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BLOG DO ICOR

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15/dez/2019

Agora no Instituto do Coração de Santa Maria (ICOR), você consegue monitorar sua pressão arterial de casa, através do Monitor Residencial da Pressão Arterial.

O QUE É MPRA?

  • A Monitorização Residencial da Pressão Arterial(MRPA) é uma técnica que permite você realizar as medidas da pressão arterial em casa e levar os resultados ao seu médico. O exame inicia-se numa 2ª feira e um período de 4 dias, de manhã e à tarde (ou à noite). O paciente deverá medir a pressão obedecendo a protocolos bem definidos e validados.

DURAÇÃO

  • Uma semana

TÉCNICA

  • Validada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)

ALGUNS CUIDADOS IMPORTANTES DEVEM SER OBSERVADOS DURANTE A VERIFICAÇÃO DA PA:

  • ⇒Estar sentado, em ambiente calmo e em repouso há pelo menos 5 minutos;
  • ⇒Estar de bexiga vazia;
  • ⇒Não ter praticado exercícios (por pelo menos uma hora);
  • ⇒Não falar durante a medida;
  • ⇒Se houver algum estresse emocional, espere se acalmar, cerca de 20 a 30 minutos, para realizar as medias e informe ao seu médico o que houve no dia;
  • ⇒Realize as medidas com o braço apoiado na altura do coração;
  • ⇒Não fumar, ingerir cafeína ou qualquer outro estimulante por 30 min antes da medida;
  • ⇒Utilizar um manguito de tamanho apropriado para o braço – medir a circunferência;
  • ⇒A maioria dos manguitos tradicionais mede braços com circunferência de 22/24 cm a 32/34 cm;
  • ⇒Utilizar um aparelho calibrado e com manutenção em dia. Ao contrário de crenças prévias, os aparelhos oscilométricos de braço (e não do punho) têm excelente performance e são recomendados.

 

HIPERTENSÃO ARTERIAL

A pressão arterial é uma medida de grande variabilidade. Uma medida isolada pode não traduzir completamente o comportamento habitual da pressão do indivíduo e levar a erros diagnósticos e de avaliação no tratamento anti-hipertensivo. Medidas de pressão arterial isoladas em consultório médico ou em casa exercem papel limitado no diagnóstico e no controle do tratamento da pressão arterial.

VANTAGENS DO MRPA

  • Monitorização em horários padronizados e o aparelho calibrado;
  • Duração mais prolongada, evitando efeito do ‘jaleco branco’.
  • Evita o desconforto das medidas repetidas da MPA de 24 horas.
COMO FAZER
  • Paciente agenda o exame no ICOR e retira o aparelho na clínica. As medidas são realizadas de acordo com protocolo validado.
  • Ao final da semana, o paciente devolve o aparelho e as medidas são computadas. Um laudo gerado e enviado ao e-mail do paciente.

 

Fonte: Dr. Diego Chemello 

 

 

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

Os textos publicados em nosso Blog têm caráter informativo e suas informações não substituem a consulta com especialistas. Para mais informações sobre o tema, entre em contato com um médico e tire suas dúvidas.

Acesse nosso site e confira a lista completa de exames e os nossos profissionais.


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15/dez/2019

Manual de Orientações Dr. Diego Chemello

As orientações a seguir são destinadas aos pacientes com indicação de estudo eletrofisiológico e/ou ablação de arritmias não-complexas. Seu procedimento será realizado pela equipe do Dr. Diego Chemello na Unidade de Cateterismo do ICOR, localizado no Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo, em Santa Maria. Esse manual tem a finalidade de fornecer orientações aos pacientes, mas não substitui a avaliação médica presencial.


 

ARRITMIAS

Arritmias são alterações do ritmo do coração, sendo na sua maioria anormais. Elas são classificadas em 2 grandes grupos: bradicardias (ritmos com frequência cardíaca abaixo de 50 batimentos por minuto) e taquicardias (ritmos com frequência cardíaca maiores que 100 batimentos por minuto).

Os sintomas são extremamente variáveis, dependendo do tipo de ritmo e da frequência cardíaca observada. Alguns pacientes podem apresentar poucos sintomas, como palpitações leves, mesmo apresentando arritmias significativas. A avaliação especializada é fundamental para determinar se sua arritmia é ou não grave.

Fique atento aos seguintes sintomas: desmaio (síncope), tonturas, falta de ar de início súbito, palpitações, batimentos cardíacos irregulares, intolerância aos esforços.

 

 

ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO

O coração funciona como uma espécie de bomba, que mantém o sangue circulando pelos órgãos. O funcionamento correto do coração depende de um sistema elétrico especializado, capaz de estimular o coração. O estudo eletrofisiológico consiste na avaliação detalhada desse sistema de condução, através da colocação de cateteres especiais em regiões do coração. Esses cateteres são introduzidos nas veias da região inguinal (virilha) ou cervical (pescoço). Uma vez posicionados, estímulos controlados e indolores são aplicados no coração para avaliação do sistema de condução.

O estudo eletrofisiológico apresenta a vantagem de ser mais específico que os métodos convencionais, possibilitando o diagnóstico exato de determinadas arritmias e indicando o tratamento mais adequado.

 

ABLAÇÃO DE ARRITMIAS

A ablação de arritmias consiste na realização de uma pequena cauterização que, quando aplicada de maneira controlada, determina resolução definitiva de certas arritmias. Essa cauterização é realizada por meio de cateteres especiais, com propriedades de liberar energia. A ablação pode ser realizada após o estudo eletrofisiológico (no mesmo procedimento) ou em um segundo momento, dependendo da complexidade da mesma e do tempo dispendido.

PREPARAÇÃO PARA ESTUDO E ABLAÇÃO DE ARRITMIAS

Antes da realização do procedimento, você deverá receber instruções específicas de seu médico em relação aos cuidados necessários para a realização de um procedimento seguro e tranquilo. Faça perguntas!

 

Algumas orientações importantes que você deve saber em preparação ao seu teste:

PREPARAÇÃO ESTUDO ELETROFISIOLÓGICO

Medicações

  • Informe sobre alergias ou intolerâncias a medicamentos;
  • Traga sempre suas medicações nas consultas e no dia do exame para que possam ser revisadas;
  • Você será orientado a suspender o uso de algumas medicações dias antes do procedimento. Certos medicamentos podem impedir o diagnóstico correto de arritmias, de modo que sua suspensão garante melhores resultados;
  • Avise sobre a presença de diabetes e uso de medicações para tratamento do mesmo. Na maioria dos casos, ajustes de doses são necessários antes e após o procedimento;
  • Avise sobre o uso de anticoagulantes (varfarina, femprocumona, dabigatrana, rivaroxabam, apixabam). Alguns procedimentos não podem ser feitos sob efeito dessas medicações.
  • Informe sobre alergias ou intolerâncias a medicamentos;
  • Traga sempre suas medicações nas consultas e no dia do exame para que possam ser revisadas;

ACOMPANHANTE

  • Você será orientado a suspender o uso de algumas medicações dias antes do procedimento. Certos medicamentos podem impedir o diagnóstico correto de arritmias, de modo que sua suspensão garante melhores resultados;
  • Avise sobre a presença de diabetes e uso de medicações para tratamento do mesmo. Na maioria dos casos, ajustes de doses são necessários antes e após o procedimento;
  • Avise sobre o uso de anticoagulantes (varfarina, femprocumona, dabigatrana, rivaroxabam, apixabam). Alguns procedimentos não podem ser feitos sob efeito dessas medicações.

 

HÁ RISCOS?

O estudo eletrofisiológico é considerado um procedimento de baixo risco. No entanto, complicações podem ocorrer em qualquer procedimento. Felizmente, as complicações mais frequentes no estudo eletrofisiológico são facilmente tratadas, entre as quais destacam-se: sangramentos menores, dor ou desconforto no local de punção, sensação de batimentos cardíacos anormais e leve desconforto no peito. São de ocorrência rara complicações como perfuração do coração e lesão pulmonar.

No caso de ablação (cauterização), alguns riscos adicionais são possíveis como lesão do sistema de condução cardíaco, necessidade de implante de marcapasso definitivo, tamponamento cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC). Tenha calma! Segundo dados da literatura, o risco de complicações graves é menor que 1 para cada 1,000 procedimentos. Segundo a avaliação do seu médico, os benefícios do procedimento são muito superiores aos riscos!

DURANTE O ESTUDO

Durante o procedimento, você estará em um ambiente hospitalar. Apesar da simpatia e dos cuidados da equipe, a ansiedade é um sintoma comum. Medicamentos podem ser administrados para reduzir a ansiedade e o desconforto, sem riscos à sua saúde. Durante o exame, os profissionais vão conversar com você. Não tenha medo! Informe o que está sentindo para que possamos lhe proporcionar uma experiência o mais agradável possível.

DOR / DESCONFORTO

O estudo eletrofisiológico é realizado sob o efeito de anestesia local e sedação leve. Algum desconforto pode ser ocasionado no momento da aplicação do anestésico local, para a colocação dos cateteres. Durante o estudo, é normal você sentir palpitações ou aceleração dos batimentos cardíacos.

Se for realizada ablação, é possível que você sinta um leve desconforto no peito, o qual desaparece rapidamente após o término da cauterização. Por fim, o tempo de permanência deitado durante e após o procedimento pode lhe causar algum desconforto nas costas. Você será capaz de informar seu médico durante o exame sobre a ocorrência desses sintomas!

A ocorrência de arritmias durante o procedimento é esperada em muitos casos, sendo uma etapa fundamental para o correto diagnóstico do problema. Isso pode reproduzir alguns dos sintomas que lhe motivaram a procurar avaliação médica. Não tenha medo! Durante o exame você terá seus sinais vitais periodicamente checados e profissionais especializados lhe monitorando constantemente. Algumas arritmias precisam ser revertidas com um choque elétrico (cardioversão), o que será feito com sedação adequada para que você não sinta desconforto. 

 

DURANTE O ESTUDO

O procedimento dura em média 2-3 horas. Esse tempo pode ser maior ou menor, de acordo com a complexidade do caso. O período de recuperação após o exame dura de 4-6 horas, tempo no qual é necessário manter a observação dentro do hospital. Em alguns casos, é necessário pernoite no hospital com reavaliação médica no dia seguinte. Sugerimos que você reserve seu dia para o procedimento.

DURAÇÃO

Após o procedimento, você será encaminhado a uma sala de recuperação, onde seus sinais vitais serão monitorizados. Após algumas horas, na maioria dos casos, você poderá fazer uma refeição leve e receber uma breve visita do seu acompanhante. Devido às punções realizadas na região da virilha e/ou do pescoço, é necessário que você permaneça deitado por 4 horas em média. Somente após esse período você será autorizado a sentar.

Seu médico explicará o resultado do exame de maneira simples e que você possa compreender. É possível que o efeito residual de alguns sedativos façam que você não lembre de algumas orientações. Não se preocupe!! No momento da alta você e seu acompanhante receberão orientações por escrito sobre medicações, retorno e cuidados.

 No próximo texto vamos abordar algumas dúvidas frequentes que os pacientes querem esclarecer antes da realização do exame.

 

 FONTE: DR. Diego Chemello 

 

 

 

Aqui no Icor, você encontra a melhor assistência e qualidade no atendimento. Nossas unidades realizam exames cardiológicos, vasculares, de cateterismo cardíaco e vascular com diagnósticos seguros e confiáveis.

Além disso, contamos com uma equipe médica altamente qualificada. São profissionais com grande experiência nas suas áreas de atuação e um quadro de funcionários que fornecem todo o suporte que o paciente merece e busca na hora de realizar seus exames.

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15/dez/2019

Miocardite é o nome dado a toda e qualquer inflamação do músculo do coração, chamado de miocárdio. Essa condição enfraquece o músculo cardíaco e pode afetar a capacidade do coração de bombear sangue de forma correta.

A causa mais comum para essa inflamação é infecção por vírus (como da Gripe H1N1, sarampo, caxumba, dengue, etc.) e é mais frequente em pessoas com HIV. Mas a miocardite também pode ser provocada por bactérias, protozoários, fungos, doenças autoimunes, drogas legais e ilegais, como álcool e cocaína.

Os sintomas apresentados por pessoas com miocardite podem ser: dor no peito, palpitações, dor nas articulações, cansaço, desmaios, febre, insuficiência cardíaca ou falta de ar.

Como a baixa imunidade pode ser um facilitador para a miocardite, recomenda-se tomar a vacina da gripe anualmente e manter as demais vacinas atualizadas. Outras medidas básicas para evitar propagação de infecções virais são lavar as mãos com frequência e evitar se expor quando estiver doente.

Cuide da sua saúde! ❤️

 

 

Fonte: Ada Health

 

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15/dez/2019

O que é? 

O marcapasso é um pequeno dispositivo implantado em portadores de diversas doenças do coração.

Foi inventado na década de 30, mas somente 28 anos depois, o primeiro ser humano pode experimentar seus benefícios. Era um aparelho de grande porte, ao qual o paciente tinha que ficar conectado por meio de fios elétricos.

 

Como funciona? 

Esse dispositivo envia pulsos elétricos ao órgão sempre que o batimento cardíaco está muito lento ou fora do ritmo cardíaco. Ou seja, o aparelho é programado para aumentar ou diminuir o ritmo do coração assim que houver necessidade

 

Como o marcapassos é implantado?

O cirurgião faz uma incisão na pele, na porção superior do tórax de aproximadamente 5 cm. Um ou dois cabos-eletrodos (fios recobertos) são introduzidos através de uma veia até o coração. O cirurgião, então, conecta o(s) eletrodo(s) com o seu marcapasso e programa o dispositivo para as suas necessidades médicas. Então o marcapasso é introduzido debaixo da pele na parte superior do tórax e a incisão é fechada.

👉 O implante é feito com a presença de um anestesista e o paciente recebe sedação e anestesia no local do implante. 

👉 O médico então testa o marcapasso para assegurar-se que ele esteja funcionando adequadamente de acordo com as suas necessidades.

👉Após o implante do marcapasso, a equipe de enfermagem do ICOR irá avaliar o paciente regularmente, monitorando a pressão arterial, o ritmo cardíaco e irá verificar qualquer hemorragia ou inchaço no local da incisão, comunicando o médico.

👉 Normalmente, o paciente fica no hospital uma noite e tem alta no dia seguinte.

 

 

 

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15/dez/2019

Estudo realizado por cientistas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha afirma que exercícios físicos podem ser tão eficientes no combate a doenças cardíacas quanto remédios.

Segundo reportagem da BBC, o trabalho foi publicado na revista científica British Medical Journal (BMJ). Os cientistas analisaram centenas de testes que envolveram 340 mil pacientes na busca de uma comparação entre efeitos de exercícios físicos e medicamentos.

As atividades físicas obtiveram resultados semelhantes aos dos medicamentos para doenças cardíacas, com exceção dos remédios da classe dos diuréticos, que tiveram melhores resultados. Especialistas alertam que isso não significa que se deve abandonar o uso de remédios em prol de exercícios. Ambos têm que ser usados ao mesmo tempo no tratamento de doenças.

A seguir, o cardiologista Roberto Rocha e Silva, autor do livro “Querido Coração”, enumera algumas dicas fundamentais para quem deseja começar a se exercitar:

1 – Antes de se “amarrar” num tipo de exercício (corrida, futebol, natação, ciclismo) experimente algumas modalidades para ver com qual você se dá melhor. Converse com amigos que praticam atividade física regular. Quando escolher, converse com um treinador ou personal para se planejar. Se você ainda não fez o teste da esteira, talvez seja o momento de realizá-lo. Se já fez, discuta o resultado com o médico, pois assim ele poderá orientá-lo.

2 – Você pode começar com 15 minutos de exercícios diários, mas a meta deve ser chegar a, pelo menos, 40 minutos ou uma hora por sessão.

3 – Sempre que iniciar uma sessão e sentir-se indisposto, mal-humorado ou cansado, pare imediatamente. Nunca faça as atividades com má vontade, pois as chances de você desistir serão enormes.

4- Nas primeiras semanas ou mesmo nos primeiros meses, é provável que você não perceba que está melhorando o condicionamento físico nem que está perdendo peso. Mas não se preocupe, o que importa é manter-se saudável. Com o tempo, o resultado virá. 

 

 

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15/dez/2019

No vídeo dica especial da Semana do Coração do ICOR, nosso cardiologista, Dr. Antonio Hahn, fala sobre a dislipidemia, caracterizada pela presença de níveis elevados de lipídios (gorduras) no sangue. O Colesterol e o triglicérides estão incluídos nessas gorduras, que são importantes para que o corpo funcione.


No entanto, quando em excesso, colocam as pessoas em alto risco de infarto e derrame. Importante lembrar que:

👉 A dislipidemia é um grande fator de risco para doenças cardiovasculares, como infartos, acidente vascular cerebral e o desenvolvimento da aterosclerose.

👉 As causas podem ser primárias (genéticas) ou secundárias.

👉 O diagnóstico é realizado pela medida das concentrações totais de colesterol, triglicerídios e lipoproteínas individuais.

👉 O tratamento envolve alterações alimentares, atividade física e drogas hipolipemiantes.

👉 As dislipidemias, geralmente, não causam sintomas. Por este motivo, pessoas dos grupos de risco devem consultar o médico e realizar os exames de rotina. A única forma segura de identificar as dislipidemias é por meio de exames de sangue periódicos.

👉 As dislipidemias são perigosas e silenciosas, portanto, não hesite em procurar um médico para que ele analise seu caso e o oriente com formas de prevenção e de tratamento específicas.

 

Assista ao vídeo:  

 

 

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15/dez/2019

Com o nome técnico de cardiomiopatia de Takotsubo ou cardiomiopatia induzida por estresse, essa doença afeta o músculo cardíaco e seus sintomas podem ser confundidos com os do infarto agudo do miocárdio: arritmias, dor no peito, falta de ar, desmaio, suor em excesso.

Essa condição, que basicamente provoca descompasso temporário no ritmo do músculo cardíaco, afeta principalmente mulheres acima dos 50 anos. Isso porque a síndrome do “coração partido” se relaciona com a diminuição de estrogênio (hormônio feminino que protege os vasos do coração) após a menopausa. Ainda que não tenha causas específicas determinadas, é sabido que em 80% dos casos está associada a situações agudas de estresse físico ou emocional.


Os sintomas da síndrome, em geral, desaparecem sem necessidade de tratamento. Mas é preciso ficar alerta para possíveis complicações, como insuficiência cardíaca, edema pulmonar ou choque cardiogênico (quando o coração não consegue bombear sangue e nutrir os órgãos de forma adequada). E também pela similaridade com sintomas com o infarto agudo do miocárdio.


Fonte: Dr. Drauzio Varella

Busque acompanhamento médico. Cuide da saúde do seu coração! ❤️

 

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15/dez/2019

O mês de setembro se pinta de vermelho para lembrar da importância dos cuidados com o coração! ❤️

Ações educativas e informativas têm como meta reduzir o número de casos de infartos, derrames e demais problemas cardiovasculares, que ainda se configuram como as principais causas de mortes no Brasil e no mundo.

Para isso, a campanha busca ressaltar a necessidade de manter hábitos e um estilo de vida saudáveis, com uma alimentação equilibrada, visitas regulares ao médico e check up anual, praticar esportes, evitar cigarro e outras drogas e controlar o peso.

Entre nessa campanha conosco!
Busque informações, cuide da sua saúde!

 

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15/dez/2019

Você sabia que descongestionante nasal pode causar problemas cardíacos?

Esses eventos cardíacos decorrem do uso contínuo do descongestionante, pois parte de sua composição contém substância vasoconstritora, ou seja, que provoca a contração dos vasos sanguíneos. Caso seja absorvida pela mucosa do nariz e caia na corrente sanguínea pode atingir o sistema cardiovascular e sobrecarregar o coração.

Como sintomas pode apresentar: arritmia cardíaca, taquicardia, hipertensão arterial, trombose, tonturas e dor de cabeça. Com crianças o cuidado deve ser redobrado. Uma superdosagem pode elevar demais a pressão e causar reações cardiovasculares, com risco de provocar falta de ar ou até mesmo parada cardíaca.
Por isso a recomendação é utilizar o descongestionante nasal sob orientação médica e por prazo determinado. Como alternativas para aliviar o desconforto causado pela congestão nasal estão: hidratação da mucosa nasal com soro fisiológico várias vezes ao dia; uso de umidificadores de ambientes ou banho quente para que o vapor da água umedeça as vias respiratória; evitar exposição ao ar-condicionado e ingerir bastante líquido.

Fonte: Revista Saúde

Consulte seu médico. Cuide do seu coração! ❤️

 

 

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15/dez/2019

Um ataque cardíaco é a morte de um segmento do músculo cardíaco causado por uma perda de suprimento de sangue. O sangue é geralmente cortado quando uma artéria que supre o músculo cardíaco é bloqueada por um coágulo sanguíneo. Se algum músculo cardíaco morre, a pessoa sente dor no peito e instabilidade elétrica no tecido do músculo cardíaco.

Fatos rápidos sobre ataques cardíacos:

  • Durante um ataque cardíaco, o músculo cardíaco perde o suprimento de sangue e é danificado.
  • Desconforto no peito e dor são sintomas comuns.
  • O risco de ataque cardíaco aumenta quando um homem tem mais de 45 anos e uma mulher tem mais de 55 anos.
  • Fumar e obesidade são grandes fatores, particularmente na faixa etária em risco.

Sintomas

Existem sintomas claros de um ataque cardíaco que exigem atenção médica imediata. Uma sensação de pressão, aperto, dor, aperto ou dor no peito ou nos braços que se espalham pelo pescoço, mandíbula ou dorso pode ser um sinal de que uma pessoa está tendo um ataque cardíaco.

A seguir estão outros possíveis sinais e sintomas de um ataque cardíaco que ocorre:

  • tosse
  • náusea
  • vômito
  • dor torácica esmagadora
  • tontura
  • falta de ar chamada dispneia
  • cara parecendo cinza na cor
  • um sentimento de terror que a vida está acabando
  • sentindo-se horrível, geralmente
  • inquietação
  • sentindo-se úmida e suada
  • falta de ar

Mudar de posição não alivia a dor de um ataque cardíaco. A dor que uma pessoa sente é normalmente constante, embora às vezes possa ir e vir.

Tratamento

Quanto mais rápido alguém for tratado quando tiver um ataque cardíaco, maiores serão as chances de sucesso. Nos dias de hoje, a maioria dos ataques cardíacos pode ser tratada de forma eficaz. No entanto, é crucial lembrar que a sobrevivência de uma pessoa depende em grande parte da rapidez com que ela chega ao hospital. Se uma pessoa tem um histórico de ataques cardíacos, deve falar com um médico sobre os planos de tratamento.

Prevenção

A melhor maneira de prevenir um ataque cardíaco é ter um estilo de vida saudável. Medidas para uma vida saudável incluem o seguinte:

  • não fume
  • comendo uma dieta equilibrada e saudável
  • fazendo muito exercício
  • dormir bastante de boa qualidade
  • manter o diabetes sob controle
  • mantendo o consumo de álcool baixo
  • manter o colesterol no sangue em níveis ótimos
  • manter a pressão arterial em um nível seguro
  • manter um peso corporal saudável
  • evitando estresse sempre que possível
  • aprendendo a administrar o estresse

Pode ser útil que as pessoas aprendam mais sobre os sinais de alerta de um ataque cardíaco também.

Diagnóstico

Qualquer médico, enfermeiro ou profissional de saúde enviará alguém diretamente ao hospital se suspeitar que esteja sofrendo um ataque cardíaco. Uma vez lá, vários testes podem ser feitos, incluindo:

  • ECG ou eletrocardiógrafo
  • testes de enzimas cardíacas
  • Raio-x do tórax

Causas

Os seguintes fatores estão associados ao aumento do risco de ataque cardíaco:

  • Idade: Os ataques cardíacos são mais prováveis ​​quando o homem tem mais de 45 anos e quando a mulher tem mais de 55 anos.
  • Angina: Isso causa dor no peito devido à falta de oxigênio ou suprimento de sangue ao coração.
  • Níveis elevados de colesterol: Estes podem aumentar a chance de coágulos sanguíneos nas artérias.
  • Diabetes: Isso pode aumentar o risco de ataque cardíaco.
  • Dieta: Por exemplo, consumir grandes quantidades de gorduras saturadas pode aumentar a probabilidade de um ataque cardíaco.
  • Genética: Uma pessoa pode herdar um risco maior de ataque cardíaco.
  • Cirurgia cardíaca: isso pode levar a um ataque cardíaco mais tarde.
  • Hipertensão: A pressão alta pode causar tensão desnecessária no coração.
  • Obesidade: Estar significativamente acima do peso pode pressionar o coração.
  • Ataque cardíaco anterior .
  • Fumar: Os fumantes correm um risco muito maior do que os não fumantes.
  • HIV: As pessoas que são seropositivas têm um risco 50 por cento maior.
  • Estresse no trabalho: aqueles que trabalham em turnos ou têm trabalhos estressantes podem enfrentar um risco maior de ataque cardíaco.

A inatividade física é um fator no risco de ataque cardíaco, e quanto mais ativas as pessoas, menor o risco de ter um ataque cardíaco. Muitas vezes, quando isso ocorre, um ataque cardíaco é causado por uma combinação de fatores, em vez de um único.

 

Consulte seu médico, realize exames periódicos.
Cuide do seu coração! ❤️ 

Fonte: Medical News Today

 

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