas pernas em diferentes posições, incluindo dobrar e esticar os joelhos. Ao mesmo tempo, o médico está avaliando sua força, bem como a sua capacidade de se mover.

Para testar a função do nervo, o médico irá usar um equipamento para verificar os seus reflexos. Também irá tocar suas pernas em muitos locais, com um pino ou cotonete ou outros objetos para testar o seu sistema nervoso sensorial. O seu médico irá perguntar se há áreas onde a sensação do pino, algodão, ou de penas incomoda.

 

Exames que podem ser encomendados incluem:

Tomografia computadorizada da parte inferior da coluna ou Ressonância magnética da coluna lombar
mielograma (um raio-x ou tomografia computadorizada da coluna depois de corante foi injetado na coluna vertebral)
um raio-x.

Prevenção

O exercício é importante para a prevenção de dores nas costas no futuro e através disso você pode:

  • Melhorar a sua postura
  • Fortalecer as costas e melhorar a flexibilidade
  • Perder peso
  • Evitar quedas
  • Um programa de exercício completo deve incluir atividade aeróbica (como caminhar, nadar ou andar de
  • Bicicleta ergométrica), bem como alongamento e treinamento de força.

Para evitar a dor nas costas, também é muito importante aprender a levantar e abaixar adequadamente.

Tratamento

O tratamento para dor nas costas vai variar conforme a causa do problema. Pode incluir repouso, medicação, tratamento quiroprático, acupuntura, fisioterapia e até mesmo cirurgia.

Procure seu médico!

Fonte: Site  Minha vida


CONJU.jpg
18/set/2019

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. 


Em geral, a conjuntivite ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas. A conjuntivite pode ser aguda ou crônica, afetar um dos olhos ou os dois.

Causas

  • A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes (poluição, fumaça, cloro de piscinas, produtos de limpeza ou de maquiagem, etc.).
  • A mais comum delas é a conjuntivite primaveril ou febre do feno, geralmente causada por pólen espalhado no ar.
  • A conjuntivite pode ser causada, também, por vírus e bactérias.
  • Nestes casos, a conjuntivite é contagiosa e pode ser transmitida pelo contato direto com as mãos, com a secreção ou com objetos contaminados.

Sintomas

  • Olhos vermelhos e lacrimejantes;
  • Pálpebras inchadas;
  • Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
  • Secreção purulenta (conjuntivite bacteriana);
  • Secreção esbranquiçada (conjuntivite viral);
  • Coceira;
  • Fotofobia (dor ao olhar para a luz);
  • Visão borrada;
  • Pálpebras grudadas quando a pessoa acorda.

Tratamento

  • O tratamento da conjuntivite é determinado pelo agente causador da doença.
  • Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos.
  • Já o tratamento da conjuntivite bacteriana inclui a indicação de colírios antibióticos, que devem ser prescritos por um médico, pois alguns colírios são altamente contra-indicados, porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.
  • Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da conjuntivite.
  • Qualquer que seja o caso, porém, é fundamental lavar os olhos e fazer compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico comprado em farmácias ou distribuído nos postos de saúde.

Prevenção

  • Evitar aglomerações ou frequentar piscinas de academias ou clubes;
  • Lavar com frequência o rosto e as mãos, uma vez que estes são veículos importantes para a transmissão de micro-organismos patogênicos;
  • Não coçar os olhos;
  • Usar toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos ou lavar todos os dias as toalhas de tecido;
  • Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente, enquanto perdurar a crise;
  • Não compartilhar o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza;
  • Não se automedique.

 

Fonte: Site Minha Vida


how-to-design-your-ideal-healthy-eating-plan.jpg
18/set/2019

As funções dessa proteína vão bem além de manter a pele firme. Ela atua na prevenção de doenças como osteoartrite, que incapacita muita gente de levar o dia a dia.


Estampado nos rótulos de xampus, hidratantes e produtos alimentícios, ele figura no imaginário popular como sinônimo de uma pele firme e de cabelos resistentes, devido às suas propriedades de sustentação e elasticidade. Menos popular e mais vital, porém, é a sua capacidade de fortalecer as cartilagens. “Essas estruturas é que atenuam o atrito entre os ossos, evitando a osteoartrite, ou seja, a inflamação das articulações, que ficam desgastadas especialmente nos quadris, nas mãos, nos ombros e nos joelhos”, esclarece a nutricionista Nadia Brito, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. “O quadro se acentua com o o envelhecimento e com o sobrepeso”, alerta.

A comida, diga-se, não entrega o colágeno de mão beijada. Mas as refeições abrigam a matéria-prima para sua fabricação dentro das células cartilaginosas. “Batizadas de condroblastos, essas unidades se valem dos aminoácidos glicina, prolina e hidroxiprolina, partículas proteicas provenientes dos alimentos de origem animal – como carnes vermelhas e ovos -, prontas para formar moléculas maiores, os peptídeos”, descreve, em detalhes, a nutricionista Andrea Frias, coordenadora do Centro de Pesquisas Sanavita, em São Paulo. “São esses peptídeos que dão origem às fibras colágenas, capazes de amortecer o impacto articular com força comparável à de um fio de aço.”

Acontece que, a partir dos 30 anos de idade, essa fábrica celular de colágeno “desacelera cerca de 1% ao ano”, como avisa Nadia. E a situação se agrava para o time feminino após a menopausa. “Os ovários deixam de liberar o hormônio estrogênio, que estimulava a síntese de colágeno a pleno vapor”, justifica Andrea. “Por isso, sua produção despenca, em média, 30% nos primeiros cinco anos dessa fase e, depois dela, uns 2% anualmente.” A boa notícia é que é possível evitar esse prejuízo com um cardápio que compensa a lentidão do organismo para gerar quantidades adequadas de colágeno. Os supermercados ainda exibem produtos que prometem o chamado colágeno hidrolisado em sua formulação.

“Eles contêm os aminoácidos submetidos a um processo enzimático químico que facilita sua incorporação pelo organismo”, explica Nadia. Vale dar crédito a eles, desde que com o cuidado de escolher uma marca idônea e devidamente certificada.


O destino do nutriente. O colágeno também constitui o tendão de aquiles, a ponta do nariz, os ossos e a conexão entre as costelas torácicas anteriores. “Os discos intervertebrais e uma das camadas das artérias são, ainda, formados por um tipo especial dessa proteína, chamado elastina”, explica o cientista de alimentos Jaime Farfan, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Por fim, o humor vítreo – substância ocular que preenche a área entre o cristalino e a retina – e músculos que revestem órgãos como o intestino também contam com o colágeno em sua composição.

Reforço bem-vindo .O laboratório Sanofi-Aventis acaba de lançar o Mobility, um suplemento de colágeno hidrolisado em forma de sachê, sem sabor nem cheiro, que pode ser dissolvido em bebidas e alimentos. “A suplementação é recomendada a pessoas com uma dieta carente em proteína animal e contraindicada a indivíduos com insuficiência renal”, esclarece Nadia Brito.

1. Peixe e rúcula. O ferro dos vegetais verde-escuros contribui com o processo de formação de colágeno. Aposte em pescados com rúcula e agrião.

2. Bife e suco. A bebida feita com laranja e acerola fornece vitamina C, que também dá uma força nesse processo. Ele pode acompanhar o bife do almoço.

3. Frango e tomate. Para que o consumo do frango resulte em uma fabricação de colágeno eficiente, consuma-o com tomate-cereja, que provê o auxílio das vitaminas A e C.

4. Gelatina e companhia. Contrariando a crença popular, a sobremesa está longe de ser a melhor coadjuvante na fabricação de colágeno. “A maioria das gelatinas contém uma quantidade insignificante de proteína”, desmitifica Andrea Frias. “A exceção são os produtos com colágeno hidrolisado”, ressalta Jaime Farfan. O mesmo vale para geleias de mocotó e balas de colágeno.

 

 

 

Fonte: REVISTA SAÚDE


chima.jpeg
18/set/2019

Consumo diário de 100 gramas da erva diminui 29% dos níveis de colesterol e 62% nos triglicerídeos, mas é preciso saber como servir a bebida para que o consumo seja seguro e saudável.


Muito mais do que um hábito da população do Sul do Brasil, a tradição de tomar chimarrão também faz bem à saúde. Estudos comprovam que a erva-mate, que pode ser consumida como chimarrão ou chá, traz diversos benefícios às funções orgânicas. Os principais componentes da planta atuam como auxiliar em dietas, como diurético, digestivo e também ajudam no tratamento da fadiga funcional.

De acordo com um estudo feito recentemente pela Feevale de Novo Hamburgo (RS), o mate, além de estimulante, também faz bem ao coração. O trabalho coordenado pela biomédica Rejane Giacomelli mostra que o uso diário de 100 gramas da erva-mate pode causar a diminuição de 29% dos níveis de colesterol e de 62% nos triglicerídeos, afastando os riscos de problemas cardíacos.

Mas de nada adianta consumir a erva como chimarrão se você não souber como servir a bebida. O porongo, material utilizado na fabricação de cuias, é muito poroso, absorve umidade e provoca o acúmulo de resíduos e a proliferação de bactérias, tornando-se uma ameaça à saúde. Já as cuias de cerâmica, são as melhores opções para o consumo, pois além de serem atóxicas e livres de metais pesados, as cuias ajudam a preservar a temperatura da bebida, otimizando o aroma e o sabor da erva.

A MondoCeram – marca que pertence ao grupo Ceraflame – tem em seu mix de produtos diferentes opções de cuias. Todas são fabricadas em cerâmica, atóxicas, fáceis de lavar e não acumulam mau cheiro e resíduos. No portfólio da indústria estão oito modelos do produto: Cuia Rio Grande do Sul 280, 350 e 500 ml, Cuia Santa Catarina 350 ml, Cuia Tropeiro Branca, marrom, marrom escura e clara 350 ml. Além disso, a MondoCeram também oferece ao mercado porta erva com capacidade para 0,5 kg, disponível em duas cores.

Segundo a fabricante, os produtos são fabricados em um processo de alta tecnologia. As cuias de cerâmica são fabricadas com matéria prima de primeira qualidade e a decoração das peças é feita manualmente, tudo para garantir um resultado único e exclusivo aos produtos.

 

 

Fonte: Guia Viver Bem


MARCA HORIZONTAL_ICOR.png 1

O Instituto do Coração de Santa Maria (ICOR) é referência na área da saúde. Há mais de 20 anos cuida do coração da cidade e região oferecendo um atendimento ético, humanizado e de qualidade.

2018 ICOR. Todos os direitos reservados. Desenvolvido pela Rede de Empreendedores.